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quinta-feira, 29 de abril de 2010

Celebrando a Vida


Hoje escreverei sobre um site que acompanhei durante quase um ano, e vale à penas vocês entrarem, é uma lição de vida. Faz a gente pensar como nós nos preocupamos com coisas tão pequenas,até os nossos problemas são pequenos.

Contarei a história de Eva Markvoort,não conheci,nunca vi mas acompanhei durante quase dois anos sua vida,e a cada dia parecia que conhecia..

Eva Markvoort tinha fibrose cística, uma doença incurável que provoca o acúmulo de muco nos pulmões. Ela narrou em um blog ("65_Redroses") a vida de uma pessoa com uma doença terminal, entre fotos engraçadas com os amigos e com a família.

Eva chegou a receber um transplante em 2007 - há um documentário, também chamado "65 Red Roses", exibido internacionalmente, que fala de sua história, da doença e do transplante - mas menos de dois anos depois seu corpo começou a rejeitar o órgão. Após o documentário - que também foi premiado - ser veiculado, o número de doadores de órgãos aumentou consideravelmente, de acordo com artigo no jornal Vancouver Sun.
E até o fim ela lutou para informar as pessoas sobre a doença e a importância da doação de órgãos. Recebeu inclusive prêmios, entre eles o Summerhayes Award 2010, da Fundação Canadense para a Fibrose Cística no Canadá.

Eva Markvoort começou seu blog em 2006. Sozinha no quarto - os portadores de fibrose cística ficavam isolados por causa da infecção - ela começou a conversar online com outros pacientes. Quando estava muito frágil, ela ditava para que algum amigo ou familiar escrevesse. "A atividade online, o retorno que ela recebia tudo se tornou um foco muito importante para ela", disse sua mãe Janet Brine.
O blog se chama "65_RedRoses" porque, quando criança, Eva não conseguia pronunciar o nome certo da doença (em inglês "cystic fibrosis"). Então fez um trocadilho com 65 ("sixty five", em inglês) e adicionou "red roses" (vermelha era sua cor predileta, e rosa sua flor preferida).

Nos últimos dois anos, o blog conectou-a a mais de um milhão de internautas do mundo todo. O vídeo em que ela aparecia cercada pela família, dizendo estar perto de morrer (gravado cerca de um mês antes da morte), atraiu imediatamente mais de 150 mil page views, e dezenas de milhares nos dias seguintes.

Mas para além da dor, do desconforto e da doença, o tema recorrente do blog era o amor. No vídeo em que fala sobre a morte iminente, ela diz: "Acho que sou muito afortunada, porque eu amei mais do que vocês poderiam pensar, mais do que vocês poderiam imaginar. Então, eu estou comemorando isso: celebrando minha vida".
A menina cresceu em um subúrbio de Vancouver, no Canadá. Gostava de moda e chegou a freqüentar a Universidade de Victoria. Usava os cabelos vermelhos e queria ser atriz, mas a doença impediu a continuação da carreira. "Eva encontrou outras maneiras de utilizar essa veia artística, como escrever o blog, por exemplo,", afirmou a mãe.

A triste realidade das últimas seis semanas era exposta em seu blog, em posto que falassem de "episódios de horas ofegantes, ondas de náuseas e falta de sono". "Eu estou me afogando nas medicações", ditou ela para que a irmã escrevesse no dia 25 de março último. "Não consigo respirar".
"Este é o fim da minha vida, mas não é o fim do meu amor", disse. Eva Dien Brine Markvoort morreu na manhã de 27 de março, aos 25 anos.
Ela se formou em artes, recebeu seu diploma num quarto de hospital. Mas também participou de momentos maravilhosos,tentou ser atriz,mesmo sabendo que estava no seu estados terminal,ela não se entregou.

Eva Dien Salmoura Markvoort... Que vida! Ela viveu com paixão, com efeito, e morreu no sábado, 27 de março. Ela deixou um legado de amor e fez a diferença na vida de milhares de pessoas, tanto em sua vida pessoal e em sua comunidade online. Vida de Eva, quase 26 longos anos, foi definida por seus desafios relacionados com a fibrose cística. Ela sabia como viver para o momento e sua personalidade magnética atraiu pessoas em cada turno. Eva tomou nada como garantido, e ela não teve tempo de queixa. Sua vida foi cheia de momentos vibrantes e ela apreciou todos os aspectos da beleza do seu entorno, constantemente ajustando as limitações apresentadas pela sua saúde. Eva preenchida todos os quartos, ela entrou, ela se engajado no presente e ela aprendeu a transformar as situações mais desafiadoras em experiências positivas. Ela era uma força. Eva tem enriquecido a vida de seus pais, Janet salmoura e Bill Markvoort, os irmãos Annie e Hunter, sua família amorosa prolongada das tias, tios e primos, e seu time querido corem '. Eva família exprime a sua gratidão pelo apoio tremendo fornecidas por amigos, familiares, vizinhos, colegas, a equipe médica e a comunidade online Eva's.
Blog:http://65redroses.livejournal.com
Postado por Gabriela

quinta-feira, 25 de março de 2010

Os Prazeres da Vida


Me pedem pra falar de prazeres, ainda mais aqueles que para uns e outros são tão variados, na maneira de se sentir ,experimentar, aproveitar. Não quero que pensem que sou insensível mas sentimentos, sensações, contentamentos, alegrias, divertimentos, agrados, não são fáceis de se conseguir. Tenho me deparado Constantemente com essa realidade. O que seriam então prazeres pra uma pobre mortal como eu? Rs .

Vou lhes responder, com exagero de franqueza , o que acho :
Prazer para uns = praia, sol, cervejinha bem gelada no calor, ver mulher bonita, ver homem bonito, futebol, vestido novo, carro do ano, uma boa transa com quem se gosta, um perfume, plantar , colher, ver o sol nascer num dia de verão que inicia, cair de boca numa deliciosa comida caseira, e tantas outras coisas que fazem parte da vida, do viver, do humano , previsível e mortal.

Prazer para mim=
-na infância:
Cheiro de mãe, brincadeiras de rua com os meninos, pular amarelinha, jogar gude e sempre ganhar, vestir as roupas e os sapatos de adultos, maquiar-se escondida, colecionar papéis de carta, reuniões semanais com as amiguinhas da classe, viajar nas férias, etc.
-na adolescência:

Beijar pela primeira vez, ficar com o gato que todo mundo queria, experimentar o sexo pela primeira vez como algo misterioso,sublime, sentir atração por artistas de T.V. como se pudesse ser realidade, ir as festinhas semanais em casa de amigos e tentar a sorte na conquista, conhecer pessoas todo final de semana, andar de bicicleta, comer chocolate, tomar sorvete na praça, fofocar com as amigas mais íntimas, trocar confidências, etc...( E aqui tem mais histórias .rs)

Já adulta prazer maior não há do que um elogio sincero, um sorriso amigo, um carinho mais quente, mesmo que solitário, um bom papo, contabilizar as amizades, ganhar presentes de quem gostamos, sentir que uma roupa que se quer serve ao experimentá-la numa loja, me sentir mulher, amadurecendo, viva, sensual, capaz de alcançar meus objetivos, gozando as delícias da vida, como sendo a essência da simplicidade e da razão pela qual existo a cada momento, a cada dia, a cada minuto. Como disse não é fácil, mas para os males que me afligem da não satisfação dos meus mais caros prazeres, e para superar o estresse lanço mão de artifícios. Um deles é um prazer instantâneo, que envolve o paladar, o olfato, os sentidos do corpo, tudo resumido num prazer químico maravilhoso.

Devo informar que é o engordante, vilão, mas infinitamente delicioso "o chocolate", como coadjuvante do prazer, estimulante das endorfinas circulantes, é o alívio imediato, prazer real e incontestável, me ajuda a salvar a situação quando entro em desespero pelas inseguranças , pelos medos, pelas angustias, desse viver.

Longe de mim aconselhar e dar receita pra alguém, mas espero que encontrem o seu chocolate, o seu salvador, para pelo menos num instante terem o prazer que de êfemero sempre nos deixa um gosto de quero mais..
Pra ilustrar todo esse montão de sentimentos para mim, mulher-menina, sobre prazer trago um poema lindo, real e fluido de Martha Medeiros que dá prazer ao ser lida.rs . Espero q gostem!

234.
simplificar
não exagerar os sentimentos
arriscar
não seguir os mandamentos
vivenciar
não mitificar os pensamentos
assimilar
não condecorar os ferimentos
reinventar
não copiar aos sete ventos
amamentar
não aprisionar os seus rebentos

uma mulher adulta
só conhece bons momentos

Até a próxima pessoal!!!

Postado por gabriela (Obrigada Rafaela...)

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Saber Viver


Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é...Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... Saber viver!!!

Charles Chaplin

Postado por "De Salto Alto & Batom"

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Faça Menos Planos, Viva MAIS mais o Presente


Todo final de ano olhamos pra trás e nos damos conta de que muitos de nossos planos, promessas não foram cumpridos.
O novo ano que se inicia começa como todos os outros, com diversas expectativas que criamos de que será um ano melhor e que alcançaremos todos os nossos objetivos.

Mas o que importa realmente ? Qual é nosso melhor objetivo ?
De todos os nossos sonhos e expectativas, o que importa realmente é termos ao nosso lado todas as pessoas que amamos, é bom saber que ainda temos todas elas por perto. Saber que se sentirmos saudades, podemos pegar o carro, ou apenas o telefone e ligar para falar um oi, perguntar se ela (ele) está bem.

As vezes não nos damos conta de como determinada pessoa é importante em nossa vida, só descobrimos quando a perdemos.
Não, eu não perdi ninguém da família ou nenhum amigo no ano que passou, mas penso, que nem todo mundo estará aqui daqui a algum anos, então, vamos curtir o presente, sem achar que o futuro é o mais importante, sem fazer tantos planos. Planos são importantes, mas não são tudo em nossa vida.

Existem muitas coisas que devemos deixar para o ano que ficou para trás, como mágoas, desilusões profissionais, amorosas e levar para o ano que se inicia todos os sentimentos bons que nos fizeram alegres, como aquele quando conquistamos novas amizades e amores, a chegada de mais um membro a família, um novo emprego.

Coisas materiais também são importantes, mas é apenas uma gota no oceano, nada mais importante do que dar e receber amor as pessoas que nos cercam.
Sem dúvida nenhuma o melhor objetivo de nossas vidas para hoje e para o futuro continua sendo o amor.

“A vida é o que acontece enquanto fazemos planos para o futuro“ (John Lennon)
Postado por Diana

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Saudades do meu Passado!!!


Recordando da minha infância, lembro dos meus amigos que estudaram comigo no meu primário, da minha professora insuportável que me colocava sempre de castigo e não dava a estrelinha da semana, da minha primeira paixão (Aymone, comprava sempre balas para dar para ele), até mesmo do meu uniforme, uma sainha de pregas azul, camiseta da escola, meios brancas (que sempre uma meia estava mais curta da outra).
Das festinhas na escola, que meu pai comprava todas as rifas que eu tinha que vender, para ganhar o prêmio.

Dos almoços de domingo, com a minha avó fazendo pulenta,de avental e quando almoçava,gostava de ficar falando ou brigando que voava arroz para tudo era lado. Das tardes que brincava de professora com meu avô.
Saudade do tempo perdido, das lágrimas não derramadas, sente umas enormes saudades do meu passado feliz.

Ah!!! Como tenho saudades das nossas viagens para praia, do que nós aprontamos... Do dia que perdi o chinelo da Jú,pois,resolvi colocar.Mas só tinha um pequeno problema,a jú calça 35 e eu 37.Das nossas noites ,quando saiamos aqui em São Paulo (eu,a jú,a Di, a Mel e a Déa).E na volta era uma festa para comentar sobre a noite,os micos e a investidas....Como era divertido,sempre acontecia algo absurdo,que só poderia acontecer com a gente mesmo.

Saudades do pessoal do Mackenzie,quando chegávamos nós encontrávamos num banquinho,ficavam a turma toda lá conversando, combinando alguma coisa...Das noites que íamos jogar king na casa do carioca...Nossa,como era longe,ele se escondia....Das nossas viagens,baladas,das noite nos barzinhos com a Carlinha e com a Jú.

De quando conheci o Bob, achei a pessoa mais insuportável do mundo, que a cada dia foi me conquistando e completando o que sentia falta. Das surpresas que ele fazia para mim,das nossas risadas,dos momentos que não estávamos juntos que parecia uma eternidade.

Saudades do meu pai que me ligava todos os dias para dar bom dia e quando não tinha nada para falar, ligava só para ouvir a minha voz.

Saudades do dia do nascimento das minhas filhas Sophia e Livia, que foi o dia mais feliz da minha vida... Saudades dos primeiros sorrisos delas,quando falaram mamãe pela primeira vez..

Infelizmente nunca vamos compreender e nem definir, exatamente a palavra saudades...
Mas acho que deveria ter amado mais, falado menos... Por isto que terei saudades das minhas falhas,da minha fragilidade,do que tudo que fiz e de tudo que não fiz...

A Saudade é silenciosa, eterna e inevitável. Infeliz da pessoa que não sente saudades,é porque não viveu,não amou....E nunca terá uma história para contar.....

Postado por Gabriela

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Não deixe para amanhã...



Vivo a cada dia intensamente. Se preciso falar alguma coisa para alguém, falo e não espero nem um minuto. Faço isso porque é bem possível que, na hora H, eu não seja capaz de falar o que realmente sinto.

Hoje o meu texto será em homenagem a pessoa mais importante da minha vida, que perdi em 2007. Não sei me ver sem o ensinamento, os conselho e carinho do meu querido pai.

Escrevi uma carta para ele que nunca foi entregue, porque escrevi no dia 02 de julho para entregar no sábado seguinte, já que iria encontrá-lo para tomar uma cervejinha e colocar o papo em dia. Mas não deu tempo. Ele foi para o hospital e de lá não voltou mais.

Sempre falei para ele o quanto que o amava. Quando era solteira, a gente saia todo sábado para conversar um pouquinho. Eram momentos únicos. Todas as noites, antes de se deitar, ele me falava boa noite, me dava um beijo e dizia que me amava.

Aí quando casei, foi um baque. Cadê aquela pessoa que me acordava desesperado de medo de eu perder o horário do trabalho?????

Senti bastante a falta dele, mas achamos um jeitinho gostoso: todos os dias, às 9h30, ele me ligava para dar bom dia. Esse horário era dele, não deixava ninguém ligar e nem pegar no telefone neste horário.

A gente tinha uma ligação maravilhosa. Quando estava chateada com alguma coisa, ele ligava na hora, como se sentisse que estava precisando dele.

Ai chegou o dia mais importante da minha vida: o nascimento da Sophia, ele não se cabia em si de tanta felicidade (e olha que ele era grande, heim)! Quando voltei para o quarto e o vi, fiquei calma e pensei: ‘ele está aqui do meu lado’.

Só tive momentos bons com ele, não me arrependo de nada, e nem tenho remorso de nada também. Só sinto por não ter ido encontra-lo naquele dia...

Aliás, naqueles tempos nunca dava certo, pois estava grávida de poucos meses e enjoando muito. Não conseguia andar nem um quarteirão sem passar mal, imagine dirigir por 40 minutos...

E quando marquei de encontrá-lo dia 07 de julho, já que não estava mais enjoando, foi tarde demais, ele não esperou esse encontro.

Mas tenho certeza que onde ele está, de uma forma ou de outra, ele estará sempre ao meu lado e, às 9h30, me falando bom dia.

E...

Nós humanos temos um sério problema de deixar as coisas para faze ou para serem faladas para amanhã, mas nem sempre você consegue, porque o amanhã pode ser tarde demais.

Às vezes, chegamos em casa cansados do trabalho e bate aquela vontade de falar com sua amiga, que você não conversa há um tempo, mas como está cansada, deixa para amanhã.

Aprendi bastante com isso porque deixei para depois um belo encontro que teria com o meu pai.
Depois disso aprendi nunca deixar nada para amanhã. O que tenho que fazer faço na hora. O que preciso dizer, não economizo palavras, nem deixo para depois.

Separe um tempo para sair com seus amigos, passear com sua mãe e seu pai (e isso a gente sempre deixa para depois, afinal, passamos tanto tempo juntos...), levar seus filhos ao parque.

Dê um abraço inesperado no seu grande amor. Faça isso agora. Não deixe para amanhã. Pegue o telefone e ligue para sua amiga que você não fala há tanto tempo. E aquela pessoa que você brigou por algum motivo, tente fazer às pazes. Garanto que você se sentirá bem melhor, com coração bem mais leve. Fale o que você goste de fazer e aquilo que te incomoda.

E aqui falarei que amo as minhas amigas, amo a minha mãe, amo meu marido, amo as minhas filhas, amo a minha sogra, amo meu sogro, amo meu cunhado, amo minha cunhada (Raquel), amo meus primos, amo os padrinhos das minhas filhas, amo minha casa, amo minha vida. e amo você meu PAI.

Vamos, faça isto hoje! Coloque na sua agenda, em prioridade No. 1!!

Postado por Gabriela

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Amélia New Generation


Tenho horror a feministas.
Penso que essa "tribo" já deu o que tinha que dar.
Concordo que o movimento foi muito importante para o posicionamento da mulher em toda a sociedade. Graças a ele, hoje votamos, trabalhamos, temos opinião própria e podemos expressar nossa vontade. Toda essa luta também nos trouxe outros benefícios, afinal, nos tornamos independentes e livres. Porém, me pergunto todos os dias se valeu a pena queimar o sutiã em praça pública.
O resultado de toda essa revolução culminou num caminho de difícil retorno: as mulheres livres e independentes estão ficando sozinhas. E amargas.
É... Com tudo isso aprendemos coisas que antigamente eram exclusivas dos homens e hoje trocamos pneus, resistência de chuveiro, abrimos vidro de palmito, discutimos com o mecânico, paqueramos mesmo... E aí a coisa pega forte. Algumas mulheres trocaram realmente de posição e passaram a "caçar" os homens como se eles fossem o sexo frágil. Daí jogaram uma pá de cal em todo o romantismo. Acabaram com detalhes que fazem toda a diferença e agora ficam chorando a falta de alguém especial.
Desculpem as mais "engajadas", mas tenho uma alma de Amélia New Generation. Ainda assim eu sou uma mulher de verdade! Gosto de cuidar da minha casa, gosto de cuidar de filho, namorado, e gosto muito de me cuidar. Adoro cozinhar, sei passar roupas, arrumar a casa, trabalho em home Office hoje, mas já trabalhei muito fora – e longe da minha casa. Encaro a jornada de mãe, mulher, profissional e ainda por cima de irmã mais velha (porque meu irmão mora comigo). A diferença é que eu tenho vaidade e amor-próprio, ao contrário da personagem da música de Mario Lago e Ataulfo Alves.
Por isso, ao ver mulheres jovens lastimando não encontrar um parceiro bacana, juro que penso em pedir para que ouçam mais suas mães, tias e avós, e apreendam certos conselhos ao invés de se vangloriarem por serem livres e independentes. Essas mulheres usam as benesses da vida moderna de forma pejorativa e acabam invertendo os papéis. Excedem e pecam, ao mesmo tempo, nas atitudes. Daí se tornam infelizes e culpam os outros pelo preço que pagam por suas escolhas.
Também não precisa se tornar uma pessoa submissa, daquelas em que a vontade do parceiro prevalece sempre e a mulher acaba se tornando uma sombra e, conseqüentemente, anulando a si mesma, sublimando desejos e matando homeopaticamente sua essência.
Nem tanto ao céu, nem tanto à terra. O segredo está em saber dosar as coisas, mas estabelecer parâmetros quando o assunto é agradar o outro ou agradar a si mesma não é tarefa das mais fáceis. As “Amélias” antigas agradavam única e exclusivamente ao outro. As versões atuais já conseguem manter o equilíbrio entre casa, marido, profissão, filhos, desejos (a nossa Gabi é um exemplo!!!).
De qualquer forma, deixo aqui um recado:
Meninas, aprendam que certas coisas foram feitas para serem usadas para sempre. Uma delas é a gentileza e, a outra, sutileza. Não vivemos mais em tempos de lencinhos jogados no chão, porém convenhamos, nada como um homem que abre a porta do carro e oferece a mão, puxa a cadeira para sentarmos e ainda por cima abre vidros de palmitos e sabe utilizar um saca-rolhas com maestria. E tudo isso graças à sutileza de nossas ações!


OBS: eu não queimei o sutiã!!
postado por Andréa

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Mais um show que passa

É um lembrete sutil que tudo - o bem e o mal, o prazer e a dor, a aprovação e a desaprovação, realizações e erros, fama e vergonha – tudo vem e passa.
Tudo tem começo e fim e é assim que as coisas são.
Nosso desapontamento nasce de duas maneiras essenciais.
Quando experimentamos o prazer, gostaríamos que ele durasse pra sempre, isso nunca acontece, quando experimentamos a dor gostaríamos que ela fosse imediatamente embora, e normalmente isso não acontece.
A infelicidade é o resultado da luta contra o fluxo natural da experiência.
É legal experimentarmos as coisas com a percepção de que a vida é uma sucessão de coisas.
Quando acontece algo que apreciamos, saiba que, embora a experiência da felicidade seja maravilhosa, ela eventualmente será substituída por outro tipo de momento. Se isso estiver bom pra você, uma sensação de paz o invadirá mesmo quando o momento muda. E se estiver experimentando algum tipo de dor ou desprazer, saiba que isso também passa. Ter consciência disto é uma maneira incrível de se manter a PERSPECTIVA, mesmo em face da adversidade.

Postado por Melissa