BLOGGER TEMPLATES AND TWITTER BACKGROUNDS »

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Sobre o Futuro

Como será o meu futuro? Ainda não sei...
Nos próximos dias estarei dando início numa nova fase da minha vida: morar sozinha.
Quando digo sozinha, quero dizer só comigo. Hoje eu não moro com a minha família, mas divido aluguel com uma amiga.


Mas essa fase passou, foi muito bom o tempo em que convivemos juntas divindo teto, dívidas, problemas, festas, choradeira assistindo filmes, sustos e tudo o mais.
Só que eu já não quero mais isso, eu preciso de espaço, de 100% de privacidade!
Vai sair mais caro? Vai, com certeza vai sair mais caro, pois é mais fácil dividir as despesas, mas eu não me importo. Não me importo porque é isso que eu quero!


Ao mesmo que tempo em que fico ansiosa me dá um friozinho na barriga, sabe?
Eu não tenho problemas em ficar sozinha, eu até gosto. Me acostumei a estar sozinha por conta da minha profissão, na maior parte do tempo estou sozinha em alguma cidade distante, então, essa parte eu vou tirar de letra.


Mas o frio na barriga bate... Será que vou conseguir cuidar de uma casa sozinha? Será que vou dar conta disso? Espero que sim!
A verdade é que acho que estou preparada pra isso. A decisão foi tomada depois de muito tempo pensando, depois de muitas considerações e muito pensar nos prós e nos contras.
Agora a ansiedade é pra pegar as chaves do apto, comprar as coisas que não tenho, ver tudo arrumadinho do meu jeito...


Então é isso! Aí vou eu, rumo à uma nova fase da minha vida!

Postado por Evy

quinta-feira, 13 de maio de 2010

O Terceiro Filho



Para quem já tem e para quem pretende ter!

Como diz o ditado:

O 1º filho é de vidro,
o 2º é de borracha,
do 3º para frente é de ferro!


A ORDEM DE NASCIMENTO DAS CRIANÇAS
*Irmãos mais velhos têm um álbum de fotografia completo, um relato
minucioso do dia que vieram ao mundo, fios de cabelo e dentes de leite
guardados. Já os caçulas penam para achar fotos do primeiro
aniversário e mal sabem a circunstâncias em que chegaram à família


O QUE VESTIR
*1º bebê -* Você começa a usar roupas para grávidas assim que o exame dá positivo
*2º bebê -* Você usa as roupas normais o máximo que puder
*3º bebê -* As roupas para grávidas SÃO suas roupas normais


PREPARAÇÃO PARA O NASCIMENTO
*1º bebê -* Você faz exercícios de respiração religiosamente
*2º bebê -* Você não se preocupa com os exercícios de respiração,afinal lembra que, na última vez, eles não funcionaram
*3º bebê -* Você pede a anestesia peridural no oitavo mês


O GUARDA-ROUPAS
*1º bebê -* Você lava as roupas que ganha para o bebê, arruma de acordo com as cores e dobra delicadamente dentro da gaveta
*2º bebê -* Você vê se as roupas estão limpas e só descartas aquelas com manchas escuras
*3º bebê -* Meninos podem usar rosa, né?


PREOCUPAÇÕES
*1º bebê -* Ao menor resmungo do bebê, você corre para pegá-lo no colo
*2º bebê -* Você pega o bebê no colo quando seus gritos ameaçam acordar o irmão mais velho
*3º bebê -* Você ensina o mais velho a dar corda no móbile do berço


A CHUPETA
*1º bebê -* Se a chupeta cair no chão, você guarda até que possa chegar em casa e fervê-la
*2º bebê -* Se a chupeta cair no chão, você a lava com o suco do bebê
*3º bebê -* Se a chupeta cair no chão, você limpa na camiseta e dá novamente ao bebê


TROCA DE FRALDAS
*1º bebê -* Você troca as fraldas a cada hora, mesmo se elas estiverem limpas
*2º bebê -* Você troca as fraldas a cada duas ou três horas, se necessário
*3º bebê -* Você tenta trocar a fralda antes que as outras crianças reclamem do mau cheiro


ATIVIDADES
*1º bebê -* Você leva seu filho para as aulas de musicalização para bebês, teatro, contação de história...
*2º bebê -* Você leva seu filho para as aulas de musicalização para bebês
*3º bebê -* Você leva seu filho para o supermercado, padaria...


SAÍDAS
*1º bebê -* A primeira vez que sai sem o seu filho, liga cinco vezes paracasa para saber se ele está bem
*2º bebê -* Quando você está abrindo a porta para sair, lembra de deixar o número de telefone de onde vai estar.
*3º bebê -* Você manda a babá ligar só se ver sangue


EM CASA
*1º bebê -* Você passa boa parte do dia só olhando para o bebê
*2º bebê -* Você passa um tempo olhando as crianças só para ter certeza que o mais velho não está apertando, beliscando ou batendo no bebê
*3º bebê -* Você passa um tempinho se escondendo das crianças


ENGOLINDO MOEDAS
*1º bebê -* Quando o primeiro filho engole uma moeda, você corre para o hospital e pede um raio-x
*2º bebê -* Quando o segundo filho engole uma moeda, você fica de olho até ela sair
*3º bebê -* Quando o terceiro filho engole uma moeda, você desconta da mesada dele.


Agora me diz,quem já passou do segundo filho...é ou não é parecida essa história??

Até a próxima pessoal,sei que deixei voces com a pulga atras da orelha e irão continuar..hahahahaha

Amei este texto,obrigada Afrodite...

Postado por Gabriela

terça-feira, 11 de maio de 2010

A Vida é feita de Escolhas....


......E o amor é uma delas.


Acredito piamente que a vida de cada um de nós é composta por uma sucessão ininterrupta de escolhas. Fazemos escolhas todo tempo, desde as mais simples e “automáticas”, até as mais complexas, elaboradas e planejadas. Quanto mais maduros e conscientes nos tornamos, melhores e mais acertadas são as nossas escolhas.
Assim também é com o amor. Podemos escolher entre amar e não amar. Afinal de contas, o amor é um risco, um grande e incontrolável risco. Incontrolável porque jamais poderemos obter garantias ou certezas em relação ao que sentimos e muito menos ao que sentem por nós. E grande porque o amor é um sentimento intenso, profundo e, portanto, o risco de sofrermos se torna obviamente maior!
Por isso mesmo, admiro e procuro aprender, a cada dia, com os corajosos, aqueles que se arriscam a amar e apostam o melhor de si num relacionamento, apesar das possíveis perdas. Descubro que o amor é um dom que deve vir acompanhado de coragem, determinação e ética.
Não basta desejarmos estar ao lado de alguém, precisamos merecer. Precisamos exercitar nossa honestidade e superar nossos instintos mais primitivos. É num relacionamento íntimo e baseado num sentimento tão complexo quanto o amor que temos a oportunidade de averiguar nossa maturidade.
Quanto conseguimos ser verdadeiros com o outro e com a gente mesmo sem desrespeitar a pessoa amada? Quanto conseguimos nos colocar no lugar dela e perceber a dimensão da sua dor? Quanto somos capazes de resistir aos nossos impulsos em nome de algo superior, mais importante e mais maduro?
Amar é, definitivamente, uma escolha que pede responsabilidade. É verdade que todos nós cometemos erros. Mas quando o amor é o elo que une duas pessoas, independentemente de compatibilidade sanguínea, família ou obrigações sociais, é preciso tomar muito cuidado, levar muito o outro em conta para evitar estragos permanentes, quebras dolorosas demais.
O fato é que todos nós nos questionamos, em muitos momentos, se realmente vale a pena correr tantos riscos. Sim, porque toda pessoa que ama corre o risco de perder a pessoa amada, de não ser correspondida, de ser traída, de ser enganada, enfim, de sofrer mais do que imagina que poderia suportar. Então, apenas os fortes escolhem amar!
Não são os medos que mudam, mas as atitudes que cada um toma perante os medos. Novamente voltamos ao ponto: a vida é feita de escolhas. Todos nós podemos mentir, trair, enganar e ferir o outro. Mas também todos nós podemos não mentir, não trair, não enganar e não ferir o outro.
Cada qual com o seu melhor, nas suas possibilidades e na sua maturidade, consciente ou não de seus objetivos, faz as suas próprias escolhas. E depois, arca com as inevitáveis conseqüências destas.
Sugiro que você se empenhe em ser forte a fim de poder usufruir os ganhos do amor e, sobretudo, evitar as dolorosas perdas. Mas se perceber que ainda não está pronto, seja honesto, seja humilde e ao invés de jogar no chão um coração que está em suas mãos, apenas deixe-o, apenas admita que não está conseguindo retribuir, compartilhar…
E então você, talvez, consiga compreender de fato a frase escrita por Antoine de Saint Exupéry, em seu best seller O Pequeno Príncipe: “Você se torna eternamente responsável por aquilo que cativa”.
Porque muito mais difícil do que ficar ao lado de alguém para sempre é ficar por inteiro, é fazer com que seja absolutamente verdadeiro… ou então partir, inteira e verdadeiramente também! E é exatamente isso que significa sermos responsáveis por aquilo que cativamos…

Texto de Rosana Braga


Postado por Diana

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Eu e o Forró

E então que nos últimos tempos não tenho vivido os dias mais felizes da minha vida, estresse, cansaço, doença, decepção e etc...
Mas eu não quero fazer mais um post falando isso... Então, resolvi falar sobre algo que me deixa alegre e que me ajuda a mandar embora as vibrações ruins.

Quando eu estou assim, do jeito que estou essa semana, eu gosto de ir pro forró...
É isso mesmo, forró... Geralmente eu ía ao Remelexo que era do lado de casa e eu ía andando mesmo, agora que moro no pântano está mais complicado porque é bem longinho, mas enfim...
Eu gosto de ir pro forró porque quando estou lá dançando eu esqueço de todo o mundo, esqueço de tudo que rola lá fora, de todos os problemas, do estresse do trabalho, do amor mal resolvido, do apto que não acho.
Quando estou lá dançando é como se nada disso existisse, é como se o mundo todo se resumisse aquele momento.
Pra mim o forró não é uma balada sabe? Quando vou ao forró vou com uma única intenção: DANÇAR, e dançar muito, o máximo que eu puder, até não aguentar mais, até doer as pernas e eu ter que pedir pinico.
Tá certo que sempre tem um ou outro mocinho sem noção que se aproveita da dança pra querer armar a barraquinha, mas quando vejo que começa a rolar coisa do gênero eu digo que minha perna está doendo e saio de fininho...
Mas tirando isso, o forró é a minha melhor válvula de escape.
E no momento eu estou precisando desesperadamente dessa válvula!!!

Postado por Evy (que no momento está ouvindo Alceu, Geraldo, Elba & Ze Ramalho - O Grande Encontro I, II e III e está se segurando pra não sair dançando sozinha pela sala no trabalho)

terça-feira, 4 de maio de 2010

Abaixo a "minha" Menstruação !

Já não é a primeira vez que tenho algum problema hormonal. A primeira vez foi a uns 2 anos atrás, quando minha prolactina, que nada mais é que um hormônio secretado pela adeno-hipófise que estimula a produção de leite pelas glândulas mamárias e o aumento das mamas aumentou muito.
Não sei como na época não tive produção de leite sem ao menos estar grávida. O normal na referência dos exames de prolactina é para estar no máximo a 25 microg/L a minha estava em 52 microg/L ou seja, mais que o dobro.
Me submeti a ressonância do crânio para visualizar minha hipófise, pois muitas vezes o aumento da prolactina está associado a algum tumor benigno de hipófise, mas, graças a Deus, minha hipófise estava normal, mesmo assim, fiz um tratamento de 1 ano para abaixar a prolactina, hoje está normal.
Faço sempre exames de prevenção para verificar se continua tudo ok.
Como já escrito no meu texto de semana passada, agora estou com miomatose uterina e devo fazer uma cirurgia de retirada dos miomas dentro de aproximadamente 1 mês.

Além de todos os problemas hormonais descritos acima, tenho uma TPM fortíssima e acredito que ela esteja presente no meu corpo 20 dias no mês. A irritabilidade e impaciência são os sintomas que mais se destacam. Fora as cólicas que tenho, que mesmo não sendo todo mês, quando vem, vem com tudo, aquelas de te deixam na cama, com uma bolsa de água quente e que te faz chorar de dor.

Desde semana passada enfie algo em minha cabeça !

Tenho 33 anos, não tenho namorado, marido, e muito menos uma previsão de quando terei e se terei filhos algum dia.
Todos os problemas de saúde que tive até hoje, giram em torno dos meus benditos hormônios. Então...

Cheguei a conclusão que quero parar de menstruar !!!! Chegaaaaaaaaaaaaaa !
Claro, que vou me informar mais sobre o assunto, pois preciso saber quais são os pós e os contras, porque nem tudo são flores e não acredito que só terei benefícios deixando de menstruar.
Logo mais, quando resolver esses meus problemas, vou ir mais além, porque realmente do jeito que está não dá para ficar.

Li na net que as opiniões dos médicos sobre este assunto são muito divididas, algo que acaba confundindo a cabeça de nós mulheres.

Vou me informar, vou analisar, mas realmente acho que seria algo bom.

Queria saber se alguma de vocês fez ou faz algum tratamento para deixar de menstruar e qual a sua opinião sobre isso. A opinião médica é muito importante, mas opinião de mulheres que fizeram ou fazem o tratamento é bem mais importante para a minha tomada de decisão, já que só nós sabemos o tormento que passamos com essa explosão de hormônios todo mês.

Postado por Diana (que acabou de menstruar e já está com sintomas da TPM, pode ?)

segunda-feira, 3 de maio de 2010

E a adolescência, enfim, chegou.


Como no próximo domingo é Dia das Mães, resolvi tocar no assunto (mesmo com antecedência) porque, na verdade, meu texto vai para o caminho do desabafo.
Todo mundo sabe que eu sou mãe-solteira do Lucca, que hoje está com 10 anos. Assim como todo mundo sabe da ausência velada de seu pai, que nunca nos ajudou, e só aparecia em datas cívicas e comemorativas, para ostentar o filho limpinho, educadinho e bonitinho.
Anos se passaram e eu fui vencendo os milhares de desafios que vida foi impondo e, do meu jeito, fui fazendo do Lucca um cara legal.
Acontece que um "mal necessário" anda rondando a minha casa: a adolescência. Pode parecer muito cedo para isso, mas afirmo que não é. Hoje em dias as fases são antecipadas e quando menos esperamos a coisa aparece.
Só que eu não estou conseguindo lidar direito com isso porque descobri em meu filho uma força interior que há muitos anos não via. Ele tem características minhas tão fortes, tão marcantes que eu realmente não sei o que fazer.
Não, ele não é um monstrinho. Mas se torna um alien quando eu não o reconheço em nada e as atitudes que eram tão previsíveis, tornam-se uma supresa atrás da outra.
E os sinais são clássicos: interesse pelas meninas, alguma rebeldia, vontade de ficar sozinho o tempo todo, dizer que ninguém o entende, não suportar ser beijado ou abraçado em público pelos seus pais e dentro de casa ainda agir como uma criança.
Concordo que essa fase é um verdadeiro limbo: não são nem crianças, nem adolescentes de fato. Nem eles mesmos se entendem, se reconhecem.
Semana passada ele foi numa balada, a primeira em sua vida. A festa começava às 19h30 e terminava as 23h30. Só consegui sair de lá (depois de quase meia hora esperando uma vaga para estacionar e ligando insistentemente para meu filho, que não atendia) quando já passavada da meia noite, e as meninas dizendo a todo o momento que o Lucca era "muito fofo". No dia seguinte ele dormiu até às 11h, e quando acordou disse que não era para eu fazer muito barulho porque ele estava de ressaca. Ressaca de suco de uva e guaraná!! No fim de semana ele foi dormir na casa de um amigo, e passou mais dois dias curtindo a vida a doidado.
A semana passou e ele deu as suas primeiras pisadas na bola, típicas de adolescentes também: simplesmente esqueceu de uma prova de recuperação de história e teve que fazer na última hora, perdendo o horário da natação inclusive, e depois a prova substitutiva de gramática, que ele jurava não saber o conteúdo porque a professora não havia passado.
Daí que eu descobri que ele mesmo havia escrito em sua agenda todo o conteúdo para todas as provas. E ele insistindo em não saber, ou não me falar a verdade.
Juro que perdi a paciência naquele momento. Falei um monte de coisas, dei bronca, e cheguei até bater nele com a agenda. Conclusão: ele está de castigo até o dia 10/5 sem computador, Tv a cabo, video games ou qualquer outro tipo de game, DVD´s, e caso as notas venham abaixo de 7,5, o álbum de figurinhas da copa será confiscado até o fim do campeonato.
Ou seja, tive que tomar medidas extremas para que os limites sejam esclarecidos, e ele perceba que por mais que esteja crescendo, ainda é uma criança. mas confesso que fui dormir me sentindo péssima, culpada por não poder estar mais perto dele, por não acompanhar as lições, por não ser mais presente em sua vida.
Neste sábado, o amigo que ele passou o outro fim de semana fez aniversário, e diante da vontade do garoto, os pais (que são amigos muitos queridos), promoveram uma baladinha em casa. A festa começou cedo e terminou tarde, acreditem.
Juro que me assustei diante da postura do Lucca na festa: ele já não era mais aquela criancinha que a todo instante corria para mim. Era alguém com personalidade própria, vontades próprias, atitudes próprias. Pra falar a verdade, acabei dando risanda diante de seus jeitos e trejeitos com as meninas, a forma com que jogava o cabelo pro lado e falava com uma entonação mais grossa. Viemos embora com ele trocando telefones com as novas amigas e prometendo ligar...
E como ontem,u continuava firme no meu propósito do castigo, ele veio conversar comigo. Admitiu a pisada na bola, pediu desculpas e aceitou que a punição fosse mantida. No fim chorou e me abraçou, dizendo que me ama muito e perguntou se eu ainda o amava. Nos abraçamos bem forte, beijei sua testa e assumi que sou completamente doida por ele.
Talvez por já ter passado por tudo isso eu acredite que estou no caminho certo. Porque, afinal, ser mãe é andar tateando no escuro num emorme salão de baile.

Postado por Andréa (que deseja a todas a mães de bebês, adolescentes, jovens e adultos um Dia das Mães maravilhoso).

domingo, 2 de maio de 2010

Saudades da Vozinha.


O tempo definitivamente passa rápido e só damos conta disso quando nos lembramos de uma data comemorativa, etc etc, Digo isso porque quarta feira dia 05/05 faz 1 ano que minha Vozinha faleceu e sinceramente parece que foi esses dias.

Sabe às vezes eu ainda acho que é mentira, às vezes sou tomada por sentimentos muitos contraditórios, saudades, alegria, tristeza, medo, tudo misturado.

Para quem conheceu a minha Vó sabe o que eu quero dizer, ela sempre foi muito presente na minha vida, sempre foi um exemplo para mim, é muito difícil lidar com a saudade, por mais que eu saiba e sinta que ela cumpriu a missão e que tinha chegado a sua horinha, a falta física não diminui não ameniza e não some, ela esta lá escondida, pronta para aparecer e apertar o meu peito, me tirando o ar e fazendo as lágrimas simplesmente caírem.

Às vezes penso se ela esta me acompanhando, me velando lá de cima, protegendo e cuidando de mim como sempre fazia, penso também nos conselhos que ela me daria se ainda estivesse viva, penso em não decepcioná-la, penso muito nela, na maioria das vezes, penso com alegria, orgulho, curiosa em saber como ela esta, mas em outras é a saudade que toma conta e nesse caso só aquietando o coração mesmo.

Vó, eu to com muita saudade de você, 1 ano sem você já é tempo demais para quem viveu uma vida inteira com você.

Espero que os anjos estejam cuidando muito bem de você, pois daqui de baixo o céu continua mais azul.

Te amo Florzinha, muito e para sempre.


Postado por Juliana