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terça-feira, 18 de maio de 2010

Brasiliana di Cuore, Italiana di Anima !

Eu sempre acreditei em reencarnação e ao contrário de muitas pessoas, creio que já vivemos vidas anteriores.

Desde pequena, sempre fui fascinada pela Itália, claro que uma parte disto se deve ao fato de meu pai ser italiano, minha tia, irmã dele também é italiana, vive aqui no Brasil assim como meu pai, que tem 74 anos e está aqui a 56 anos.
Quando era pequena ouvia muitas canções italianas e muita gente pensou que ao longo do meu crescimento tudo se perderia e que com o tempo me desinteressaria. Muito pelo contrário ! Pois, continuo fascinada por tudo que envolve a Itália e sempre digo, que, eu fui sim italiana na outra vida e o mais engraçado é saber inclusive a minha origem, ROMANA !

Em todas as vezes que fui viajar para a Itália, quando vou para Roma, me identifico com aquela cidade como se já tivesse vivido em alguma época da minha vida lá.
Quando vejo o coliseu, me arrepio da cabeça aos pés ! Por mais que ali tenham ocorridos batalhas sanguinárias e brutais, me faz lembrar a época que vivi em Roma, porque eu sei que vivi (rs).
Como não se apaixonar por uma cidade, que você respira cultura, que em qualquer lugar que você pise, está pisando em milhares de anos de história.
Já fui para outras cidades na Itália, mas a minha ligação com Roma é impressionantemente forte.

Tudo que é relacionado a este país me encanta, adoro a Língua, a Música, a Cultura, a História e posso dizer, porque não, os homens italianos, pois cá entre nós, são os homens mais lindos e charmosos do mundo (rs).

A primeira vez que fui para a Itália, acredito que tinha uns 6 anos, conheci uma menina chamada Gisella, fizemos amizade e em algum tempo já comecei a soltar algumas palavras e frases em italiano, aliás, somos amigas até hoje, sempre que vou viajar para a Itália nos encontramos.

Aprendi a falar e escrever italiano e tudo por puro amor, estudando por conta própria, mantendo contato na época por “carta” com alguns amigos que fiz na Itália e com o passar do tempo por internet, que uso até hoje e me ajuda tanto a não esquecer e sim, só aprender mais e mais, claro que me atrapalho um pouco, mas consigo me comunicar muito bem.

A 1 mês e meio atrás fui fazer um cruzeiro, algo que nunca tinha feito. Mal sabia que me sentiria na Itália, já que o navio era de origem italiana e claro, quase todos os tripulantes eram italianos também, adorava ouvir aquela gente conversando, como acho lindo o sotaque, parece que falam cantando, não sei explicar.

Bem, enquanto meu sonho de morar na Itália (em Roma) não se realiza, vou me contentando em assistir a novela da Globo "Passione", pois com aquelas paisagens e lugares lindíssimos me sinto mais próxima deste país que tanto amo.

Postado por Diana (Que por coincidência tem o mesmo nome protagonista da novela Passione - rs)









segunda-feira, 17 de maio de 2010

Do tempo. Ou, sobre o envelhecer.


um mês tive que dar boas-vindas aos primeiros fios de cabelos brancos. Nunca havia me preocupado com isso antes, até porque, durante um bom tempo, coloria meus cabelos. Daí que quando resolvi deixar as madeixas da cor natural, me deparo com a surpresa.

Ok, concordo que cabelos brancos não são sinal de velhice. Meu irmão tem cabelos brancos desde os vinte e poucos anos – herança genética do meu avô, um senhor de 89 anos completamente grisalho desde a tenra idade também. Porém, como eu disse antes, me deparei com essa surpresa “desagradável” numa fase em que já vinha mastigando a idéia do envelhecer.

Envelhecer não é opção: é condição de vida. Ou você aceita e vai se adequando e aproveitando o que a maturidade lhe trás, ou vai viver como uma Susana Vieira, que jura por Deus que ainda tem 29 anos. Aliás, aceitar o RG é necessário para conseguir entender as mensagens contidas nas rugas.

Eu, por exemplo, não tive a tal crise dos 30 porque não me sentia com 30. Sempre tive um espírito muito jovem, tanto que certa vez um ex-chefe até me classificou como Peter Pan, o garoto que não queria crescer.

A crise só bateu quando percebi que meu filho estava com 10 anos.

Olhei pra trás e vi que uma década havia escorrido entre meus dedos.

Meu Deus! É muito tempo!, pensei.

Talvez porque tudo tenha acontecido de uma forma tão amedrontadoramente rápida eu não tenha sentido o tempo passar: a gravidez, a interrupção da adolescência tardia, o ganho da imensa responsabilidade de ser mãe solteira, a questão financeira, a questão emocional... Não tive tempo de ter crises...

No dia que percebi meus cabelos brancos também notei as linhas de expressão no meu rosto, as olheiras. Envelheci mesmo. E envelheci muito mais no último ano do que durante toda a última década.

A minha imagem no espelho é hoje o reflexo das minhas escolhas. Não sou mais menina. Aos quase 36 anos sou mulher.

Guardei para mim esse segredo, certa de que poucos iriam notar as sutis diferenças. Mas eis que o Zé me surpreende e confessa, como num sussurro, que também envelheceu. Olhei para seu rosto e de imediato não consegui ver nada de diferente, afinal, para mim ele ainda é um molecão!

Daí que diante da minha negativa, ele quis me provar mostrando fotos nossas tiradas ao longo de quase seis anos de convivência. E qual não foi a surpresa ao nos depararmos com tantas mudanças!

O tempo passou para os dois e deixou marcas. Talvez se a vida não tivesse judiado tanto dele, e não tivesse inventado tantos obstáculos para mim, talvez tivéssemos ainda o vigor dos vinte e poucos anos.

Talvez...

Mas se talvez o tempo não tivesse passado, jamais teríamos a oportunidade de amadurecer, nem de admirar a atual beleza de nosso olhar, que carrega tantas histórias pra contar.

Bem, pelo menos estamos no caminho de realizar uma vontade em comum: ficarmos velhinhos, sentados lá na varanda e mãos dadas. Pra sempre!


Postado por Andréa (que tem mesmo muita história para contar, e que ainda não aceitou totalmente a idéia de estar já na meia-idade...)



domingo, 16 de maio de 2010

QUANDO UMA ETAPA CHEGA AO FIM


QUANDO UMA ETAPA CHEGA AO FIM


Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final...Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações? Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu....Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado. Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco. O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar. As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora...Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem. Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração... e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais. Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal". Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará!Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és..E lembra-te :“Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão”

Texto de Fernando Pessoa


Postado por Juliana

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Sobre o Futuro

Como será o meu futuro? Ainda não sei...
Nos próximos dias estarei dando início numa nova fase da minha vida: morar sozinha.
Quando digo sozinha, quero dizer só comigo. Hoje eu não moro com a minha família, mas divido aluguel com uma amiga.


Mas essa fase passou, foi muito bom o tempo em que convivemos juntas divindo teto, dívidas, problemas, festas, choradeira assistindo filmes, sustos e tudo o mais.
Só que eu já não quero mais isso, eu preciso de espaço, de 100% de privacidade!
Vai sair mais caro? Vai, com certeza vai sair mais caro, pois é mais fácil dividir as despesas, mas eu não me importo. Não me importo porque é isso que eu quero!


Ao mesmo que tempo em que fico ansiosa me dá um friozinho na barriga, sabe?
Eu não tenho problemas em ficar sozinha, eu até gosto. Me acostumei a estar sozinha por conta da minha profissão, na maior parte do tempo estou sozinha em alguma cidade distante, então, essa parte eu vou tirar de letra.


Mas o frio na barriga bate... Será que vou conseguir cuidar de uma casa sozinha? Será que vou dar conta disso? Espero que sim!
A verdade é que acho que estou preparada pra isso. A decisão foi tomada depois de muito tempo pensando, depois de muitas considerações e muito pensar nos prós e nos contras.
Agora a ansiedade é pra pegar as chaves do apto, comprar as coisas que não tenho, ver tudo arrumadinho do meu jeito...


Então é isso! Aí vou eu, rumo à uma nova fase da minha vida!

Postado por Evy

quinta-feira, 13 de maio de 2010

O Terceiro Filho



Para quem já tem e para quem pretende ter!

Como diz o ditado:

O 1º filho é de vidro,
o 2º é de borracha,
do 3º para frente é de ferro!


A ORDEM DE NASCIMENTO DAS CRIANÇAS
*Irmãos mais velhos têm um álbum de fotografia completo, um relato
minucioso do dia que vieram ao mundo, fios de cabelo e dentes de leite
guardados. Já os caçulas penam para achar fotos do primeiro
aniversário e mal sabem a circunstâncias em que chegaram à família


O QUE VESTIR
*1º bebê -* Você começa a usar roupas para grávidas assim que o exame dá positivo
*2º bebê -* Você usa as roupas normais o máximo que puder
*3º bebê -* As roupas para grávidas SÃO suas roupas normais


PREPARAÇÃO PARA O NASCIMENTO
*1º bebê -* Você faz exercícios de respiração religiosamente
*2º bebê -* Você não se preocupa com os exercícios de respiração,afinal lembra que, na última vez, eles não funcionaram
*3º bebê -* Você pede a anestesia peridural no oitavo mês


O GUARDA-ROUPAS
*1º bebê -* Você lava as roupas que ganha para o bebê, arruma de acordo com as cores e dobra delicadamente dentro da gaveta
*2º bebê -* Você vê se as roupas estão limpas e só descartas aquelas com manchas escuras
*3º bebê -* Meninos podem usar rosa, né?


PREOCUPAÇÕES
*1º bebê -* Ao menor resmungo do bebê, você corre para pegá-lo no colo
*2º bebê -* Você pega o bebê no colo quando seus gritos ameaçam acordar o irmão mais velho
*3º bebê -* Você ensina o mais velho a dar corda no móbile do berço


A CHUPETA
*1º bebê -* Se a chupeta cair no chão, você guarda até que possa chegar em casa e fervê-la
*2º bebê -* Se a chupeta cair no chão, você a lava com o suco do bebê
*3º bebê -* Se a chupeta cair no chão, você limpa na camiseta e dá novamente ao bebê


TROCA DE FRALDAS
*1º bebê -* Você troca as fraldas a cada hora, mesmo se elas estiverem limpas
*2º bebê -* Você troca as fraldas a cada duas ou três horas, se necessário
*3º bebê -* Você tenta trocar a fralda antes que as outras crianças reclamem do mau cheiro


ATIVIDADES
*1º bebê -* Você leva seu filho para as aulas de musicalização para bebês, teatro, contação de história...
*2º bebê -* Você leva seu filho para as aulas de musicalização para bebês
*3º bebê -* Você leva seu filho para o supermercado, padaria...


SAÍDAS
*1º bebê -* A primeira vez que sai sem o seu filho, liga cinco vezes paracasa para saber se ele está bem
*2º bebê -* Quando você está abrindo a porta para sair, lembra de deixar o número de telefone de onde vai estar.
*3º bebê -* Você manda a babá ligar só se ver sangue


EM CASA
*1º bebê -* Você passa boa parte do dia só olhando para o bebê
*2º bebê -* Você passa um tempo olhando as crianças só para ter certeza que o mais velho não está apertando, beliscando ou batendo no bebê
*3º bebê -* Você passa um tempinho se escondendo das crianças


ENGOLINDO MOEDAS
*1º bebê -* Quando o primeiro filho engole uma moeda, você corre para o hospital e pede um raio-x
*2º bebê -* Quando o segundo filho engole uma moeda, você fica de olho até ela sair
*3º bebê -* Quando o terceiro filho engole uma moeda, você desconta da mesada dele.


Agora me diz,quem já passou do segundo filho...é ou não é parecida essa história??

Até a próxima pessoal,sei que deixei voces com a pulga atras da orelha e irão continuar..hahahahaha

Amei este texto,obrigada Afrodite...

Postado por Gabriela

terça-feira, 11 de maio de 2010

A Vida é feita de Escolhas....


......E o amor é uma delas.


Acredito piamente que a vida de cada um de nós é composta por uma sucessão ininterrupta de escolhas. Fazemos escolhas todo tempo, desde as mais simples e “automáticas”, até as mais complexas, elaboradas e planejadas. Quanto mais maduros e conscientes nos tornamos, melhores e mais acertadas são as nossas escolhas.
Assim também é com o amor. Podemos escolher entre amar e não amar. Afinal de contas, o amor é um risco, um grande e incontrolável risco. Incontrolável porque jamais poderemos obter garantias ou certezas em relação ao que sentimos e muito menos ao que sentem por nós. E grande porque o amor é um sentimento intenso, profundo e, portanto, o risco de sofrermos se torna obviamente maior!
Por isso mesmo, admiro e procuro aprender, a cada dia, com os corajosos, aqueles que se arriscam a amar e apostam o melhor de si num relacionamento, apesar das possíveis perdas. Descubro que o amor é um dom que deve vir acompanhado de coragem, determinação e ética.
Não basta desejarmos estar ao lado de alguém, precisamos merecer. Precisamos exercitar nossa honestidade e superar nossos instintos mais primitivos. É num relacionamento íntimo e baseado num sentimento tão complexo quanto o amor que temos a oportunidade de averiguar nossa maturidade.
Quanto conseguimos ser verdadeiros com o outro e com a gente mesmo sem desrespeitar a pessoa amada? Quanto conseguimos nos colocar no lugar dela e perceber a dimensão da sua dor? Quanto somos capazes de resistir aos nossos impulsos em nome de algo superior, mais importante e mais maduro?
Amar é, definitivamente, uma escolha que pede responsabilidade. É verdade que todos nós cometemos erros. Mas quando o amor é o elo que une duas pessoas, independentemente de compatibilidade sanguínea, família ou obrigações sociais, é preciso tomar muito cuidado, levar muito o outro em conta para evitar estragos permanentes, quebras dolorosas demais.
O fato é que todos nós nos questionamos, em muitos momentos, se realmente vale a pena correr tantos riscos. Sim, porque toda pessoa que ama corre o risco de perder a pessoa amada, de não ser correspondida, de ser traída, de ser enganada, enfim, de sofrer mais do que imagina que poderia suportar. Então, apenas os fortes escolhem amar!
Não são os medos que mudam, mas as atitudes que cada um toma perante os medos. Novamente voltamos ao ponto: a vida é feita de escolhas. Todos nós podemos mentir, trair, enganar e ferir o outro. Mas também todos nós podemos não mentir, não trair, não enganar e não ferir o outro.
Cada qual com o seu melhor, nas suas possibilidades e na sua maturidade, consciente ou não de seus objetivos, faz as suas próprias escolhas. E depois, arca com as inevitáveis conseqüências destas.
Sugiro que você se empenhe em ser forte a fim de poder usufruir os ganhos do amor e, sobretudo, evitar as dolorosas perdas. Mas se perceber que ainda não está pronto, seja honesto, seja humilde e ao invés de jogar no chão um coração que está em suas mãos, apenas deixe-o, apenas admita que não está conseguindo retribuir, compartilhar…
E então você, talvez, consiga compreender de fato a frase escrita por Antoine de Saint Exupéry, em seu best seller O Pequeno Príncipe: “Você se torna eternamente responsável por aquilo que cativa”.
Porque muito mais difícil do que ficar ao lado de alguém para sempre é ficar por inteiro, é fazer com que seja absolutamente verdadeiro… ou então partir, inteira e verdadeiramente também! E é exatamente isso que significa sermos responsáveis por aquilo que cativamos…

Texto de Rosana Braga


Postado por Diana

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Eu e o Forró

E então que nos últimos tempos não tenho vivido os dias mais felizes da minha vida, estresse, cansaço, doença, decepção e etc...
Mas eu não quero fazer mais um post falando isso... Então, resolvi falar sobre algo que me deixa alegre e que me ajuda a mandar embora as vibrações ruins.

Quando eu estou assim, do jeito que estou essa semana, eu gosto de ir pro forró...
É isso mesmo, forró... Geralmente eu ía ao Remelexo que era do lado de casa e eu ía andando mesmo, agora que moro no pântano está mais complicado porque é bem longinho, mas enfim...
Eu gosto de ir pro forró porque quando estou lá dançando eu esqueço de todo o mundo, esqueço de tudo que rola lá fora, de todos os problemas, do estresse do trabalho, do amor mal resolvido, do apto que não acho.
Quando estou lá dançando é como se nada disso existisse, é como se o mundo todo se resumisse aquele momento.
Pra mim o forró não é uma balada sabe? Quando vou ao forró vou com uma única intenção: DANÇAR, e dançar muito, o máximo que eu puder, até não aguentar mais, até doer as pernas e eu ter que pedir pinico.
Tá certo que sempre tem um ou outro mocinho sem noção que se aproveita da dança pra querer armar a barraquinha, mas quando vejo que começa a rolar coisa do gênero eu digo que minha perna está doendo e saio de fininho...
Mas tirando isso, o forró é a minha melhor válvula de escape.
E no momento eu estou precisando desesperadamente dessa válvula!!!

Postado por Evy (que no momento está ouvindo Alceu, Geraldo, Elba & Ze Ramalho - O Grande Encontro I, II e III e está se segurando pra não sair dançando sozinha pela sala no trabalho)