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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Sai pra Lá Neura


Cada pessoa quando faz 30 anos diz que algo mudou, que está mais madura, ou que se sente melhor aos 30 do que se sentia aos 20, etc, etc.

No meu caso a única coisa que mudou em mim após os 30 anos, foi a neura que fiquei em relação as rugas. Nunca imaginei ficar neurótica assim. Aquela ruguinha que apareceu abaixo dos olhos, na testa e pra ajudar pálpebras caídas.
Quando somos jovens, tudo é festa, tudo é alegria, porque sua pele é linda maravilhosa e você ACHA que vai continuar com a sua pele de pêssego pelo resto da vida.

Eu, sempre fui uma pessoa que adorava tomar sol, mas tomar sol mesmo, de passar óleo e ficar lá estirada igual a uma lagartixa, em pleno sol do 12 dia, cheguei a passar junto com a minha prima, coca-cola no corpo para bronzear e assim se vão as loucuras da juventude.

Hoje, procuro me cuidar mais, passo protetor todos os dias antes de sair de casa, na praia, não tomo tanto sol como antigamente,
porem os danos que o sol já causou na minha pele, serão eternos e foi depois dos 30 que comecei a perceber a mudança na minha pele.

Claro que não demorou muito para eu correr em uma dermatologista para ver se ela poderia fazer algum tipo de “milagre”. Chegando na consulta me deu alguns cremes, ácidos, mudou o protetor solar,etc. Comentei sobre algumas linhas de expressão na testa e a resposta foi imediata, ai só com botox, nossa ! Quase morri de susto, porque se pra ela botox é a última opção, pra mim piorou, porque não quero ter 30 anos com aquela cara do coringa do Batman, tô fora kkkkkkkkk.
Sei que ter rugas é algo natural, todos iremos envelhecer, dizem que são sinais de toda a experiência vivida ao longo dos anos. Só que na teoria acho que é mais fácil do que na “prática”, porque quando elas aparecem, ai que realmente vamos perceber o quanto ela incomoda, isso no meu caso, porque deve ter gente que não se importa com elas.

Se pudesse voltar no tempo, algo que faria diferente seria usar mais filtro solar e não extrapolar tanto no sol, cuidar mais de mim e da minha pele, que poderia sim até hoje ser uma pele de pêssego, mas que não é devido a tantas falta de responsabilidade.

Pode ser imaturidade da minha parte não aceitar as minhas rugas e o que deveria enfiar na minha cabeça de uma vez por todas, é algo simples, que isso tudo aqui é apenas uma carcaça e não fará muita diferença no futuro ter ou não ter rugas, porque o fim será igual pra todos. Mas vai enfiar isso na minha cabeça neurótica. Acho que tenho que fazer terapia : - P


Postado por Diana

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Das perdas.


Esses primeiros dias do ano não estão sendo nada fáceis. A alegria que contagiou a todos, estancou pra mim logo na segunda semana.

Explico: a minha avó adoeceu, ficou quase 20 dias no hospital e faleceu no último dia 29.

Perdi meu brilho, minha alegria. Há um vazio imenso dentro de mim.

Era ela quem cuidava de mim, zelando mais do que minha própria mãe. Ela me ligava quase todos os dias para saber se estava tudo bem, para bater papo, perguntar do Lucca, do Lilo, do Zé. Ela era a minha maior fã, minha defensora, minha amiga.

Tudo o que eu sei sobre o amor aprendi com ela.

E agora é como se eu tivesse ficado sozinha na sala de aula da vida, exposta aos olhares curiosos das pessoas que me obrigam a ter forças, ter maturidade, agir de forma correta.

E eu só sinto saudades. Muitas saudades.

Ontem, por exemplo, foi um dos dias mais tristes desse processo. Porque era aos domingos que eu ia por o papo em dia, tomar café, beliscar guloseimas e receber carinho. E caso eu não aparecesse por lá, certamente teria uma ligação perguntando sobre meu final de semana.

Ontem não teve a ligação. Só o silêncio.

E hoje eu amanheci vazia, e ao mesmo tempo lotada de coisas para contar para ela.

Não tenho dúvidas que a amo muito mais do que a minha própria mãe.

Por isso sofro.

Por isso perdi o brilho.

Não estava preparada para uma perda como essa. Juro, não sabia o que era perder uma "mãe".

Talvez a cena mais dolorida, e que ainda martela na minha cabeça, foi o momento em que seu caixão baixou à sepultura. Ali tive a certeza do fim do nosso vínculo físico.

Não haverá mais carinhos, nem cafunés, nem o colo, nem as mãos pequenas que seguravam as minhas. O cheiro do seu peito dança em minha memória, assim como cada detalhe do seu rosto.

Ver o caixão ser coberto pela terra e, logo depois, pela grama, foi demais doloroso.

Chorei tanto quanto choro agora, nesse momento.

Eu sei que a vida continua, que é preciso olhar pra frente, que tenho que ter forças para cuidar de mim, do meu filho, da minha vida. Mas é como se eu tivesse perdido meu mais precioso aliado na batalha diária. Me sinto na linha de frente, frágil como um alvo fácil.

Ainda na dor da perda da minha avó, menos de uma semana depois, recebo outra notícia de falecimento.

Dessa vez de uma pessoa que já foi até personagem de um dos meus textos (o Qual é a sua causa
?, publicado em outubro do ano passado). Essa amiga querida nos deixou no alto dos seus 27 anos, levada por um câncer implacável.


Outra paulada...

E logo ela, que tanto queria pertencer a esse grupo, e brindar com Lambrusco a vida e a alegria.

Não deu tempo.

Saber que a Cibele não vai mais me chamar de "Minha Florrrrr", com aquele erre arrastado, e contar suas histórias, e dar suas risadas porque compramos vestidos e sapatos iguais, assim, sem querer, também me dói. Uma amiga como ela vai fazer falta pra sempre. Uma lição de vida como a que ela me passou ficará guardada pra sempre também.

As perdas desse ano valeram por todas as outras da minha vida.

E os danos... Ah! esses ficarão para o resto da minha vida.



Postado por Andréa, que ainda não conseguiu escrever tudo aquilo que está sentindo porque simplesmente a tristeza ainda a impede.




domingo, 7 de fevereiro de 2010

Bom como o Vinho.



Já escutaram aquela expressão,
Existem pessoas que são iguais ao Vinho, quanto mais passa o tempo, melhores elas ficam.
Eu acredito plenamente nessa teoria, acho que o tempo, a experiência, a maturidade, e os anos fazem total diferença na nossa vida.

Quem de vocês não concorda que hoje os pensamentos e as atitudes são muitos melhores do que antigamente, e que os anos não trazem apenas a carga da idade, mas trazem principalmente sabedoria e maturidade, e é exatamente ai que nos comparamos com o Vinho.

O vinho, quanto mais Maturado, melhor é o seu sabor e suas características, e isso reflete a nós humanos. Eu vejo por mim, comparando a Juliana hoje com a Juliana de 20 anos, eu sou muito mais a Juliana de hoje (lógico que não levando em comparação o quesito físico rsrs), mas sou muito mais madura hoje (até em relação ao quesito físico rsrs), mais segura e mais feliz.

Tenho ainda muito a aprender e a “maturar” digamos assim, e sei que daqui a 10 anos eu estarei muito melhor do que estou hoje, nossas prioridades mudam nossos pensamentos, atitudes.

Acho que o Ser Humano nunca anda para traz (pelo menos não deveria) e se souber aproveitar com sabedoria o que a vida mostra, tenho certeza que a safra do seu vinho só terá as melhores uvas.

E você, qual o tempo de Maturação e qual a Safra que você escolhe para o seu Vinho.

Beijos e Tin Tin
Postado por Juliana

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Saber Viver


Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é...Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... Saber viver!!!

Charles Chaplin

Postado por "De Salto Alto & Batom"

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Mamãe, cadê o espermatozóide ????



Este é um assunto que esta cada vez me intrigando mais, afinal, não se fala em outra coisa. A Inglaterra começará com a aula de educação sexual a partir de 7 anos.

Quando escutei, fiquei pensando muito sobre este assunto, fiquei olhando para minha filha que tem quatro anos quatro meio e pensei o que seria a minha filha ter suas aulas de educação sexual.

Uma criança de 7 anos deve aprender na escola como são formados os óvulos e os espermatozóides? O que é orgasmo?

E mais do que isso: nessa idade, ela pode receber informações sobre abuso sexual, emocional e violência doméstica?

Os objetivos são evitar o abuso sexual infantil e diminuir o índice de gravidez na adolescência.

Sinceramente, não estou de acordo. Cadê a inocência das crianças?

Claro que as escolas têm que dar uma orientação sexual, mas precisa ser tão cedo, que nesta idade a criança não tem uma opinião, não tem maturidade para abordar um assunto deste.

Na minha época,quando tinha 7 anos brincava de casinha com bonecas,tinha amiguinho, claro, mas sempre na maior inocência, ninguém sem malicia. E gostaria que a minha filha fosse assim nesta idade,brincando de casinha com bonecas,sem ficar pensando que para o bebê nascer tem que ter relação sexual.

No Brasil, estados e municípios podem incluir aulas de educação sexual a partir da quarta série do Ensino Fundamental, quando a criança tem por volta dos dez anos de idade.

O Governo Federal tem um programa para adolescentes e jovens dos 13 aos 24 anos. Os alunos aprendem e discutem temas como: prevenção de doenças sexualmente transmissíveis; gravidez na adolescência; diversidade sexual; e reprodução. Dois terços das escolas públicas brasileiras adotam esse programa.

Segundo o governo, as campanhas ajudam a explicar a queda nos números da gravidez de meninas e adolescentes.

Gostaria de uma saber qual é sua opinião para este assunto.Você concorda da criança aprender educação sexual a partir dos 7 anos?

Até a próxima pessoal....

Postado por Gabriela

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Eu tenho preguiça!


Eu gostaria muito de saber de onde veio o conceito de que sentir preguiça é ruim, que pessoas preguiçosas não merecem nosso crédito e todo aquele papo que os mais antigos passam, geração após geração.
Quando estou na minha cama às 11 da manhã eu me pergunto: que mal há em curtir esta preguiça? Qual o problema de passar um dia usando pijama e de noite, pós-banho, apenas trocar o pijama e voltar a dormir? Por que apreciar estes momentos me faz ser uma pessoa pior do que outra que gosta de acordar cedo e se manter ativa o dia todo?
O antropólogo Domenico de Masi e o personagem Garfield são os ícones, para mim, das benfeitorias da “preguicinha”. Se o primeiro é o pai do chamado “ócio criativo” e explica muito bem o que podemos fazer nestes momentos tão nossos, o segundo usa e abusa do estilo “viva o ócio” de ser. E eu faço deles o meu estilo de vida.
Eu tenho preguiça e não faço segredo sobre isso. Isso não me faz ser uma pessoa que pense menos, que execute menos ou ainda que viva menos. Eu apenas faço as coisas no meu tempo. Há dias em que tudo o que eu quero é ver as coisas em slow motion. E daí que a gente acabou de comer e a louça está na pia? Ela continuará lá quando eu for lavar, não importa a hora. Me deixe curtir a preguiça pós-refeição. E daí que o sol está brilhando lá fora? Minha cama está uma delícia e eu prefiro estar nela agora do que suando lá na rua. E daí que o mundo tá girando? Se eu ficar aqui parada vejo tudo de camarote.
Estes dias a vizinha aqui debaixo bateu na minha porta, às 2h da tarde, sem me avisar que viria. Meu filho e eu estávamos de pijamas ainda, mesmo que já estivéssemos acordados há algum tempo. Tava friozinho, chovendo, um dia ótimo pra fazer nada. Ela veio e eu fui abrir a porta e fiquei super sem graça ao constatar que eu estava usando pijama. Até porque a cara dela quando me viu não foi das melhores. Boba que sou, ainda disse: ah, você me desculpa, eu ainda não me troquei. Então ela me perguntou se eu podia dar para ela o telefone da empresa que colocou grade na minha varanda, há 2 anos. É óbvio que eu não tenho este número. Nem sei o nome da empresa, fala sério. E então ela perguntou se eu podia ver umas empresas para ela. Foi então que eu percebi que quem tinha que me pedir desculpas era ela. Eu estava na minha casa, de pijama. Ela veio até aqui, se avisar, me olha torto e ainda me pede para procurar empresas que prestarão serviços para ela? Sinceramente, analisando por este ângulo, têm coisas muito piores do que ser preguiçosa.
Todos nós temos aquele dia da preguiça, aquela vontade de não fazer nada. Só que alguns têm mais do que outros e eu sou uma delas. Minha mãe já encheu muito a minha cabeça com isso e eu cresci meio que achando que eu era estranha, porque só gostava de arrumar minha cama quando eu ia deitar nela de novo (risos – desculpe, é impossível, para mim, ler isso e não rir). Mas, na verdade, com o tempo eu comecei a perceber que o problema não é fazer, mas sim, fazer quando os outros querem. Eu não sou assim. Só de pensar em obedecer já me dá uma preguiiiiiça... Eu tenho meu tempo para agir, para pensar e para criar. E valorizar isso é super importante até porque, é nos meus momentos de mais gostoso ócio, que eu encontro coisas boas para fazer, temas novos para escrever, lugares para passear. Este tempo de preguiça é muito importante para a minha higiene mental e só quem convive comigo sabe o quanto estar em dia com isso é vital para coexistir no mesmo ambiente que eu.
Eu sou uma pessoa preguiçosa sim e não ligo, porque eu conheço o meu ritmo e sei que nada fica para trás. Preguiça não é desleixo, tampouco irresponsabilidade. É apenas olhar o relógio e acreditar que cada minuto tem, pelo menos, 120 segundos.
E, como diria o Garfiled: “Viva o ócio e que venham as lasanhas!”


Postado por Denise

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

S.O.S. NATUREZA


O ano mal começou e as únicas que vemos na TV são tragédias e mais tragédias. Quase todas elas ligadas a natureza, como terremotos, chuvas excessivas, enchentes, nevascas.
Podemos dizer que isto é apenas uma resposta da natureza contra todos nós, porque TODOS NÓS sem exceção fazemos algo, mesmo que inconscientemente para agredir e prejudicar a natureza de alguma forma.

Ao longo desses milhares de anos nossa espécie passou por muitas mudanças em seu desenvolvimento, desde os homo sapiens até hoje, porem acredito que os homo sapiens eram mais evoluídos que nós.
Tudo que está ocorrendo no planeta não é nada além de uma resposta da natureza a todos nós seres humanos.

Deus entregou o mundo nas mãos do homem, pois confiava nele, o deixou livre para tomar suas próprias decisões, com certeza crendo que só haveriam progressos, mas não é isso que vemos nos dias de hoje.
Fazemos parte da natureza e se a matamos estamos matando a si próprio, porque fazemos parte dela.

Segue algumas dicas para tornar nossos dias mais ecologicamente corretos:

1 - Utilize cores claras na pintura das paredes e do teto. Assim, a quantidade de lâmpadas necessárias diminui.
2 - Abra as janelas! Durante o dia, deixe a luz invadir a casa. Evite o uso de cortinas escuras.
3 - Use lâmpadas fluorescentes. Além de consumir menos energia, elas iluminam mais do que as tradicionais incandescentes (20W equivalem a 100W da tradicional).
4 - Prefira pilhas e baterias recarregáveis.
5 - Utilize sempre objetos reutilizáveis, como copos de vidro e canecas de alumínio.
6 - Evite comprar produtos com muitas embalagens. Prefira as mais compactas.
7 - Troque as sacolas de plástico por sacolas de lona. Leve-as ao supermercado sempre que puder.
8 - Dê prioridade ao uso de papel reciclado.
9 - Compacte o lixo antes de jogá-lo fora. Amasse as latinhas e garrafas PET.
10 - Faça o degelo do refrigerador periodicamente. O acúmulo de placas de gelo aumenta o consumo.
11 - Não coloque alimentos quentes na geladeira. Caso a receita exija o choque térmico, disponha o alimento nas prateleiras inferiores.
12 - Deixe o refrigerador longe de fogão, forno ou de janela que pegue muito sol.
13 - Pense antes de abrir a geladeira: a porta deve ficar aberta o mínimo possível. Verifique as borrachas com freqüência.
14 - Tampe bem as panelas durante o cozimento dos alimentos. Assim, você diminui o consumo de gás. Sempre que possível, use panela de pressão.
15 - Evite a incidência direta de correntes de ar no fogão. Isso também diminuirá o consumo de gás.
16 - Alimentos duros como feijão e grão-de-bico podem ser deixados de molho na água horas antes do cozimento. Isso diminui o tempo de fogo.
17 - Evite abrir a porta do forno com freqüência.
18 - Ao lavar a louça, utilize uma bacia com água e sabão. Só depois de esfregar tudo realize o enxágüe. Livre-se dos restos de comida antes de levar a louça para a pia.
19 - Dirija sempre de modo suave. Evite grandes arrancadas ou freadas, que elevam o consumo de combustível.
20 - Na estrada, mantenha uma velocidade média entre 80 e 110 km/h. Variar muito a velocidade ou correr demais consome mais combustível.
21 - Deixe as roupas de molho por algumas horas antes de lavá-las.
22 - Espere juntar uma quantidade razoável de roupa para ligar a máquina de lavar.
23 - Regue as plantas de manhã ou à tarde. O calor do meio-dia faz com que a água evapore e não sirva às plantas. Molhe a terra, não as folhas.
24 - O quintal deve ser varrido com a vassoura, não com a mangueira.
25 - Conserte os eventuais vazamentos. Uma torneira pingando consome 46 litros de água por dia.
26 - Instale bicos arejadores. Eles dão sensação de mais volume de água, diminuindo o consumo.
27 - Não tome banhos muito demorados. O tempo ideal é de 10 a 15 minutos.
28 - Regule o chuveiro conforme a estação: assim, você evita desperdícios principalmente durante o verão
29 - Não escove os dentes ou faça a barba com a torneira aberta.
30 - Não jogue lixo no vaso sanitário.
31 - A válvula da descarga deve estar sempre bem regulada.

Depende de nós como será o planeta que deixaremos de herança para nossos filhos e netos, vamos fazer a nossa parte.
Afinal, não é a natureza que precisa de nós e sim nós dela.


Postado por Diana, que hoje não deixa mais a torneira aberta enquanto lava louça : - )