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terça-feira, 30 de junho de 2009

Normal ou Cavada ???


O texto relata como é realmente o procedimento de uma depilação, e como as mulheres se sentem ao deixar a perereca inteiramente bonitinha, higiênica e confortável.
É longo, mas hilário, vale a pena ler até o final !


"Tenta sim. Vai ficar lindo.

"Foi assim que decidi...

Por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha.

Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve.

Mas acho que pentelho não pesa tanto assim.

Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa.

Eu imaginava que ia doer, porque elas ao menos me avisaram que isso aconteceria.

Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética.


- Oi, queria marcar depilação com a Penélope.

- Vai depilar o quê?- Virilha.- Normal ou cavada?

Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada.

Mas já que era pra fazer, quis fazer direito.

- Cavada mesmo.- Amanhã, às...

Deixa eu ver...13h?

- Ok. Marcado.


Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves, porque sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique. Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui.

Assim que cheguei, Penélope estava esperando.

Moça alta, mulata, bonitona. Oba, vou ficar que nem ela, legal.Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado.Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor.De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas.

Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas.Uma mistura de Calígula com O Albergue. Já senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso cantinho: uma maca, cercada de cortinas.

- Querida, pode deitar.

Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca.
Mas a Penélope mal olhou pra mim.
Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha.
Ali estavam os aparelhos de tortura.
Vi coisas estranhas.Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça.
Meu Deus, era O Albergue mesmo.

De repente ela vem com um barbante na mão.

Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.

- Quer bem cavada?
- É... é, isso.Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.
- Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco senão vai doer mais ainda.
- Ah, sim, claro.Claro nada, não entendia porra nenhuma do que ela fazia.

Mas confiei.

De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma espátula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).

- Pode abrir as pernas.
- Assim?
- Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado.
- Arreganhada, né?

Ela riu. Que situação.

E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha Virgem.
Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar.Foi rápido e fatal.
Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca.Não tive coragem de olhar.
Achei que havia sangue jorrando até o teto.
Até procurei minha bolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o Samu.
Tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo supernatural.

Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa.
Eu havia esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.

- Tudo ótimo. E você?

Ela riu de novo como quem pensa "que garota estranha".
Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes.
O processo medieval continuou.
A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope.

Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer. Todas recomendam a todos porque se cansam de sofrer sozinhas.

- Quer que tire dos lábios?
- Não, eu quero só virilha, bigode não.
- Não, querida, os lábios dela aqui ó.

Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios ? Putz, que idéia.Mas topei.

Quem está na maca tem que se lascar mesmo.
- Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor.

Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail.
- Olha, tá ficando linda essa depilação.
- Menina, mas tá cheio de encravado aqui.

Olha de perto.Se tivesse sobrado algum pentelhinho, ele teria balançado com a respiração das duas.
Estavam bem perto dali.
Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo.

"Me leva daqui, Deus, me teletransporta".

Só voltei à terra quando entre uns blábláblás ouvi a palavra pinça.
- Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá?

- Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada.

Estava enganada.Senti cada picadinha daquela pinça filha da mãe arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida.

E quis matá-la. Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.
- Vamos ficar de lado agora?
- Hein?
- Deitar de lado pra fazer a parte cavada.

Pior não podia ficar. Obedeci à Penélope.
Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.

- Segura sua bunda aqui?
- Hein?
- Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda.Tive vontade de chorar.

Eu não podia ver o que Pê via.
Mas ela estava de cara para ele, o olho que nada vê.
Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena?
Nem minha ginecologista.
Quis chorar, gritar, peidar na cara dela, como se pudesse envenená-la.
Fiquei pensando nela acordando à noite com um pesadelo.
O marido perguntaria:- Tudo bem, Pê?
- Sim... sonhei de novo com o cu de uma cliente.
Mas de repente fui novamente trazida para a realidade.
Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu Twin Peaks.
Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação.
Sei que ela deve ver mil cus por dia.
Aliás, isso até alivia minha situação.Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos?
E aí me veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá?
Fui impedida de desfiar o questionamento.

Pê puxou a cera.

Achei que a bunda tivesse ido toda embora.
Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesse ali.
Com certeza não havia nem uma preguinha pra contar a história mais.
Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo.
Sons guturais, xingamentos, preces, tudo junto.

- Vira agora do outro lado.Porra.. por que não arrancou tudo de uma vez?

Virei e segurei novamente a bandinha.
E então, piora. A broaca da salinha do lado novamente abre a cortina.
- Penélope, empresta um chumaço de algodão?
Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos.
Era dor demais, vergonha demais.

Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem?
Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito.
Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente.

- Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha.
- Máquina de quê?!
- Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.
- Dói?
- Dói nada.
- Tá, passa essa merda...
- Baixa a calcinha, por favor.

Foram dois segundos de choque extremo.Baixe a calcinha, como alguém fala isso sem antes pegar no peitinho?

Mas o choque foi substituído por uma total redenção.
Ela viu tudo, da perereca ao cu.O que seria baixar a calcinha?
E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.

- Prontinha. Posso passar um talco?
- Pode, vai lá, deixa a barbie grisalha.
- Tá linda! Pode namorar muito agora.
Namorar...namorar... eu estava com sede de vingança.

Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso.
Mas doía e incomodava demais.
Queria matar minhas amigas.
Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra isso.
Queria fazer passeatas, criar uma lei antidepilação cavada.


Então rapazes, na próxima vez que verem uma ABIGAIL bonitinha por ai..
Parem, pensem, lembrem-se deste texto e CAPRICHEM!
É o minimo que vcs podem fazer pra retribuir.Ok?


(Autora Desconhecida)


Postado por Diana

segunda-feira, 29 de junho de 2009

De Salto Alto e Batom.

Ontem tive um dia daqueles.
Aliás, ultimamente meus dias têm sido tumultuados, confusos, cheios de dúvidas e incertezas. Parece até que meu chão se abriu.
É que a velocidade das mudanças está sendo implacável comigo, e as responsabilidades que assumi recentemente ao decidir morar sozinha com meu filho estão se acumulando.
E esse mundo é tão novo e tão diferente de tudo o que eu havia imaginado que estou até meio perdida.
Pra ser clara: o profissional desandou, por isso a preocupação. Nada tem dado certo, negócios são desfeitos na última hora. E as contas não esquecem o endereço da minha casa.
Procuro não chorar nem me desesperar na frente do Lucca porque eu não quero que ele pense que a mãe dele é fraca.
E como confusão não vem em conta-gotas, pra ajudar o meu relacionamento também não vai nada bem: eu e o Zé não conseguimos falar a mesma língua e, de repente, até nossos sonhos se tornaram conflitantes.
Com tudo isso, lembrei do filme "A Vida é Bela", em que Guido (Roberto Benigni) é levado para um campo de concentração nazista e tem que usar sua imaginação para fazer com que seu filho acredite que estão participando de uma grande brincadeira. O intuito desse pai é de protegê-lo do terror e da violência que os cercam criando uma grande e doce ilusão.
Me senti um pouco a protagonista dessa história tão delicada mas, ao mesmo tempo tão cruel. A diferença é que eu tento mostrar a realidade pro Lucca sem assustá-lo. Afinal não seria justo maquiar a vida pra deixá-la como ela não é.
E no meio de tanta turbulência, ontem tive um daqueles raros e prazerosos momentos sem problemas, sem contas, sem coração partido.
Em pleno domingo gelado fui me encontrar com as meninas do nosso querido blog em uma pizzaria bacana. Apesar da ausência da Mel e da Gabi, demos muitas risadas, conversamos muito, brindamos a amizade e a vida com um belo Merlot (e com refrigerante também) e, claro, comemos pizzas deliciosas também.
E pra variar, o encontro dessa vez foi aberto para alguns homens (no caso o Leandro, marido da Denise, o Márcio, namorado da Diana e o Lucca, que foi de bom grado e também se divertiu muito). Foi um encontro De Salto Alto e Batom, com alguns pares de tênis.
Foi muito bom mesmo - algo como revigorante ou renovador.
E querem saber de uma coisa?
Não existe remédio mellhor pra curar aflições do que a amizade.
Hoje meus problemas ainda estavam por aqui, mas minha alma está tão leve que eu consegui até achar uma ou duas saídas.
E querem saber de outra coisa?
A tormenta vai passar.
Porém, se o meu mundo ruir de vez, terei a certeza de que conto com "travesseiros" preciosos, chamados Juliana, Diana, Denise, Gabriela e Melissa.

Postado por Andréa

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Bastidores antes de um encontro.


Acho esse texto excelente por isso resolvi postar.
É grande, mas vale muito a pena, é divertidíssimo !

Quando um homem chama uma mulher para sair, não sabe o grau de estresse que isso desencadeia em nossas vidas. Durante muito tempo fiquei achando que eu era uma estressada, maluca, que não sabia lidar com isso, mas conversando com diversas pessoas cheguei à conclusão de que esse estresse é um denominador comum a quase todas as mulheres, ainda que em graus diferentes (ou será que sou eu que só ando com gente estressada?).

O que venho contar aqui hoje é mais dedicado aos homens do que às mulheres. Acho importante que eles saibam o que se passa nos bastidores.

Você, mulher, está flertando um Zé Ruela qualquer. Com sorte, ele acaba te chamando para sair. Vamos supor, um jantar. Pronto, acabou seu último minuto de paz. Ele diz, como se fosse a coisa mais simples do mundo: "Vamos jantar amanhã?". Você sorri e responde, como se fosse a coisa mais simples do mundo: "Claro, vamos sim".

Começou o inferno na Terra. Foi dada a largada. Você começa a se reprogramar mentalmente e pensar em tudo que tem que fazer para estar apresentável até lá. Cancela todos os seus compromissos e começa a odisséia. Evidentemente, você também pára de comer, afinal, quer estar em forma no dia do jantar (mulher sempre se acha gorda). Daqui pra frente você começa a fazer a dieta do queijo: fica sem comer nada o dia inteiro, e quando sente que vai desmaiar come uma fatia de queijo. Muito saudável.

Primeira providência: fazer mãos e pés. Quem se importa se é inverno e você provavelmente vai usar uma bota de cano alto? Mãos e pés tem que estar feitos - e lá se vai uma hora do seu dia. Vocês (homens) devem estar se perguntando: "Mão tudo bem, mas porque pé se ela vai de botas?". Lei de Murphy. Sempre dá merda. Uma vez pensei assim e o infeliz me levou para um restaurante japonês daqueles em que tem que tirar o sapato para sentar naqueles tatames. Tomei bonito! Tive que tirar o sapato com aquela sola do pé cracuda, esmalte semi-descascado e cutícula do tamanho de um champignon!

Vai que ele te coloca em alguma outra situação impossível de prever, daquela que te obriga a tirar o sapato? Para nossa paz de espírito melhor fazer mão e pé, até porque boa parte dessa raça tem uma tara bizarra por pé feminino. Mas isso me aborrece. Passo horas na academia malhando minha bunda e o desgraçado vai reparar justamente onde? Na droga do pé! Isso é coisa de... Bem, melhor mudar de assunto...

As mais caprichosas, além de fazer mão e pé, ainda fazem algum tratamento capilar no salão: hidratação, escova, corte, tintura, retoque de raiz etc. Eu não faço, mas conheço quem faça. E nessa se vai mais uma hora do seu dia.

Dependendo do grau de importância que se dá ao Zé Ruela em questão, pode ser que a mulher queira comprar uma roupa especial para sair com ele. Mais horas de seu dia. Ou ainda uma lingerie especial, dependendo da ocasião. Pronto, mais horas do dia. Se você trabalha, provavelmente vai ter que fazer as unhas na hora do almoço e correr para comprar roupa no final do dia em um shopping.

Ah sim, já ia esquecendo. Tem a depilação. Essa os homens não podem nem contestar. Quem quer sair com uma mulher não depilada, mesmo que seja apenas para um inocente jantar? Lá vai você depilar perna, axila, virilha, sobrancelha etc. etc. Tem mulher que depila até o... Mulher sofre! E lá se vai mais uma hora do seu dia. E uma hora bem dolorida, diga-se de passagem.

Parabéns, você conseguiu montar o alicerce básico para sair com alguém. Pode ir para a cama e tentar dormir, se conseguir. Eu não consigo, fico nervosa. Se prepare, o dia seguinte vai ser tumultuado. Ah sim, você vai dormir, COM FOME. A dieta do queijo continua.

Dia seguinte. É hoje seu grande dia. Quando vou sair com alguém, faço questão da dar uma passada na academia no dia, para malhar desumanamente até quase cuspir o pulmão. Não, não é para emagrecer, é para deixar minha bunda e minhas pernas enormes e durinhas (elas ficam inchadas depois de malhar). Mas supondo que você seja uma pessoa normal, vai usar esse tempo para algo mais proveitoso.

Geralmente o Zé Ruela não comunica aonde vai levar a gente. Surge aquele dilema da roupa. Com certeza você vai errar, resta escolher se quer errar para mais ou para menos. Se te serve de consolo, ele não vai perceber. Aliás, ele não vai perceber nada. Você pode aparecer de Armani ou enrolada em um saco de batatas, tanto faz. Eles não reparam em detalhe nenhum, mas sabem dizer quando estamos bonitas (só não sabem o porquê). Mas, é como dizia Angie Dickinson: "Eu me visto para as mulheres e me dispo para os homens". Não tem como, a gente se arruma, mesmo que eles não reparem.

E não adianta pedir indicação de roupa para eles, os malditos não dão sequer uma pista! Claro, para eles é muito simples, as "madames" só precisam tomar uma chuveirada, vestir uma camisa Pólo e uma calça e estão prontos, seja para o show de rock, seja para um fondue. Nesse pequeno cérebro do tamanho de um caroço de uva só existem três graduações de roupa: Bermuda + Chinelo, Jeans + Pólo, Calça Social + Camisa Social. Quando você pergunta se tem que ir arrumada é quase certo que a "madame" abra a boca e diga: "Sei lá, normal, roupa normal". Eles não sabem que isso não ajuda em nada.

Escolhida a roupa, com a resignação que você vai errar, para mais ou para menos, vem a etapa do banho. Óleos, sabonetes aromáticos, esfoliação (horrível que seja com 's', né? deveria ser com 'x') etc.

E o cabelo? Tem gente que tem que fazer uma lavagem especial, com cremes etc. E depois ainda vem a chapinha, prancha e/ou secador. Depois do banho e do cabelo, vem a maquiagem. Nessa etapa eu perco muito tempo. Lá vai a babaca separar cílio por cílio com palito de dente depois de passar rímel. Como dizia Napoleão Bonaparte, "Mulheres tem duas grandes armas: lágrimas e maquiagem".

Depois vem a hora de se vestir. Homens não entendem, mas tem dias que a gente acorda gorda. É sério, no dia anterior o corpo estava lindo e no dia seguinte...PORCA! Muitas vezes você compra uma roupa para um evento, na loja fica linda e na hora de sair fica péssimo. Se for um desses dias em que seu corpo está...e o espelho está de sacanagem com a sua cara, é provável que você acabe com um pilha de roupas recusadas em cima da cama, chorando, com um armário cheio de roupa. E quando você inventa de colocar aquela calça apertada e tem que deitar na cama e pedir para outro ser humano enfiar ela em você? Uma gracinha, já vai para o jantar lacrada a vácuo. Se espirrar a calça perfura o pâncreas.

Ok, você achou uma roupa que ficou boa. Vem o dilema da lingerie. Salvo raras exceções, roupa feminina (incluindo lingerie) ou é bonita ou é confortável. Você olha para aquela sua calcinha de algodão do tamanho de uma lona de circo. Ela é confortável. E cor de pele. Praticamente um método anticoncepcional. Você pensa "Eu não vou dar para ele hoje mesmo, que se dane. Você veste a calcinha. Aí bate a culpa. Eu sinto culpa se ando com roupa confortável, meu inconsciente já associou estar bem vestida a sofrimento. Aí você começa a pensar: "E se mesmo sem dar para ele, ele pode acabar vendo a minha calcinha... Muito danada da vida você tira a sua calcinha amiga e coloca uma daquelas mínimas e rendadas, que com certeza vão ficar entrando em sua bunda a noite toda. Melhor prevenir. Nessas horas a gente emburrece e acha que qualquer deslize que fizer vai espantar o sujeito de forma irreversível.

Os sapatos. Vale o mesmo que eu disse sobre roupas: ou é bonito, ou é confortável. Geralmente, quando tenho um encontro importante, opto por UMA PEÇA de roupa bem bonita e desconfortável, e o resto menos bonito mas confortável. FATO: Lei de Murphy impera. Exemplo: Vou com roupa confortável e sapato assassino. Certeza que no meio da noite o animal vai soltar um "Sei que você adora dançar, vamos sair para dançar?!". Eu tento fazer parecer que as lágrimas são de emoção, uma vez um sapato me machucou tanto, mas tanto, que fiz um bilhete para mim mesma e colei no sapato, para lembrar de nunca mais usar. Porque eu não dei o sapato? Puxa... porque me custou muito caro. Posso não usá-lo, mas quero tê-lo. Eu sei, eu sei, materialista. Vou voltar como besouro de esterco na próxima encarnação e comer muito cocô para ver se evoluo espiritualmente! Mas por hora, o sapato fica.

Enfim, eu sei que existem problemas mais sérios na vida, e esse texto é em tom de brincadeira. Só quero que os homens saibam que é um momento tenso para nós, e que ralamos bastante para que tudo dê certo. O ar de tranqüilidade que passamos é pura cena. Sejam delicados e compareçam aos encontros que marcarem, ok? E se possível, marquem com antecedência, para a gente ter tempo de fazer nosso ritual preparatório com calma...

Apesar desse texto enorme, quero deixar claro que o que eu coloquei aqui é o
mínimo do mínimo. Existem milhões de outras providências que mulheres tomam antes de encontros importantes: clarear pêlos (vulgo "banho de lua'"), fazer drenagem linfática, baby liss...enfim, uma infinidade de nomes que homem não tem a menor idéia do que se trata.

Depois que você está toda montadinha, lutando mentalmente com seus dilemas do tipo "será que dou para ele? É o terceiro encontro, talvez eu deva dar...", começa a bater a ansiedade. Cada uma lida de um jeito. Eu tenho um faniquito e começo a dizer que não quero ir. Não para ele, ligo para a infeliz da minha melhor amiga e digo que não quero mais ir, que sair para conhecer pessoas é muito estressante, que se um dia eu tiver um AVC é culpa dessa tensão toda que eu passei na vida toda em todos os primeiros encontros e que quero voltar tartaruga na próxima encarnação. Ela, coitada, escuta pacientemente e tenta me acalmar.

Agora imaginem vocês, se depois de tudo isso, o filho de u,a égua liga e cancela o encontro? "Surgiu um imprevisto, podemos deixar para semana que vem?". Gente, não é má vontade ou intransigência, mas eu acho inadmissível uma coisa dessas, a menos que seja algo muito grave! Eu fico péssima!!!

Claro, na cabecinha deles não custa nada mesmo, eles acham que é simples, que a gente levantou da cama e foi direto para o carro deles. Se eles soubessem o trabalho que dá, o estresse, o tempo perdido...nunca ousariam remarcar nada. Se dane por aí! Vem me buscar de maca e no soro, mas não desmarque comigo! Até porque, a essas alturas, a dieta radical do queijo está quase te fazendo desmaiar de fome, é questão de vida ou morte o jantar!

Supondo que ele venha. Ele liga e diz que está chegando. Você passa perfume,
escova os dentes e vai. Quando entra no carro já toma um eufemismo na lata
"HUMMM...tá cheirosa!" (tecla sap: passou muito perfume). Ele nem sequer olha para a sua roupa. Ele não repara em nada, ele acha que você é assim ao natural. Eu não ligo, acho homem que repara muito só pode ser viado, mas isso frustra algumas mulheres. E se ele for tirar a sua roupa, grandes chances dele tirar a calça junto com a calcinha e nem ver. Pois é, Minha Amiga, você passou a noite toda com a rendinha atochada no rego (que por sinal custou muito caro) para nada. Homens, vocês sabiam que uma boa calcinha, de marca, pode custar o mesmo que um MP4? Favor tirar sem rasgar.

Quando é comigo, passo tanto estresse que chego no jantar com um pouco de
raiva do cidadão. No meio da noite, já não sinto mais meus dedos do pé, devido ao princípio de gangrena em função do sapato de bico fino. Quando ele conta piadas e ri eu penso: "É, eu também estaria de bom humor, contando piada, se não fosse essa calcinha intra-uterina raspando no colo do meu útero". A culpa não é deles, é minha, por ser surtada com a estética. Sinto o estômago fagocitando meu fígado, mas apenas belisco a comida de leve. Fico constrangida de mostrar toda a minha potência estomacal assim, de primeira.

Para finalizar, quero ressaltar que eu falei aqui do desgaste emocional e da
disponibilidade de tempo que um encontro nos provoca. Nem sequer entrei no mérito do DINHEIRO. Pois é, tudo isso custa caro. Vou fazer uma estimativa POR BAIXO, muito por baixo, porque geralmente pagamos bem mais do que isso e fazemos mais tratamentos estéticos:

Roupa............................R$ 200,00
Lingerie.........................R$ 80,00
Maquiagem........................R$ 50,00
Sapato...........................R$ 150,00
Depilação........................R$ 50,00
Mão e pé.........................R$ 15,00
Perfume..........................R$ 80,00
Pílula anticoncepcional..........R$ 20,00

Ou seja,gastamos em média, cerca de R$600,00 para sair com um Zé Ruela.

Entendem porque eu bato o pé e digo que homem deve pagar a conta? A gente gasta muito mais para sair com eles do que eles com a gente!

(Autora Desconhecida)

Postado por Juliana

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Inverno de amor


Quando li este texto faz um tempinho,me simpatizei com ele,pode ser triste sim.Mas o que vale é você viver um grande amor pelo menos uma vez na vida.Hoje estava pensando um outro tema,mas como esta semana foi conturbada,todos de cama aqui em casa,resolvi colocar este texto falando do inverno.

Mas na semana que vem estarei com o meu texto,pois,eu amo chegar na quinta e postar para todos lêem o que estou sentindo naquela semana.


O inverno chegou. E com ele as lembranças infindas e o desejo ardente de vivenciar novas e indescritíveis sensações. De que vale viver se não correremos riscos? Se não temos a coragem de ir ao encontro de um grande amor? É tão difícil viver um grande e inesquecível amor...

“Quando assisti ao filme de “Romeu e Julieta, Tristão e Isolda” e outros mais que não me recordo agora, ficava pensando que aquelas cenas amorosas, os riscos que corriam eram pura fantasia, na verdade não poderia existir amor tão grande assim. Oh, o destino me pregou uma imensa peça! Amei loucamente uma pessoa, idolatrei, adorei e desejei com todas as minhas forças tê-la comigo para toda a vida. Passei noites e dias suspirando, cantando músicas apaixonadas, fazendo cartas, pensando nela...Mas...Amei sozinha! Escondi esse amor, sufoquei-o dentro do peito, chorei, sofri, escondi meus sentimentos por medo de não ser correspondida. De que vale viver sem riscos? Que covardia!

O inverno chegou. E com ele as lembranças infindas. O caminhar lento do amado, o olhar penetrante e ao mesmo tempo sonhador, a voz macia, os gestos simples, o corpo aquecido pelos casacões, o cachecol cor de cinza, os passos pelas calçadas molhadas nas noites frias. E eu a observar atentamente pela fechadura da porta o movimento do ser adorado quando saia para beber vinho e conversar em casa de amigos ao pé de uma lareira.

Todo ano, era a mesma coisa, os amigos se reuniam para contar piadas, ouvir músicas, namorar... Os anos foram passando, ele se foi para outra cidade, casou e só retornou anos depois. E eu? Ah, eu fiquei murchando aos poucos, delirando por um amor solitário. Romeu e Julieta? Tristão e Isolda? Sim, poderia ter vivido uma história real, mas preferi guardar segredo e sonhar com esse príncipe por toda a minha vida.
Hoje, velha, viúva e mais solitária ainda, o inverno dói os meus ossos, mas as lembranças me reconfortam. Ainda olho pela fechadura e o espero passar...

Autora Maria de Lurdes mattos

Postado por Gabriela

quarta-feira, 24 de junho de 2009

À verdadeira amizade


Como filha única, eu me dou muito bem comigo mesma. Isso significa que passo ótimos momentos sozinha. Aprendi, desde pequena, a criar diversão e distração sem companhia, o que me fez ser uma criança que não vivia rodeada de outras.
No período escolar comecei a fazer minhas primeiras amizades e descobri que existia um mundo lá fora que eu não conhecia e que era tão ou mais divertido do que o meu: o mundo onde as pessoas eram do meu tamanho, gostavam das mesmas coisas que eu e adoravam brincar. Conheci minha primeira melhor amiga quando eu tinha sete anos - ela tinha nove. Assim como eu, seus pais se separaram e ela mudou, com sua mãe e irmãos, para a casa de sua avó, que ficava na mesma rua em que eu morava, também com meus avós e minha mãe. Ela ficava sentada em cima do muro baixo que tinha em sua nova casa, mais deslocada impossível, talvez tentando entender tudo o que estava acontecendo naquela nova vida. Eu estava voltando da escola com meu avô e lembro de ficar olhando para aquela menina nova ali com ar de curiosidade. A tarde, eu estava no quintal com minha bola e meu cachorro e a vi de novo. E a chamei para brincar comigo. Elaine foi a melhor amiga que eu tive durante toda a minha adolescência. Ela e seus irmãos estudaram na mesma escola que eu e, por ela ser dois anos mais velha, estava em outra turma - o que foi melhor ainda, porque ela me apresentou novas pessoas e eu, a minha turma a ela.
Até que eu tive uma paixão adolescente, daquelas arrebatadoras. Eu estava com 12 anos e era completamente apaixonada por um carinha chamado Paulo Rogério. Na época, os meninos começaram a usar estas calças largas, com o elástico da cueca aparecendo e camisetões. E ele se vestia exatamente assim. Eu o via e meu coração parava. De verdade. Pensando hoje, era muito engraçado, porque eu era louca por ele, mas era só ele aparecer para eu morrer de vergonha e me esconder! Aos 14 anos eu fiquei com ele. Fomos para a matinê que eu começava a frequentar, ele tava lá, a Elaine falou pra ele que tinha uma amiga dela que achava ele bonito, ele perguntou quem era, e nós ficamos...rs Ficamos 4 domingos, sempre na matinê. Depois, ele não me quis mais. Esta foi a primeira vez que eu sofri "por amor". E a Elaine, que sempre soube de tudo, que sempre acompanhou tudo, tentava me animar, me distrair, estava ali, minha amiga. Até o dia em que ela começou a namorar o Paulo Rogério, poucos meses depois. E, aos 14 anos de idade, eu descobri que as pessoas nem sempre são nossas amigas.
Continuamos morando na mesma rua por muito tempo, ficamos sem nos falar uma época, depois voltamos gradativamente - afinal, tínhamos a mesma turma - mas nossa amizade nunca mais foi a mesma. Eu não lhe contava mais segredos, nem ela a mim. E, acabando o ginásio, fomos para escolas diferentes, fizemos outros amigos e a turma da rua deixou de ser interessante. No entanto, até hoje nós temos contato. Pouquíssimo e virtual, mas mesmo assim, ainda temos. Fazemos parte da história uma da outra.
No colégio, vieram novas amizades, outras melhores amigas e a Amanda foi, com certeza, a principal delas. Vivíamos grudadas, sabíamos tudo uma da outra só de olhar e tínhamos um grupinho na escola que era imbatível e super divertido. Foi uma época deliciosa. Pena que o colegial dura só três anos e, com isso, mudam nossas rotinas e Amanda e eu nos separamos fisicamente. Mas sempre, sempre, sempre mantínhamos contato. Por um bom tempo ainda fomos as melhores amigas, até a vida definitivamente mudar tudo em nossas rotinas e chegar um ponto em que não temos quase mais nada em comum, a não ser a amizade que tivemos um dia. Hoje ela mora em outra cidade, falamos sempre que possível e eu a amo do fundo do meu coração. Mas já não compartilhamos mais segredos, eu não sei qual é a sua roupa nova e nem como ela está pensando em cortar o cabelo.
Eu escrevi isso tudo porque fui entendendo, com o tempo, que as verdadeiras amizades não são aquelas que a gente acredita que será para sempre. São aquelas que, aconteça o que for, estão sempre perto de nós. É o caso das meninas aqui do blog, que nunca foram "as minhas melhores amigas", mas que fazem parte da minha vida e hoje, mais madura, eu percebo o quanto isso é importante e o quanto elas são valiosas para mim. Amo cada uma delas pelo que elas são, pelo que elas fazem, pelo que dizem e pelo que já fizemos quando éramos adolescentes. Elas não simplesmente passaram pela minha vida, elas permaneceram. A Jú e a Di, que eu conheci primeiro, estiveram presentes nos principais momentos da minha vida: na minha formatura, no meu casamento, no nascimento do meu filho (Neste a Déa também esteve). Aliás, a Déa fazia faculdade de jornalismo quando eu a conheci e eu olhava para ela admirada, pensando: "eu quero ser assim". A Mel estava lá quando eu fazia parte da turma da praia e vendo as fotos de antigamente, tenho algumas com ela. Quem diria que anos depois teríamos este reencontro? E a Gabi eu sempre conheci por tudo o que as meninas contavam dela, mas nunca tivemos a chance de nos ver pessoalmente. E quando nos vimos, percebemos que éramos amigas de séculos. É um amor imenso que sinto por elas, porque sei que são, realmente, minhas melhores amigas.
Também tem o caso da Evelyn, Tania e Zé. Elas trabalhavam com o Leandro e o Zé é marido da Tania. Nos conhecemos um dia quando fomos jogar boliche com o pessoal do trabalho do Lê, foi super casual, a vida continuou seu rumo, e os três estavam sempre presentes: no nosso casamento, no nascimento do Vini, nos nossos aniversários, em qualquer coisa. Hoje, é completamente impossível imaginar minha vida sem estas pessoas que fazem parte, praticamente, da minha família. Com a Evelyn veio a Luci, amiga dela que se tornou nossa irmã também e, se a gente não se ver pelo menos a cada semana, morremos de saudade.
Foi preciso crescer para entender que as pessoas que nos conhecem como realmente somos e ainda assim, ficam em nossas vidas, é que são nossos verdadeiros amigos. As pessoas que não deixam o tempo, a distância e a rotina interferirem no sentimento é que fazem a diferença e são aquelas que nos fazem ver que o mundo vale a pena.
Hoje, mesmo continuando me dando muito bem sozinha comigo mesma, não sei viver sem estas amizades, que são os irmãos que eu escolhi. Amo cada um por uma particularidade, por um detalhe e amo cada uma destas pessoas pelo que elas representam na minha história. E é para vocês que eu escrevi este "livro" hoje. Para dizer o quanto a minha vida tem mais graça por causa de vocês e que eu entendo o verdadeiro significado da palavra amizade porque vocês existem. E este sentimento, definitivamente, nada pode apagar.

Postado por Denise

terça-feira, 23 de junho de 2009

Cabelo Cabeleira Cabeludo Descabelada


É engraçado como existem determinados tipos de assunto para as mulheres que, se for lançado, tem conversa para o dia todo. Como cabelo, por exemplo.
Cabelos, que sempre estamos querendo mudar: cor, tamanho, de liso para encaracolado, de encaracolado para liso.
As mulheres nunca estão satisfeitas e, claro, precisam ou comprar roupa ou mudar o cabelo para se sentirem melhor, com sua autoestima lá no Monte Everest.
Quem tem cabelo liso quer ter encaracolado do, quem tem encaracolado quer ter liso, se ta curto, ah! quero deixar crescer; se ta comprido, ah! quero cortar.

Sempre gostei de mudar meu cabelo, como a cor por exemplo, já fui loira, ruiva, morena, meu cabelo já foi enrroladíssimo e com a escova progressiva ficou liso, hoje está danificado, seco, quebrado por causa da dita cuja rsrs. Já tive até comunidade no Orkut de um amigo tirando sarro do meu cabelo, justamente por mudar tanto e ter acabado com ele de uns anos pra cá.
Já tive muito mais cabelo e hoje com tanta química e porcaria que já fiz, ele é bem menos volumoso que antigamente. Já tive cabelo comprido, curto, ou seja de todos os tipos.

E claro que não sou a única mulher nesse blog nessa situação, porque tirando a Mel e a Jú, acredito que todas mexem sempre no cabelo e fazem sempre algum tipo de mudança, como um faniquito da cabeleira rs.

Agora vamos falar desse monte de escova que inventaram e particularmente acho péssimo inventarem tantos nomes, porque se formos analisar, é tudo com a mesma finalidade, all the same thing : - P

Escova Inteligente
Escova Inteligente de Algas Marinhas
Escova Inteligente Light
Escova de Chocolate Gold
Escova de Mel
Escova de Açúcar
Escova de Tutty-frutti
Escova de Leite
Escova de Chicletinho
Escova de Rosas

De frutas: Escova de Morango, Kiwi, Uva, Maracujá, Goiaba, Pitanga, Melancia, etc... (Fazem uma salada de frutas no seu cabelo e no final das contas ele vira um bagaço kkkk)
As Internacionais: Escova Japonesa, Francesa, Alemã, Egípcia, Marroquina e de todas as nacionalidades possíveis e imaginárias (Seu cabelo pode dar a volta ao mundo em um Salão de Beleza kkkk)

Se realmente alguma delas fizessem milagres - porque até fazem, mas temporariamente - não seria preciso ter tantos tipo de escova assim.

Cuidar das madeixas é sempre bom, porém requer uma certa cautela. Mexer demais às vezes não necessariamente é tão bom assim.
Outro problema também é que cuidar das madeixas é caro e digo para fazer tratamentos de alto nível, não qualquer um, porque esses mais baratinhos, qualquer salão na esquina da sua casa tem.

Sonhar não custa nada, mas você só terá os cabelos maravilhosos das atrizes globais e internacionais, aqueles cabelos esvoaçantes e dignos de propagandas de shampoo se desembolsar aquela quantia no salão ou estourar seu cartão de crédito heheheh.

Um conselho de amiga, se seu cabelo é encaracolado, faça escova, aquela comum, com secador, mesmo que isso te roube alguns momentos a mais no salão de cabeleireiro, ela também agride o cabelo, mas garanto que muito menos que essas progressivas todas que existem por ai.
Não compensa mexer no que a gente “acha” que não está bom. Garanto que no futuro você vai sentir saudades de seus cachos, porem vai ter que ter uma paciência Jó para deixá-los como era antigamente e por conta disso, você se torna escrava para sempre do salão de beleza.

É isso aí mulherada, vamos assumir nossa cabeleira como ela é e quem sabe seremos mais felizes ! Fim a Escravidão da cabeleira, já !

Para finalizar, deixo aqui essa música que é inclusive o Título desse texto.

Arnaldo Antunes
Composição: Jorge Ben Jor / Arnaldo Antunes

Cabelo, cabeleira, cabeluda, descabelada
Cabelo, cabeleira, cabeluda, descabelada
Quem disse que cabelo não sente
Quem disse que cabelo não gosta de pente
Cabelo quando cresce é tempo
Cabelo embaraçado é vento
Cabelo vem lá de dentro
Cabelo é como pensamento
Quem pensa que cabelo é mato
Quem pensa que cabelo é pasto
Cabelo com orgulho é crina
Cilindros de espessura fina
Cabelo quer ficar pra cima
Laquê, fixador, gomalina
Cabelo, cabeleira, cabeluda, descabelada
Cabelo, cabeleira, cabeluda, descabelada
Quem quer a força de Sansão
Quem quer a juba de leão
Cabelo pode ser cortado
Cabelo pode ser comprido
Cabelo pode ser trançado
Cabelo pode ser tingido
Aparado ou escovado
Descolorido, descabelado
Cabelo pode ser bonito
Cruzado, seco ou molhado


Postado por Diana

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Um novo passo.


Essa semana tivemos uma baixa aqui no blog: a Melissa teve que nos deixar.

O motivo é particular, é claro, e não cabe aqui. Mas eu achei que devia fazer algumas observações a respeito disso.

Em primeiro lugar, preciso elogiar a coragem da Mel em parar um processo que já vinha se arrastando há tempos. Nem sempre temos "culhões" para admitir que algo não vai bem, e dificilmente conseguimos saltar do trem antes do impacto final. Mas ela o fez.

Com certeza saiu machucada dessa queda, mas as escoriações que vão virar cicatrizes serão troféus e símbolos de sua acertada escolha.

Costumo dizer que paz não tem preço.

E durante esse financiamento da felicidade pagamos juros altíssimos, mas o resultado compensa.

Outro mérito da Melissa: parar e não se prostrar.

É como no jogo de xadrez, quando recuamos uma ou duas peças para depois avançarmos com segurança. Às vezes a vida pede um checkmate.

Porém, todo recomeço é difícil, seja no segmento que for, ainda mais quando se tem um filho debaixo da asa (no caso, a fofa da Mafê). O iniciar de novo exige força, perseverança e uma dose extra de paciência.

É claro que a vitória não está garantida.

Abrir mão de conceitos e imagens idealizadas (pelos outros, é claro) é uma batalha das mais difíceis.

Mas quando nos livramos de amarras, subimos à tona e ganhamos fôlego para mergulharmos com mais intensidade dentro de nós mesmos. E daí nos sentimos mais leves.

Porque só se descobre quem se ama. E só ganha esse jogo quem tem jogo de cintura pra encarar as constantes mudanças de ritmo.

A Mel me deu uma grande lição essa semana.

E a tarefa de casa será buscar minhas forças pra admitir erros, parar tudo e começar de novo.

Contando com o amor e a amizade das minhas grandes amigas, é claro!

Mel, estamos com você. Sempre.

E que essa sua nova estrada seja pontuada por desafios, conquistas e muitas risadas.



postado por Andréa (que vai sentir saudades das gargalhadas da Mel)

sábado, 20 de junho de 2009

Galinha ou Pato ???



Não sei se vocês conhecem a teoria da Galinha e do Pato, então vou dar uma breve resumida.
Vocês já notaram quando a Galinha bota um ovo, o barulho que ela faz???O quanto ela chama atenção, quer se aparecer, etc e tal, e vocês conhecem o tamanho do Ovo???Agora veja a Pata quando bota um Ovo, além de ser maior que o da amiga galinha, ela quase não faz barulho, entenderam a moral da Historia???

Eu tenho escutado e vivenciado muito sobre essa teoria ultimamente, não sei se acontece em todos os meios coorporativos, mas no meu tem acontecido com muita freqüência, não sei dizer se isso está diretamente relacionado á moda somente, acredito que não, como também acredito que se estende para o lado pessoal.

Sabe aquela pessoa que precisa chamar a atenção?? Que precisa dizer que ELA fez, ELA faz, etc etc, que o mundo só gira porque ELA é a responsável, e se bobear é ELA quem esta girando o globo??? Então, conheço um monte rsrsr...e as vezes elas me cansam.

O que eu acho que não ficou claro para essas mesmas pessoas é que a verdade sempre vem à tona, uma hora ou outra, a mascara vai cair. Não estou dizendo que não se deve vender o próprio peixe, não é isso, fazer o Marketing Pessoal é fundamental no meio coorporativo, mas viver de lobby e gogó nunca foi a melhor escolha na minha visão, quem vive muito em função do Ego, não percebe que acaba no final virando motivo de chacota.

Quem realmente confia no seu taco e talento, não precisa ficar exteriorizando o tempo todo, as suas qualidades, virtudes, conquistas e etc, isso está na cara, quem te conhece sabe. No meu caso, eu sempre preferi ser a pessoa que executa, e deixei o lobby para quem realmente precisa, ultimamente estou aprendendo a vender mais o meu peixe, e descobri que isso não é ruim, Obvio que buscando o equilíbrio, também resolvi não aceitar mais que créditos sejam ganhos as minhas custas o tempo todo.

No fundo tenho pena de quem fala demais, acho que esse grupo de pessoas vive diariamente uma batalha interna imensa, e precisam mostrar e provar para elas mesmas o quanto são boas.

Galinha ou Pato, quem sabe a genética não consegue encontrar o equilíbrio entre os dois.


Postado por Juliana

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Estresse do dia a dia


"Li esse texto e achei muito interessante.
São verdades absolutas que deveríamos aplicar em nosso dia a dia para vivermos melhor e mais felizes"


O grande João Guimarães Rosa alerta pelo verbo doído de Riobaldo: “ Viver é muito perigoso.”Cada vez mais esta afirmação se mostra verdadeira. Viver em época de poucas ou nenhumas certezas, de velocidade estonteante, sem parâmetros, sem mapa, sem guia é, de fato, grande desafio para qualquer vivente. Para muitos de nós a tarefa se torna , muitas vezes, dolorosa.Fala-se, cada vez com maior freqüência, na modernidade, na complexa interação mente-corpo .Um exemplo desta sutil interação é o Estresse.Há muitos fatores propiciatórios do Estresse na vida diária do homem moderno.Mas o que é mesmo Estresse?É um conjunto de reações do organismo a qualquer agressão de origem externa ou interna. Costuma ocorrer quando o organismo é exigido além de suja capacidade normal e afeta o indivíduo, sua família, amigos, seu grupo social e , é claro, o local em que trabalha, sob a forma de estresse organizacional.Estresse é, então, uma designação geral para um conjunto de reações do organismo a qualquer ameaça percebida .Pode ser resultante tanto de agressões físicas , como psíquicas, infecciosas.Seja qual for sua gênese , o Ser a todas percebe como reais. Como lidar com esta dor que nos rói nem sempre vagarosamente? Não temos poder sobre o ambiente, mas temos, sempre a possibilidade de escolher como vamos reagir a seus estímulos. A necessidade que muitos de nós sentimos de estarmos permanentemente no comando, no controle de toda situação é uma das maiores causas de estresse.Ora, por que precisamos estar no controle? Talvez essa angustiante necessidade venha do fato de termos dificuldades crescentes em estabelecer pontes conosco mesmo e com o outro, de gerenciar nosso tempo, nossa ânsia de informação, e vai por aí. Podemos, face às situações de estresse agir com calma ou com impulsividade.Há provas de que a permanência em estado de estresse pode ter um efeito dramático sobre à saúde, como pressão alta e problemas cardíacos, entre outros efeitos danosos.Além disso, quem se deixa permanecer em estado crônico de estresse tem muito chance de apresentar comportamento destrutivo, que leva a um alto custo, não só para si mesmo como indivíduo, como para o ambiente corporativo em que esteja. Este quadro leva inexoravelmente à baixa qualidade de serviço, ao aumento de reclamações, à diminuição da produtividade. Os efeitos na saúde corporativa são dramáticos: má reputação; má imagem organizacional; troca constante de pessoal, o que é extremamente oneroso.Quanto ao indivíduo, o estado permanente de estresse, além dos efeitos sobre sua saúde física, pode levar à diminuição da capacidade de tomar decisões com clareza; variações de humor e comportamento instável afastam as pessoas, o que pode levar ao estabelecimento de um ciclo permanentemente alimentado de destruição da auto –confiança e da capacidade de comunicar-se com o outro. E ainda, é claro, há os efeitos sobre a vida pessoal. O estresse pode ser fatal. Entretanto, sob o comando de nossa vontade , podemos tomar atitudes que nos levem a manter o nível de estresse, digamos, administrável.Vejamos algumas:
1) Observe seus sinais de alerta. Comece a agir a partir deles.
2) Ao se sentir agitado, pare, dê uma volta, respire, medite, olhe pela janela.Isto ajuda.
3) Abandone a mania de levar trabalho para casa.
4) Aprenda a dizer não.
5) Busque uma alimentação saudável. Abandone o fumo, cafeína e o álcool em excesso.
6) Aprenda a delegar tarefas e a confiar no outro.
7) Cultive um passatempo.
8) Se você tem dores de cabeça constantes ou insônia, procure um médico com urgência e SIGA seus conselhos.
9) Presenteie-se com pequenas alegrias.
10) Se possível, ponha sua mesa perto de uma janela e olhe para ela.
11) Conviva mais e melhor com as pessoas. O isolamento é muito estressante.
12) Seja gentil. O outro retribuirá. Isto diminui a tensão do dia –a –dia.
13) Seja flexível ao agir.
14) Adote um ser vivo. Animal ou vegetal.
15)- Faça exercícios leves. Caminhadas, por exemplo.

E a regra de ouro: tenha amor e compaixão por você mesmo. Trate-se bem. Seja generoso consigo mesmo.

Texto extraído do site http://www.umtoquedemotivacao.com/motivacao/estresse-no-dia-a-dia

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Contagem Regressiva para férias...


Aqui estamos com contagem regressiva para férias, mas me explica férias para quem?
Sempre quando o meu marido ou minha filha tira férias, para mim é trabalho duplo. A Sophia está enlouquecida com as férias,fazendo mil projetos...Claro que cada dia muda alguma coisa...

Em todas as férias programamos passeios, mas agora será com duas crianças, será muito novo para mim. Porque até a última férias,a Lívia era novinha,então,deixava coma minha mãe,enquanto saia coma Sophia. Mas, agora não dá mais para fazer isto,ela já entende,gosta de tudo...

Sempre é difícil sair com duas crianças, primeiro a mala que você acaba levando, para um dia, acaba sendo quase de uma semana... Como pode,eles se sujarem tanto.
E para sair de manhã, então, tenho que acordar às 6 da manhã, para ficar tudo pronto para sairmos as 09h00min.

Mas no fundo estou amando, programando a cada dia com elas, ver o sorrisinho delas em cada brinquedo, vendo cada bichinho... Comendo e depois a boca toda lambuzada, abrindo aquele sorriso,isso é impagável.

Bom como sei que tem pessoas que lêem ou fazem parte do nosso blog tem filhos, resolvi dar algumas dicas para vocês:

• Zoológico
Av.Miguel Stéfano, 4241
Funcionamento: terça a domingo. Horário: 9:00 às 17:00
Tel.: (11)5073-0811

• Zoo Safári
Avenidado Cursino, 6338
Funcionamento: terça a domingo. Horário: 9:30 às 17:00
Tel.: (11)2336-2131

• Parque da Monica
Shopping Eldorado – Av.Rebouças, 3970
Funcionamento: Quarta a domingo. Horário: 11:00 às 20:00
Tel.: (11)3093-7766

• Parque da Xuxa
Shopping SP Market – Av.Nações Unidas,22.540
Funcionamento: Terça a domingo. Horário: 11:00 às 19:00
Tel.: (11)5541-2530


Aqui coloquei os lugares que já levei as minhas filhas e que recomendo e por favor, se tiverem mais dicas, me fale... Afinal, as férias estão chegando..

Postado por Gabriela

quarta-feira, 17 de junho de 2009

O Corpo Fala



O livro “O Corpo Fala” (Pierre Weil e Roland Tompakow, ed. Vozes) aborda a relação não-verbal do nosso corpo com o ambiente, destacando ações em que, mesmo em silêncio, dizemos exatamente o que estamos sentindo ou pensando. É um livro com uma teoria interessante e que, se você pensar bem, tem alguma lógica, como o fato de cruzar os braços ao conversar com alguém significar defesa, como se os braços te dessem a distância necessária daquela pessoa.
O meu corpo tem falado também. Não exatamente no contexto do livro, mas tem falado. Eu diria que ele tem gritado muito para me fazer tentar ouvir. Quando eu fiquei grávida – e engordei absurdos 17 quilos – meu corpo começou a querer me dizer alguma coisa, porque eu fiquei um pouco mais saudável, mesmo sem querer. Eu nunca fui uma pessoa de comer coisas lights, verdes e frutas. Pelo contrário, adoro fast-food e coisas engordativas. Mas, durante a gravidez eu senti um único desejo: comer goiabas. Eu devorava ferozmente goiabas vermelhas e lindas e, em um só dia, eu cheguei a comer oito delas! Minha amiga Vanessa dizia que meu filho ia nascer a cara do Chico Bento se eu continuasse assim...
No entanto, mesmo comendo as goiabas, eu não ouvia meu corpo pedindo coisas saudáveis e continuei comendo as coisas que gostava. E no sexto mês de gravidez um exame detectou minha diabete gestacional. Como “castigo” fiquei até o fim da gravidez sem comer nada que contivesse açúcar e a controlar, como xiita, o consumo de carboidratos. Meu filho nasceu, a diabete passou, eu amamentei, emagreci bem e, me sentindo saudável de novo, voltei aos meus velhos hábitos: comer qualquer porcaria para enganar o estômago, jantar lanches, deixar de lado de fora do prato tudo o que é verde, substituir as frutas por doces e sorvetes e claro, nunca mais comi goiabas.
Por um tempo foi tudo bem, até começaram a nascer espinhas – aquelas que eu não tive nem na época da adolescência. Depois, aftas e mais aftas, sarava uma e aparecia outra. E a gripe? Era só pronunciar esta palavra para eu pegá-la. Relapsa que sou, fui levando. Foi quando as calças começaram a ficar muito justas, as blusas não fechavam e o biquíni ficou horrível. Pior ainda era olhar uma roupa linda na vitrine, tentar experimentar e ver que “não tem seu tamanho”. Nem você sabe mais qual é o seu tamanho. Minha mãe, sempre no pé, me avisava: “você precisa fazer um regime!” E eu, mesmo sabendo que ela tinha razão, descontava minha frustração comendo mais.
De repente, comecei a me sentir mais cansada do que o habitual. Qualquer caminhada era um sufoco e, só de pensar em sair e ter que me vestir, eu ficava triste, porque sabia que minhas roupas estavam apertadíssimas. Chorei, chorei, chorei. Morri de ódio de mim mesma, de ser tão fraca, de não ter força de vontade para conseguir ser eu mesma de novo.
Criei coragem, fui ao médico. Fiz milhões de exames que me disseram exatamente aquilo que o meu corpo estava tentando me dizer e eu não ouvia: você está doente. Seu colesterol e seu triglicérides estão altos e você está a um passo de se tornar diabética de novo. E o seu peso está 20 quilos acima do ideal.
Fiquei em estado de choque. Vinte quilos é mais do que eu engordei na minha gravidez! Precisei tomar uma atitude e, desta vez, estou tomando. Comecei a dieta da nutricionista há quase um mês, estou tomando os remédios que controlam o colesterol, cortei doces e estou dosando bem os carboidratos. E, mesmo que ainda esteja no primeiro mês, já me sinto bem mais leve. Algumas calças já entram com mais facilidade e eu tenho mais disposição. Ver que está dando certo me motiva a continuar e a prestar mais atenção em mim e nos sinais que o meu corpo me dá. Eu preciso entender que não sou mais uma adolescente. Eu já sou uma mulher e o corpo vai pedindo cuidados que eu estava ignorando. Cuidar de mim não significa só eu estar bem, mas também uma vida mais saudável dentro da minha casa. Estamos nos habituando a comer frutas como sobremesa, sem ficar neurótica com um doce de vez em quando. É a famosa dose de equilíbrio, que estou tentando colocar em nossa rotina e tem dado certo.
Tudo isso tem servido para me mostrar que eu precisava mesmo começar a ouvir o que o meu corpo estava dizendo e que, nem sempre, este papo de “natureba” é modinha. Mais uma vez, foi preciso sentir na pele para poder aprender, mas eu estou aprendendo e espero, de verdade, que, na próxima vez em que o meu corpo falar, ele berre, aos quatro cantos do mundo: “você conseguiu!”


Postado por Denise

terça-feira, 16 de junho de 2009

5 Sentidos


Esses dias estava pensando, que umas das coisas mais interessantes e maravilhosas que existem no corpo humano são nossos 5 sentidos.
Não me imagino em nenhum momento vivendo sem algum deles, porque todos eles são extremamente importantes.

Utilizamos nossos 5 sentidos toda hora, todo os dia.

Dos 5 sentidos um que amo é o olfato, adoro sentir cheiros, adoro perfumes, cremes, incensos, comida, temperos, desodorizador de ambientes, flores, enfim tudo que tiver cheiro agradável é bom pra mim.
Cheiro é sempre bom e te faz lembrar de alguma época, de alguém, de um amor, de uma comida que você adora.

Sem falar nos outros sentidos, visão, paladar, tato, audição.

Como é bom enxergar todas as belezas do mundo, claro que algumas das coisas que enxergamos não são tão belas assim, como a pobreza, a fome, guerras, mas o simples fato de enxergá-las já podemos dizer que somos abençoados e para aqueles que não a tem posso dizer que esses são os mais puros, pois enxergam com o coração, com a alma.

Você gosta de brigadeiro ?? Eu amo brigadeiro e claro, só gostamos dele por causa do sabor delicioso que ele nos proporciona.
Sou fã da gastronomia, adoro saborear novos prato, mas em relação a alguns sabores já tenho um pré-conceito e não tenho vontade alguma de experimentá-los, como quiabo, jiló, mas não gosto de tanto as pessoas dizerem que é ruim (rsrs).
Comer é uma das melhores coisas da vida, tomar um belo de um suco de melancia, super refrescante. Sem o paladar com certeza a vida seria amarga, sem graça ; - )

O tato, o que dizer desse sentido. Que ele é extremamente divino. Delicioso.
Naquele dia que estamos estressados (as) uma massagem relaxante, com óleos perfumados, tem coisa melhor ?? Ahhh tem sim, ouvir uma boa música, como aquelas com sons da natureza. Nesse momento posso ir longe com meus pensamentos, ir até a lua e voltar.

Todos os nossos sentidos fazem com que estabelecemos nossa relação com o mundo, com a vida !
As sensações mais deliciosas e gratificantes que podemos sentir são com esses sentidos maravilhosos que Deus nos proporcionou.

Me sinto lisonjeada, gratificada por ter todos os meus sentidos em plena harmonia.

Fora que posso dizer que nós mulheres além dos 5 sentidos, ainda temos aquele 6º sentido, o chamado feeling, no meu caso esse também é aguçado, principalmente em relação ao sexo oposto, por isso homens, não mexam comigo, porque meu sexto sentido me manda um recado poderoso, sou praticamente uma Sherlock Holmes do “amor” mentiroso, do "amor" fingido e qualquer vacilo ou mentira poderá ser usado contra vocês no tribunal (rsrs)
Por isso Take Care : - P



Postado por Diana

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Do tempo vem as respostas


Podem chamar de chavão, mas eu adoro a frase: o tempo é o senhor de tudo.

É impressionante como a a ordem das coisas acontece inversamente à nossa vontade na maioria das vezes. E também à nossa revelia, por meio do tempo, vem as respostas. Talvez não a resposta clara, como numa prova dissertativa, mas como delicados toques que só mesmo a maturidade nos proporciona.

Pois é, queridas... Nada como o passar dos anos!!

Por isso a importância do tempo que, somente hoje, percebo ser exemplar.

Aliás, a ordem cronológica em que os fatos da nossa vida se desencadeiam é assustadora. E por mais previsível que seja - nascer, crescer, se formar, trabalhar, casar, procriar, morrer - é impossível de ser dominada.

A minha própria vida é um exemplo: aos 15 anos queria ser bailarina do Municipal e ser médica pediatra. Aos 18 já tinha desistido da dança e cursava o magistério. Com 20 estava matriculada em jornalismo, sendo que aos 21 jurava que escreveria no Estadão, na página de política ou economia, e daí ajudaria a mudar o mundo. Hoje, aos quase 35, sou assessora de imprensa há 12 anos. E não me imagino dentro de uma redação de um jornal diário por nada desse planeta.

Agora, seguindo a nossa colega Denise, vou voltar a estudar. Farei faculdade de Letras para voltar a dar aulas. E, assim, tentar ter dias mais tranquilos do que os da semana passada (para quem não sabe dos meus infortúnios, leiam o meu post anterior, da segunda passada).

Talvez vocês imaginem que eu sou extremamente volúvel. Mas quem aqui nunca precisou que o tempo esfregasse verdades em sua cara??

Outro exemplo: aos 15, quando eu ainda sonha em ser bailarina e médica, eu não queria ser mãe. Aos 18, essa certeza era quase absoluta, além do que eu cultivava a idéia de ser uma globetrotter, e viver a vida com uma mochila nas costas. Com 24, e depois de um senhor pé na bunda numa véspera de Natal, admiti pra mim mesma que nem casaria, nem teria filhos. Ainda aos 24 engravidei do Lucca, e daí tudo o que eu sonhava foi mudando com o passar dos anos.

Se faltou um planejamento mais correto da minha vida como um todo, eu não sei.

Mas acredito piamente que de circunstâncias são criadas pelo "tempo" para que possamos enxergar caminhos com mais clareza.

Hoje vejo que se tivesse mantido firme os sonhos dos meus 15 anos talvez não tivesse tido a dádiva de ser mãe. E talvez jamais soubesse a delícia de dormir grudada com meu filho numa dessas noites de inverno, sentindo o cheirinho dos seus cabelos. Hoje estou noiva do Zé, que não é o pai do Lucca, mas age como se fosse. E desejo muito que o nosso casamento aconteça logo logo.

Também vi que se tivesse me enfiado numa redação fechada, numa seção de política ou ecomonia, jamais perceberia coisas belas que acontecem do lado de fora, e muito menos conheceria pessoas especiais, que cruzaram meu caminho de assessora de imprensa. Como a vez em que fui filmar numa fazenda de assentados em Ilhéus, na Bahia.

Na ocasião, conheci muita gente maravilhosa, batalhadora, feliz com um pedaço de terra nas mãos e um sonho lindo na cabeça. Sonho este que se concretizou através do tempo. Naquela mesma ocasião, ouvi a frase: "Sonhos só se tornam realidade quando juntamos nossas mãos na mesma tarefa".

Talvez, por ter andado sozinha comigo mesma durante tanto tempo, e por não saber que respostas dependem da nossa maturidade para encará-las, só agora juntei as minhas mãos numa mesma tarefa: ser feliz.

Quanto tempo vou precisar para isso?

Nenhum.

O start é agora.



Postado por Andréa

(obs: essa foto foi tirada no mesmo dia em que ouvi a tal frase sobre o sonhos. A mão embaixo da minha é de Jaílson, autor dessa grande verdade.Se quiserem saber mais sobre essa história de Ilhéus, acessem: http://andreamdiniz.blogspot.com/2007/10/tal-da-saudade.html )



sábado, 13 de junho de 2009

Feliz Dia dos Nãomorados.




Esse ano o dia dos namorados foi de sexta feira junto com o feriado de Corpus Christi que caiu na quinta, e emendando com o final de semana então, o clima seria perfeito.
Para quem não namora como eu, essa data parece uma tortura, tanto nos dias que antecedem como no próprio dia 12, ainda mais esse caindo de sexta. Durante toda a semana, eu só escutava as pessoas falando do que fariam no Dia dos Namorados, umas viajariam, outras sairiam para jantar, bla bla bla (pura inveja ok), fiquei escutando o que compraram e o que gostariam de ganhar dos namorados e namoradas.Propagandas, programações semanais de filmes e músicas, cartazes apaixonados, promoções de restaurantes para atrair clientes, corações aqui e ali, casais felizes, etc etc etc....Tudo para me fazer lembrar do único dia do ano que em realmente me sinto sozinha.
Ta aí eu te pergunto, e quem não namora, Como sobrevive numa data como essa ainda mais com o Dia dos Namorados caindo de sexta feira, eu tinha jurado para mim mesma que já estaria bêbada as 24h01min da quinta rsrsr.
Então entrei em outro dilema, sair ou não sair na sexta feira do DIA DOS NAMORADOS??? E se eu resolvesse ir jantar como em qualquer sexta feira normal, como as pessoas me interpretariam??? Ai coitada... Sozinha logo hoje.
Pois é, resolvi que não ficaria em casa ontem apesar do frio cortante, algumas amigas não queriam sair, outras já tinham compromisso, então convenci a Fe que deveríamos sair e nos divertir. Resolvemos que iríamos ao Kiaora, um pub que amamos, e que se houvesse algum solteiro interessante provavelmente estaria lá, então combinamos de estar La as 22:00, já que o lugar lota e a fila fica kilométrica, bom quando chegamos perto vimos que não fomos as únicas mulheres solteiras que pensaram no Kiaora como opção, já na Juscelino uma fila de carros imensa, algo que nunca tinha visto na região, simplesmente o transito parou, juro, parou, e o pior de tudo meus amigos é que, observando os carros que estavam do lado, na frente, atrás, etc, só tinha mulher, sério mesmo, só tinha mulher e a fila para entrar já estava quase na Juscelino, bom provavelmente só conseguiríamos entrar as 3 da manhã praticamente, Melhor deixar para lá.
Ai veio outra questão, para onde ir agora, só eu e a Fê, praticamente um casal, ainda que no Kiaora agente se sente mais a vontade, o lugar é aconchegante, sem problemas nenhum em irmos somente as duas, mas em outra balada já ia me sentir coagida sabe, pensamos em varias possibilidades, até que a Fe falou que um amigo nosso estaria na Limelight, então resolvemos ir para lá, encontramos nossos amigos, e resolvemos ficar por ali.
Olha gente, o lugar é realmente lindo, o pessoal que freqüenta é mais velho sim, alias até me achei um pouco nova para o lugar rsrs, tem Buffet de Sushi e outras guloseimas, o que achei muito interessante O som de lá é fantástico, som das antigas sabe, tipo Michael Jackson, Cindi Lauper, e para quem curte é ótimo. A minha roupa não estava nem um pouco adequada para lá, eu estava de Bota sem salto e uma blusinha simples, a mulherada de vestido, salto alto, etc, bom a FE era uma delas rsrs, mas mesmo assim nem me incomodei, pois sabia que me divertiria do mesmo jeito.
Só sei que nos divertimos muito, bebemos e dançamos muito e tanto eu como a Fê não passamos a noite sozinha.
E no final das contas o que seria mais um dia dos namorados sem namorado, foi um divertidíssimo encontro entre amigos.

Portanto gente, feliz dias dos NÃOMORADOS para vocês e como o final de semana não acabou ainda se joguem.


Postado por Juliana

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Meu amor por você !!!



Hoje farei uma homenagem ao meu marido, que amo tanto... Feliz dia dos namorados!!!!

Te amar é a essência da alma
O coração suspira por seus encantos
Traz a paz de espírito e ao peito acalma.

È o fruto da minha alegria
Transborda-me de júbilo
Complementa a simplicidade da vida.

Te amar é render-me à suavidade de seus afagos
Zelo que cultiva o prazer
Doçura que encontro em seus lábios.

É pensar em você a todo tempo
Presença que irradia continuamente
No profundo do meu ser contentamento.

Te amar é assim...
Te amar, te amar e te amar
A cada instante ao meu respirar sem cessar até ao fim.
(Autor Desconhecido)


Postado por Gabriela

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Nossa única certeza

Estava meio reticente quanto a escrever sobre este tema, visto tudo o que as meninas aqui do blog vêm passando, mas depois de ontem, para mim, falar sobre a morte se tornou necessário.
A Jú e a Déa perderam pessoas queridas recentemente, relataram aqui e dividiram conosco a sua dor. Ontem, fui pega de surpresa quando soube que a mãe de uma amiga de colégio também havia falecido. Quando eu soube da notícia, fiquei em choque. Não só pela perda de uma mãe, que eu imagino, deva ser algo agonizante, mas também porque há 3 anos esta mesma amiga perdeu o pai e, assim como eu, ela é filha única. Quando conversei com ela hoje, ela me disse exatamente o que eu pensei: agora eu não tenho ninguém.
Estar ao lado dela, dar apoio e dizer que não é bem assim, ela tem as amigas, o restante da família, o namorado, os sogros é o mínimo que se pode fazer numa hora destas, para tentar dar qualquer dose de conforto que seja possível ter num momento tão delicado. Mas imaginar a dor e a ausência que ela está sentindo, imaginar seus próximos dias, a volta à sua rotina, me assusta profundamente.
Me assusta porque eu simplesmente morro de medo da morte. Só de pensar no assunto, fico apavorada. Não saber o que acontece depois – se é que acontece – de onde somos e pra onde viemos é um dos maiores pânicos da minha vida. E, preciso confessar: eu nunca vi uma pessoa morta. Já fui a alguns velórios e a um único enterro, mas nunca vi o morto. Sempre fico do lado de fora, porque só o ambiente me faz suar frio. Acredito que isso se deva também porque tive a felicidade de nunca ter perdido um ente querido. Nenhum parente próximo meu morreu, nenhum amigo, ninguém extremamente próximo. Antes que você pense que eu sou de uma família de vampiros imortais, explico: meus avós por parte de mãe casaram muito cedo, tiveram filhos muito cedo e, graças a Deus, têm boa saúde. Os meus avós por parte de pai eu nunca tive muito contato e, quando a minha avó morreu, eu era tão pequena que nem sabia o que estava acontecendo. Pra ser sincera eu só me lembro do rosto dela porque vejo fotos.
E é por tudo isso que a morte me dá muito, mas muito medo. Medo porque ninguém vive para sempre e um dia, estas pessoas que eu amo tanto, vão morrer. E eu não sei como vou lidar com esta situação, como vou encarar este fato e mais do que isso: como vou conseguir ver esta pessoa dentro de um caixão? Medo de imaginar como será a vida sem estas pessoas que a gente tanto ama, que faziam parte da nossa rotina e da nossa história. Eu sou uma pessoa muito dependente de gente. Eu preciso ver meus avós sempre (afinal, eu cresci com eles), preciso estar perto da minha mãe, falar com ela, preciso visitar meus sogros, preciso ver meus cunhados, meu sobrinho, meus amigos. E não sei como vou agir quando um momento destes acontecer.
Por isso, observo a força com que as mesmas Jú e Déa vêm lidando com estas perdas recentes, para ver se com elas, eu vou aprendendo para quando a minha vez chegar. E até mesmo com esta minha amiga, que está passando por uma das maiores provações. Como dizem, a morte faz parte da vida e é verdade, ela é a nossa única certeza. Como confortar uma pessoa num momento destes se nem você saberia como agir? Eu devia ser mais madura em relação a isso. Mas, assim como tudo na vida, eu vou aprender de uma das duas formas: pelo amor ou pela dor.
Que vocês me perdoem pelo tema, pela sinceridade, pelo desabafo. É chocante perceber o quanto a morte está sempre, a todo instante, tão próxima da gente.
Postado por Denise

terça-feira, 9 de junho de 2009

Caminhos da Vida



Todos os dias em nossas vidas é um dia de novas descobertas, novas buscas, novos caminhos.
Sempre que acordo,sigo minha rotina diária, mas é quando coloco minha cabeça no travesseiro é aí que sinto que falta algo e o pior, algo que não se me perguntarem não saberei dizer o que é.

Admito que sempre fui uma pessoa um tanto quanto acomodada, porem com o passar dos anos isso pesa muito em meus ombros, porque olho para trás e não tenho orgulho de nada, porque não construí nada em minha vida e isso é muito triste.

Existe um texto de Mary Schmich, que é conhecido com a narração de Pedro Bial, chamado “Filtro Solar” e tem um trecho que diz:

Não se sinta culpado por não saber o que fazer da vida. As pessoas mais interessantes que eu conheço não sabiam, aos vinte e dois, o que queriam fazer da vida
Alguns dos quarentões mais interessantes que conheço ainda não sabem.


Pode ser que isso seja verdade, que viveremos em uma eterna busca.

No fundo no fundo sinto uma pontinha de inveja quando vejo alguém seguiu o caminho certo , no trabalho e na vida pessoal, mas garanto que sinto essa inveja de poucos, porque pouquíssimas pessoas que conheço seguiram o caminho correto, sempre desviaram e foram para o errado, claro que a maioria encontra-se nesse momento infeliz, mas buscando sempre aquilo que a faz feliz, mesmo que isso tenha um preço alto, custe algumas mudanças radicais ou grandes desafios.

Hoje posso dizer mais do que nunca que estou buscando novos caminhos, buscando minha felicidade, seja ela qual for. Se é o caminho certo a seguir, não sei, só seguindo a estrada saberei o que existe no final dela e se é a felicidade que tanto busco.
"A vida é feita de caminhos.....
.....caminhos que levam, caminhos que trazem sonhos, alegrias,tristezas, amores, esperanças.
De qualquer forma, nada vem ou vai sem caminho.
O caminho é parte integrante de nossas vidas.Antes mesmo da concepção, já buscávamos percorrer caminhos.Nossos primeiros passos foram treinados......
e aperfeiçoados para conquistar caminhos.
Alguns fazem bom proveito do caminho......
outros se perdem pelo caminho.Uns tiveram tudo para caminhar...
Outros muitas dificuldades para chegar.Um dia, deixaremos de ser parte do caminho...
E chegaremos ao ponto final.
Certamente fomos feitos para abrir caminhos, romper barreiras, ultrapassar limites e vencer.
Deus, na sua infinita misericórdia, não nos abandonaria num deserto de incertezas.
Não nos deixaria à beira do caminho, condenando-nos a um fim sem propósitos.
Ele nos preparou um caminho que nos levará de volta para casa...
¨Eu Sou... O Caminho... A Verdade... e a Vida..." (Autor Desconhecido)
Postado por Diana


segunda-feira, 8 de junho de 2009

Alguém tem uma sibutramina aí?


São 23h34 e eu parei agora para conseguir escrever o meu texto semanal. Bem que tentei fazer isso ao longo do dia, mas parece que desde domingo o relógio andou mais rápido que uma Ferrari.
O caso é o seguinte: cheguei ontem pela manhã aqui no Rio de Janeiro para acompanhar um importante evento de negócios na moda e até agora não descansei um minuto sequer. Os meus dias voaram sem que eu pudesse me dar conta disso.
Por isso resolvi escrever sobre o tempo.
Aliás penso que o tempo é relativamente proporcional à ansiedade de cada um: quanto mais uma pessoa é ansiosa, mais o tempo corre (principalmente o tempo daqueles que estão envolvidos com os ansiosos). Haja sibutramina e outros ansiolíticos, viu?!
Vou explicar: estou fazendo assessoria de imprensa para um projeto de desenvolvimento de pólos de confecção do Nordeste e a pessoa que o coordena é uma absoluta histérica-ansiosa-insegura. E por isso sinto que meu trabalho não flui.
Confesso que por mais calejada que eu esteja, não consigo lidar com gente assim. E é impressionante como nessa minha área está lotada de tipos como esse (a Denise pode confirmar tudinho!!).

Só para vocês terem uma idéia, a minha "saga" começou na sexta-feira, com a pessoa me ligando para cobrar explicações acerca da ausência de matérias sobre o projeto. Disse que havia soltado os textos um dia antes e que resultados iriam aparecer durante a feira.

Daí no sábado a noite eu estava na missa de sétimo dia da minha sogra e a infeliz me ligou três vezes durante a celebração do culto. Na terceira vez tive que atender e fui grosseira: "estou na missa de sétimo dia da minha sogra. Aconteceu alguma coisa séria para você me ligar nesse horário?". Ela respondeu que não. Porém, uma hora depois, ela ligou novamente. Queria saber quando um material chegaria em seu hotel.

Juro, quase surtei na porta da igreja.

Achei o cúmulo da falta de respeito, tanto pelo horário (sábado, 21h), quanto pela insistência das ligações.

Bem, levantei às 5h da manhã do domingo e vim para o Rio. Vôo saindo e chegando no horário e cá estou eu na cidade maravilhosa.

Como sempre gostei desse "turismo corporativo", fiz uma lista mental com algumas poucas coisas que queria fazer por aqui. Só que até agora não consegui cumprir nenhuma.

Mas o grande momento até então foi hoje, durante o meu almoço, às 18h30. Essa pessoa queria que eu produzisse uma matéria para um figurão do governo. Diante da certeza de que ela jamais desistiria dessa idéia, mesmo não fazendo parte do meu escopo de trabalho, disse que faria o maldito texto. Após o meu almoço.

Pois estou eu escolhendo qual porcaria poderia engolir naquele horário, e ela liga cobrando o texto. Expliquei que estava comendo e daí saiu a pérola: "você não pode comer depois não?". Como já tinha feito o pedido, tratei de enfiar goela abaixo uma salada com quiche e voei para a sala de imprensa.

E segundo o ditado "desgraça não vem em conta-gotas", a pessoa ainda quis se sentar ao meu lado para me ver escrever o texto. A cada frase que eu digitava, ela repetia em voz alta e me olhava esperando a continuação.

Perdi a educação, a esportiva, a mão. Mandei que a pessoa saísse do meu lado imediatamente e que quando o texto estivesse pronto ela poderia ler do jeito que quisesse, até de cabeça para baixo!

Consegui uns minutinhos de fôlego pra buscar inspiração para enfiar sete personagens em um texto apenas e daí a matéria saiu, finalmente. E a pessoa destemperada achou tudo lindo. E foi embora para uma festa no Copacabana Palace. Ah! eu não fui convidada por ela. Mas ganhei um convite dos organizadores do evento, porém, cedi para um fotógrafo com muito mais pique (e vontade de ir) do que eu.

Chamei o táxi, vim direto para o hotel, falando pelo celular com minha mãe (que passou por uma cirurgia de varizes hoje), com meu filho (cujo dente pré-molar caiu hoje), passei no restaurante e comi uma das opções light do cardápio. Entrei no quarto me sentindo um bagaço, tomei um banho, botei o pijama e liguei o notebook para escrever no nosso blog.

E tal qual uma prostituta, jurei que esse era a última vez que eu aceitava um trabalho como esse.

Bem, agora vou dormir, pensando que ainda faltam mais dois dias e eu só queria ir até a Confeitaria Colombo, pelo menos.



Postado por Andréa (furiosa pela falta de noção das pessoas. Ou será porque eu estou no auge da TPM?)




sábado, 6 de junho de 2009

Quero ser feliz ou ter razão.



Como sempre, eu deixo para escolher sobre o que escrever na ultima hora, e dessa vez não foi diferente, ontem conversando com uma amiga e dizendo a ela que eu ainda não sabia sobre o que postar, ela disse exatamente a frase do post de hoje e que eu já tinha esboçado um texto antes, alias eu até tinha essa frase colada no meu computer.

Já perceberam como existem pessoas que simplesmente querem ter razão em tudo, mas ABSOLUTAMENTE tudo mesmo, como se fosse sinal de fraqueza admitir que não saiba de um assunto, ou que não entendeu uma piada, ou mesmo uma tarefa que foi pedida. Existe um grupo de pessoas que parece estarem competindo sempre, no trabalho, com a família, amigos e até em relacionamentos, como se a vida fosse uma eterna competição, acho que no fundo elas competem com elas mesmas.

Na vida nada é engessado, eterno, todos nos temos óticas diferentes em tudo, o que é bom para mim, pode não ser bom para você, O verde pode não ser a cor mais bonita na sua ótica, o vinho tinto suave pode agradar mais a você do que a mim, existem milhões de escolhas a ser feitas todos os dias e o tempo todo, e para que vamos simplesmente querer ter razão em todas elas??? Não é maravilhoso poder escolher entre o dia ou noite, mar ou montanha, massa ou churrasco, vinho ou cerveja, alto ou baixo, moreno ou loiro, etc etc etc.

Somos seres humanos, somos flexíveis, podemos gostar de algo hoje e amanha não gostar mais, podemos querer algo hoje e amanha não mais, e então me responda qual o sentido de querer ter razão em tudo, de estar certo em tudo, se nem da nossa vida temos controle?? Vamos nos preocupar em sermos felizes e a respeitar as escolhas alheias, porque a minha pode não ser a certa, mas foi a que escolhi para o momento.

E eu quero mais é ser feliz.

Postado por Juliana

(E vai dizer que você não acha que eu tenho razão hein?? rsrsr)