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sexta-feira, 31 de julho de 2009

Doidas e Santas



Toda mulher é doida. Impossível não ser. A gente nasce com um dispositivo interno que nos informa desde cedo que, sem amor, a vida não vale a pena ser vivida, e dá-lhe usar o nosso poder de sedução para encontrar the big one, aquele que será inteligente, másculo, se importará com nossos sentimentos e não nos deixará na mão jamais. Uma tarefa que dá prá ocupar uma vida, não é mesmo? Mas além disso, temos que ser independentes, bonitas, ter filhos e fingir de vez em quando que somos santas, ajuizadas, responsáveis, e que nunca, mas nunca, pensaremos em jogar tudo pro alto e embarcar num navio pirata comandado pelo Johnny Depp, ou então virar loura e cafetina, ou sei lá, diga aí uma fantasia secreta, sua imaginação deve ser melhor que a minha.
Eu só conheço mulher louca. Pense em qualquer uma que você conhece e me diga se ela não tem ao menos três dessas qualificações: exagerada, dramática, verborrágica, maníaca, fantasiosa, apaixonada, delirante. Pois então. Também é louca. E fascina a todos.

Nossa insanidade tem nome: chama-se Vontade de Viver até a Última Gota.

Só as cansadas é que se recusam a levantar da cadeira para ver quem está chamando lá fora. E santa, fica combinado, não existe. Uma mulher que só reze, que tenha desistido dos prazeres da inquietude, que não deseje mais nada? Você vai concordar comigo: só se for louca de pedra.

Texto de Martha Medeiros
Fonte: http://veveloso.spaces.live.com/%5D/

As Quatro Estações Do Casamento: Primavera


Depois que o vento se foi, as flores caíram, foram para terra e encheram seus pés de novos nutrientes chega a PRIMAVERA. Novas flores surgem nos locais onde antes só havia caules, troncos. Árvores como se novas ressurgem na paisagem. Nova vida entra dia adentro. Os dias vão ficando longos, as noites menores, para podermos curtir os cheiros de flores, folhas e o amor que sempre renasce.

O tempo de reflexões passou, as incertezas se foram, é o recomeço, é a nova grama no jardim, novas flores no cantinho do muro. As ruas parecem mais alegres, as pessoas com roupas coloridas, sorriem com mais facilidade, o coração parece saltitar com a vontade de rever alguém que amo.

É tempo de novas alianças, novas forças e novos amores no ar, não necessariamente com outra pessoa, mas descobrir no nosso casamento novas flores, novos brotos e nova vida.

Quando nos casamos juramos amor na doença, saúde, alegria e dor. Só conseguiremos experimentar essa realidade quando passamos por todas as fases das estações do casamento.

Podemos sempre voltar à primavera de nossos casamentos, basta deixarmos as coisas seguirem seu rumo, sem desespero e precipitações. As estações vão e vem trazendo cada uma suas virtudes e dificuldades.

Na primavera temos sentimentos intensos, vivos cheio de vontade e de grandes alegrias, estamos sempre sorrindo, parece que tudo se encaixou em seu devido lugar. As mudanças ocorridas vêm como presente das flores. Podem cair algumas gotas de água, ou seja, chuviscar, mas ela sempre vem trazendo novas vidas, nada de águas abundantes.

As borboletas coloridas parecem surgir do nada, mas elas também se transformaram para aparecerem tão lindas e coloridas. Assim é o casamento, se transforma se deixarmos Deus agir cada dia e trazendo situações melhores e mais agradáveis.

Casar é fácil, bom, lindo, porém viver casado é uma escolha pessoal e do casal. Viver na primavera é lindo, mas é preciso passar dela. A primavera nos convida a sair do casulo, a passear de mãos dadas.

A principal função da primavera no casamento é de nutrir o casal, os encher de esperanças para caminharem firmes nas etapas que seguirão.

O cuidado que se deve tomar na primavera é com os rompantes que podem surgir entre nós, momentos de muita alegria podem causar confusões por falta de observação. São irritações que surgem sem que prestemos atenção. Assim como os abrolhos que também esperam a primavera nascer para chegar ao jardim e atrapalhar as plantinhas queridas. Se não os retirarmos toma conta de tudo e deixam as nossas flores feias e sem vida.

No mais aproveite para mandar flores, frutas e deliciarem juntos a primavera que chegou ao casamento, cada broto de flor que nasce é nova esperança que surge em nosso relacionamento.

Na verdade casamento,temos que cultivar a cada dia,como se fosse uma flor.Porque se descuidarmos,ele morre e acaba.

Até Mais....

Postado por Gabriela
(Obrigada pela autora deste texto,foram quatro textos lindo!!!)

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Cyber Anti-Social


Lá nos primórdios, quando eu descobri o ICQ fiquei viciada. Conhecia gente do mundo todo, ficava procurando pessoas e passava horas conversando com desconhecidos e amigos. Logo depois fui apresentada ao Messenger e desde então é impossível ligar o computador e não estar online. Um computador sem MSN é totalmente inútil para mim, assim como um micro que não esteja conectado à Internet.
Acontece que há mais ou menos uns seis anos, eu conheci o Orkut. E, no começo, me lembro de ter falado para a Vanessa, amiga que me convidou para a rede de relacionamentos: “nossa, que bobeira”. Mas o mundo girou, a Lusitana rodou e é óbvio, eu não resisti ao Orkut. E fiquei viciada em procurar pessoas nele, em mexer na vida dos outros e colocar lá só o que eu queria que as pessoas soubessem sobre mim. Quantos e quantos “amigos” de tantos anos eu achei no Orkut! Aquela menina que estudou comigo no pré, a ex-turminha do colégio e até os antes não muito chegados viraram amigos no Orkut. O legal era ter um monte de amigos, fazer parte do maior número de comunidades e receber avaliações positivas de todo mundo que está na sua rede.
Por seis anos minha relação com o Orkut foi se modificando e hoje, por mais que eu não consiga cancelar minha conta, posso dizer que já sei usá-lo com responsabilidade.
Daí, inventaram o Twitter. E foi a mesma Vanessa que me apresentou a ele. E eu falei a mesma coisa para ela: “balela, que coisa chata... eu tenho q ficar escrevendo o que eu to fazendo? E você me segue? Qual a graça disso?” Pois bem, criei a conta no Twitter e por muitos meses eu nem me lembrava que ela existia. Até que o Twitter foi criando graça, as pessoas foram entrando, um mundo novo virtual estava se tornando e eu virei a maior adepta também.
Mas, como tudo na vida, depois do começo eufórico a gente para e pensa no que tá fazendo. E foi assim com meu Orkut e meu Twitter. No Orkut eu percebi que na minha lista de 497 amigos eu mal falava com, no mínimo, metade deles. São pessoas que eu conheço, que fizeram parte da minha vida em algum momento, mas que hoje não tem mais porquê manter relacionamento, mostrar como eu e minha família estamos e nem o porquê eu ficar vendo a vida deles. Assim, numa das minhas noites de insônia – que quem me segue no Twitter acompanhou – eu resolvi que ia tirar estas pessoas da minha vida social, mesmo que cibernética. E foi o que eu fiz. “Joguei fora” mais de 200 amigos no Orkut, restrigindo meu relacionamento à pessoas que eu realmente gosto, tenho contato e considero amigos para participar da minha vida.
E foi ai que eu percebi que o mesmo estava acontecendo no Twitter. Eu tinha mais gente lá do que eu podia seguir. Para acompanhar tudo o que estava acontecendo eu precisava ficar conectada 24h por dia, senão perdia o fio da meada. E ai eu me perguntei: eu preciso mesmo seguir o fake do Victor Fasano? E pra que seguir a Rosana Herman? Foi então que a ficha caiu e eu vi que posso usar esta ferramenta também para falar com amigos, manter contato com quem interessa.
E então eu sai deletando mais um monte de gente. Virei uma cyber anti-social.
Eu sei, vão me dizer: mas rede serve para isso mesmo, para falar com quem você não vê todo dia. Mas eu prefiro manter contato com as pessoas que eu realmente gosto, com quem eu posso, depois, marcar um encontro e ver pessoalmente. Pessoas que são amigas de verdade e que fazem parte da minha vida.
E se você nunca parou para pensar nisso, sugiro que dê uma olhada na sua lista de amigos. Eu tenho certeza que vai se surpreender. É sempre bom ser renovar, mesmo que seja só virtualmente.


Postado por Denise

terça-feira, 28 de julho de 2009

Parte de Mim


Que a distância que se formou entre nós
Não seja morte premedidata
De todos os sonhos que vivemos
Dormindo ou acordados
Porque uma parte de mim é sonho
E a outra parte realidade
Que a tua voz vibrante e melodiosa
Seja mais forte que este silêncio
E que meus lábios possa dizer
Te amo mesmo em minha constante ausência
Porque uma parte de mim é meu grito
E a outra parte é silêncio
Que minha face mostrada em video
Nunca gere esquecimento
Que possa ser vista e lembrada
Muito mais que um momento
Porque uma parte de mim foi filmada
E a outra parte a ti está reservada
Que a tua vontade de me encontrar
Não se deixe vencer por minhas palavras de adeus
E por mais que elas tenham sido convincentes
Não deixe que prevaleça em tua mente
Porque uma parte de mim foi partida
Onde outra parte aguarda tua chegada
Que o medo da desilusão não o afaste
Que a esperança perpetue em tua face
Que possa lembrar de mim com um sorriso
Muito mais que eu possa dá-lo
Que possa sentir meu carinho
Mesmo sem que possa tocá-lo
Para que uma parte de mim seja presente
Que viveu em teu passado.
Mas que este passado vire abrigo
Onde habita a saudade
Para que um dia possamos ser
Muito mais que casualidade
E que em meu habitat de sonho
Você possa viver de verdade
E neste teu mundo diferente
Eu consiga viver de repente
Que o som da natureza te aplauda mais alto
Que todos os sons que já ouviste do palco
Porque se uma parte de você é canção
E a outra parte sou eu
Uma parte de mim é você
E a outra parte é você também.
Porque uma parte de mim é amor
E a outra parte também


segunda-feira, 27 de julho de 2009

O seguir em frente.


Cabeça erguida, sem lágrimas, coração aberto, não olhe para trás, afinal, novas possibilidades te esperam em qualquer esquina. Bastou virar alí, à direita, e pronto!

É... parece fácil executar o tal "seguir em frente".

Mas como apagar memórias tão ricas, tão vivas, tão latentes de tão longos anos?

Pior: como explicar para si mesmo que os tais planos que tanto sonhavam juntos não valem mais a partir de já? Aonde é que se colocam, depois de um fim mal decretado, os sentimentos nobres como a lealdade, o companheirismo, o amor?

Qual é o rumo que devemos tomar?

Dos outros eu não sei. Mas eu voltei pra casa, assim, sozinha, rasa de explicações e lotada de sentimentos, de dor, de dúvidas: como se mata um amor de um dia pro outro? E, se não havia mais amor, por que arrastar uma mentira por tanto tempo? Por que tantas desculpas, tão desencontradas, tão contraditórias?

E tem mais: quem faz isso geralmente se esquece de que as pessoas se falam, conversam entre si. Daí mentiras vêm à tona. E machucam mais e mais, e muito mais quem é, simplesmente, o alvo.

Chega a ser cruel.

Juro, me senti um touro derrubado numa arena de tourada depois de tudo o que vivenciei nesses últimos dias. Sangro alí, a céu aberto, exposta aos olhares de reprovação e de euforia de um público que se divide em torcer pelo touro e pelo toureiro.

Só que diferente do animal, eu não vou morrer fisicamente. A alma foi-se embora na madrugada de sexta para sábado, e meu corpo ficou aqui, com as dores e os danos morais que me proporcionaram.

E o seguir em frente tornou-se tarefa obrigatória.

Tentei me distrair o dia todo, fazendo de um sábado chuvoso o primeiro dia da minha nova história: fui ao supermercado, levei o Lucca ao pai dele, fui praticar meu credo, recebi um amigo querido e ainda saí com outra turma que é, sim, o meu porto seguro. E o melhor de tudo é que ninguém perguntou nada, ninguém fez menção ao ocorrido. Fui abraçada por todos e, como num pacto silencioso entre eles, todos se revezaram para me fazer sorrir.

Ontem acordei tarde, porém, um pouco mais leve. Havia parado de chover e o Sol arriscava sair. Almocei com minha tia, saí com amigos, fui ao cinema ver filme de gente grande (porque há anos só assisto filmes infantis), e depois ainda jantei com essas pessoas tão queridas num restaurante japonês - totalmente cercada de alto-astral e paz. Daí tive a certeza de que seguir em frente é meio instintivo.

Por isso, já guardei numa gaveta que quase nunca uso as fotos, os cartões, os mimos, bilhetinhos com juras de amor, guardei as jóias, a aliança - escolhida com tanto carinho por quem me queria tanto, há tão pouco tempo. Aliás, tirar a aliança da mão talvez tenha doido mais do que se eu perdesse um dedo.

Ainda não consegui apagar os emails com palavras sinceras, carinhosas, que me proporcionavam tanta segurança. Ao contrário: reli todos - absolutamente todos - para me certificar de que não estou louca, e que havia acontecido, de fato, até bem poucos dias atrás, uma história de amor.

Mas como tudo nessa vida um dia acaba (ou morre, como as flores de uma paineira, por exemplo, que cedem lugar ao real propósito da árvore), provavelmente seja esse o último grão a cair para germinar em mim o recomeço.

E que o seguir em frente seja, assim, abençoado.


Postado por Andréa (que ainda acredita no amor e nas pessoas)

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Ciao Amica Mia.



Hoje vou falar de uma pessoa em especifico e o valor que ela tem para mim.
Como todos vocês já sabem, eu tenho 30 anos, e há pelo menos 16 a Diana faz parte da minha vida, ou seja, mais da metade do que eu vivi ate hoje, ela participou e vice-versa.
E hoje a minha amigairmã partiu para a Itália em busca de um novo caminho.
Não vou mentir dizendo que não estou triste com a sua partida, por mais que não nos víamos com tanta freqüência como antigamente, ela estava ali naquele endereço a qualquer hora, e era só ir até o seu encontro para matar a saudade, agora vou ter que me contentar com telefonemas e mensagens, ainda bem que temos a Internet, Santa Tecnologia.
Hoje eu entendi o que ela sentiu quando Eu fui morar em Londres.
Imagina o que nós vivemos nesses anos todos de amizade, tantas alegrias, tristezas, altas gargalhadas, sabe daquelas que perdemos o fôlego, que faz os olhos fecharem a as lagrimas caírem de tanto rir, choramos juntas muitas vezes também, brigamos p/ caraca, porque quem conhece a Diana. Sabe do seu temperamento rsrsr.
Nossa Di, quantas coisas já passamos juntas, nossa amizade inspira.
Quero agradecer por você ter tido a paciência de esperar a minha evolução como ser humano e ter sempre acreditado em mim, e me aceitado com todos os meus defeitos e manias e mesmo conhecendo o meu lado mais sombrio, nunca ter desistido de mim e da nossa amizade.
Quero agradecer pela família que eu ganhei quando nos tornamos amigas, sua mãe, o “MAKAKINHO”, os sobrinhos tortos que eu vi crescer, a Nã e o Edu, A Sil, o Beto, a Paulinha, Suzan, enfim, a toda família que eu faço parte e que amo muito.
Quero agradecer a todos os momentos que passamos juntas, por todas as broncas que você já me deu, por todas as vezes que cuidou de mim, por ter me escutado, enfim, por ser a melhor amiga desse mundo e quem tem você na vida sabe exatamente o que eu estou dizendo.

Eu espero que você volte e não seja egoísta como eu fui de ficar um tempão fora, mas saiba Di que estaremos sempre juntas aonde quer que seja.


Amiga, acredito tanto em você, que mesmo a saudade já apertando meu peito, eu sei que você vai achar seu caminho, vai se encontrar, se realizar e ser muito feliz.

Curta cada momento dessa sua nova aventura e tire o máximo de tudo e todos, você merece o mundo de felicidade.

E quanto a mim, vc já sabe, amanha to indo na sua casa pegar as roupas que eu gosto, os perfumes que você deixou e tudo o que eu puder pegar, já falei p/ sua mãe que 1 vez por semana eu vou jantar lá.rsrsr
Ahhhh e passar o seu aniversario longe da gente não foi uma escolha LEKAL rsrs.


TE AMO TATA.
VOLTA LOGO.



Postado por Juliana
( que já chorou pacas, e a foto em anexo, é umas das milhoes que nós temos juntas)

quinta-feira, 23 de julho de 2009

As quatro estações do casamento: Inverno


Para se chegar à primavera é necessário passar pelo frio intenso do inverno."( Fátima Guirlanda )

O inverno chegou, com ele chega aquele frio gostoso, onde encostamos mais um no outro. Dormimos agarradinhos para poder nos esquentar. É um período de comidas quentes, paixões efervescentes. Namoros mais longos, menos discussões por causa do clima. Precisamos do calor do outro, o corpo pede o outro. A família parece bem mais unida. Saímos menos de casa, nos interagimos mais.

Em muitas casas esta fase não é boa, infelizmente. Os casais isolam no seu mundo frio. Deixam o coração congelar e não vêem uma forma de se esquentar a não ser na sua solidão e ver tv. É um tempo onde às amarguras afloram se tentam conversar parece mais um martírio que um diálogo.

O que mais leva um casal a enfrentar o inverno de forma errônea é a rigidez um com o outro. A falta de vontade de compreender cada situação e olhar somente para si mesmo ao invés de olhar para o casal. Todos nós casais temos dificuldades, brigas, discussões. Mas é nossa escolha vence-las.

O inverno ruim em alguns casamentos pode acontecer logo após a lua-de-mel, pode durar pouco ou a vida inteira. O frio pode congelar um casamento e ele não crescer, não desenvolver. O casal pode então permanecer eternamente no frio das emoções ou mudar de estação.

Como no frio nos encolhemos e entramos no nosso mundinho particular, podemos deixar que as emoções negativas de todo um ano nos dominem e nos leve ao fim sem chegar à alegria da primavera.
Mas isso pode ser diferente se vocês desejarem. Pode passar do frio das emoções para o que falamos no inicio, para o prazer de estarem juntos, a sós e curtir o friozinho juntinho debaixo de um bom cobertor.

A atitude que você vai tomar no inverno depende do casal, não tem como ninguém avaliar e dar opinião. Vocês dois são quem escolhe como passar por esta fase ou permanecer nela pelo resto do casamento. Por vários motivos possam congelam no inverno, não deixam outras deliciosas estações virem e fazer a diferença. Uns querem prender o outro para não viver outras emoções, outros por rancor, ódio e por ciúmes. Mas não vale a pena, o que vale é viverem os dois as emoções de cada estação, sabendo que em todas elas podemos viver belos, deliciosos e maus momentos juntos, mas que em todas poderemos ser mais do que vencedores em Cristo Jesus.

Se deixarmos o amor pode encobrir multidões de dores provocadas no inverno. Podemos deixar cicatrizar sem arrancar as casquinhas que trazem o sangue de volta. Deixemos o amor invadir o frio da estação e o frio do nosso coração e vamos curtir juntinhos esse tempo bom para namorar, comer e se alegrar em família.

Até a próxima...

Postado por Gabriela

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Faça sua Lista


Conheço pouco sobre o trabalho do Oswaldo Montenegro. Acho que sei mesmo aquelas básicas, que foram temas de novela e só. Mas, esta semana, conheci uma música dele que me chamou a atenção. Fui procurar mais sobre ela e descobri que não é nova, claro. Sou eu que sou desatualizada mesmo. A música se chama "A Lista" e me fez pensar na vida, por nos trazer questionamentos sobre o que a gente acha que é importante, sobre o que fizemos e sobre as pessoas que deixamos que façam parte de nossa história. Enfim, a música mexeu tanto comigo que resolvi fazer dela meu post, colando aqui a letra e pedindo que vocês leiam com atenção e reflitam sobre o que a música nos propõe. Faça a sua lista. Eu estou fazendo a minha. Aliás, são listas que precisam de constante atualização.

A Lista
Composição: Oswaldo Montenegro


Faça uma lista de grandes amigos

Quem você mais via há dez anos atrás

Quantos você ainda vê todo dia

Quantos você já não encontra mais...

Faça uma lista dos sonhos que tinha

Quantos você desistiu de sonhar!

Quantos amores jurados pra sempre

Quantos você conseguiu preservar...

Onde você ainda se reconhece

Na foto passada ou no espelho de agora?

Hoje é do jeito que achou que seria

Quantos amigos você jogou fora?

Quantos mistérios que você sondava

Quantos você conseguiu entender?

Quantos segredos que você guardava

Hoje são bobos ninguém quer saber?

Quantas mentiras você condenava?

Quantas você teve que cometer?

Quantos defeitos sanados com o tempo

Eram o melhor que havia em você?

Quantas canções que você não cantava

Hoje assobia pra sobreviver?

Quantas pessoas que você amava

Hoje acredita que amam você?


Para ouvir a música, acesse
http://www.youtube.com/watch?v=tqFZ_FKYp-I&feature=related

Postado por Denise Lugli

terça-feira, 21 de julho de 2009

Um Novo Caminho




Sinto-me quase completamente renovada…
Uma nova mulher…
Num novo caminho,
Numa nova estrada…

A
vida continua,
Novas coisas nascem,
Novos sentimentos brotam em mim…


Vejo-me numa nova estrada,
Vendo a anterior a ficar para trás…
O passado fica,
O presente acontece,
O futuro se espera…


Não faço idéia de como será esta nova jornada,
Se mais triste,
Ou mais feliz…
Se mais pesada,

Ou mais leve…

Se mais carrancuda,
Ou mais sorridente…


Por enquanto sei que não será fácil,
Pois nada na vida é fácil…
Sei que será diferente,
Pois cada pessoa tem a sua personalidade…


Precisarei de ser forte para habituar-me a um novo clima,
Uma nova paisagem,
Novos desvios,
Novas experiências…


Sei que não posso achar do novo caminho um erro simplesmente por estar habituada a outros defeitos e outras qualidades…
Estou vivendo o presente,
Deixando para trás o passado…
Abrindo simplesmente um novo capítulo,
Novas páginas…


Pois é novo tudo que vivemos agora…
É um novo sonho onde vejo simplesmente…

Um novo caminho…

(Yumna Yussuf)



Postado por Diana (que está indo viajar para a Itália por 2 meses para tentar trilhar um novo caminho)

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Não existiria som se não houvesse o silêncio.


Não acredito em coincidências, por isso acho mesmo que ser a blogueira das segundas-feiras é algo realmente especial.
Principalmente hoje, dia 20 de julho, em que comemoramos o Dia do Amigo.
Na verdade eu não sei quando começou essa história toda, mas nosso calendário tem umas datas comemorativas tão esdrúxulas que o Dia do Amigo era, praticamente, obrigatório entre tantos outros “dias de alguma coisa”.
Se bem que, como outras tantas datas, o Dia do Amigo é todo dia.
Há uns meses (acho que foi em setembro do ano passado) eu escrevi lá no meu outro blog – Don´t Wait Too Long (
http://andreamdiniz.blogspot.com/) – um texto que falava da importância de se ter amigos. Naquela época eu começava a enfrentar essa fase complicada que eu venho vivendo (profissional, emocional, no relacionamento) e, por uma semana, tive a certeza de que o chão se abriria sob meus pés e que meu mundo ruiria em segundos.
Mas qual não foi a minha surpresa ao ver que amigos, mesmo distantes de mim (e até mesmo sem saber o que estava se passando comigo), vieram ao meu socorro e me fizeram ver que o buraco não era tão negro assim. Ganhei colo, poesias, risadas, e mais do que isso, também ganhei fôlego para continuar a luta diária.
Acontece que, como toda crise, aquilo era realmente a pontinha do iceberg e hoje vivo dias igualmente difíceis, porém, que não se resolverão em apenas uma semana, como foi da outra vez. Acontece também que alguns amigos daquela época notaram que algo, de novo, não vai bem, e vieram ao meu socorro.
O mais engraçado de tudo isso é que eu sempre fui a “socorrista” – era eu quem saia como um carro do resgate para consolar alguém, tirar amigas da fossa por causa de um pé na bunda, ouvir problemas sérios, dar conselhos... E agora sou eu quem está ganhando tudo isso.
É... A vida é realmente uma troca.
Por isso, hoje eu quero agradecer cada um de vocês que simplesmente entraram, assim, de graça, na minha vida.
Gente, sem vocês eu não sou nada!!
É como o título desse texto (extraído de uma música do Lulu Santos): não haveria som se não houvesse o silêncio. Assim como não haveria minha mais gostosa gargalhada se não houvesse cada um de vocês, com a força e a alegria, características de cada um. Assim como as minhas mais doloridas lágrimas não seriam enxutas se não tivesse gente como as meninas deste blog aqui – todas, sem exceção. Como a Ju, por exemplo, que está empenhadíssima em não me fazer pensar nas pedras que estão no meio do meu caminho. Para se ter uma idéia, até no jogo do Corinthians contra o Sport ela me levou, na quinta-feira passada. E sabe, foi muito divertido.
Aliás, na quinta-feira mesmo uma outra figura muito importante apareceu do nada. Não sei se esse mocinho tem idéia da importância dele em minha vida. Também não sei como ele fareja que eu preciso de uma palavra apenas, às vezes.
Muitas vezes ficamos semanas sem se falar, meses sem se ver, mas o Kleber é, de fato, o meu “personal elevator de autoestima”. É impressionante como ele sabe a hora exata de ligar e falar meia dúzia de galanteios que fazem dissipar qualquer tempestade. Detalhe: ele faz isso há anos e sem saber de nada do que está se passando comigo. Daí que ele também me ouve e, por uns dias, me paparica. Depois some, tal qual fumaça de insenso, deixando somente a lembrança olfativa de que algo delicado e marcante esteve por ali.
Também na quinta-feira outra pessoa me interpelou perguntando se estava tudo bem comigo. Era o Robson, do blog Pensandout, que é leitor do meu outro blog e nos acompanha também por aqui.
É engraçado como certas pessoas acabam nos conhecendo somente por linhas, por palavras escritas. E o mais engraçado ainda é nunca nos vimos pessoalmente, nunca tomamos uma cerveja juntos, rimos juntos, nem nada. Não acreditava em relações virtuais até ter o blog, que me trouxe gente tão linda, tão real, que às vezes custo a acreditar, como a Lili, a Débora ‘Pequena’, o Rafa Cury e o próprio Robson (entre tanto outros).
Justamente por conta dos meus últimos posts – aqui e acolá – ele quis saber, sem nenhum interesse o que estava acontecendo comigo, o por quê de textos tristes, densos, doloridos. E eu acabei contando tudo, assim, de uma vez só para uma pessoa estranha.
Estranha!?
Não, ele não é mais estranho. É alguém que de longe percebe que não haveria luz se não houvesse a escuridão. E ajuda a trazer à luz alguém que está um pouco perdido nesse caminho tão escuro.
Tem também outros amigos, como a Luciana (do blog Asas Novas), que é minha parceira de muitas coisas. A Lu compartilha comigo, além do signo, profissão e credo, ideais de vida completamente reais. Amiga, a gente ainda chega lá, viu!?
E o que dizer dos outros autores blogueiros*, como o Gustavo Jaime, do D´Além Mar e do Inutensílio do Mundo, o Francisco, do Pra Ler no Banheiro, a Carla, do Um Mundo pra Chamar de Nosso, o Rafa Cury, do Eu Comigo Mesmo, e mais tantos outros que escrevem seus sentimentos em forma de poesia, contos, impressões, pensamentos, e que me provocam, ora gargalhadas, ora lágrimas, como se estivessem falando diretamente pra mim.
Tem muita gente ainda que eu queria por aqui, mas o espaço é curto e esse texto está ficando longo.
Ah! Ainda em tempo, eu queria também agradecer a Diana (que escreve aqui todas as terças-feiras) pelas palavras duras no msn. Nem sempre ser docinha ou ser condescendente ajuda quem realmente está precisando. Também queria dizer que vou estar pra sempre pronta para te ajudar, te receber e até mesmo me despedir (e torcer para que dois meses passem voando e você volte logo porque você vai fazer uma falta danada, viu, sua Coroca).
Por isso, deixo aqui o meu mais sincero OBRIGADA pela amizade – seja ela presencial ou não.
Vocês não têm idéia de como é bom ter vocês por perto!!
E, como dizemos entre nós aqui do De Salto Alto e Batom, a cada recado de mandamos uma para outra, tenham a certeza de que AMOLHES do fundo do meu coração.

* blogs citados:

Pensandout:
http://pensandout2.blogspot.com/

Eu Comigo Mesmo:
http://rafaporelemesmo.blogspot.com/

Pra Ler no Banheiro:
http://pralernobanheiro.blogspot.com/

Asas Novas:
http://asasnovas.blogspot.com/

Um Mundo Pra Chamar de Nosso:
http://ummundoprachamardenosso.blogspot.com/

Inutensílio do Mundo:
http://inutensiliodomundo.blogspot.com/

D´Além Mar:
http://dalemar.blogspot.com/

Postado por Andréa (que queria dar um abração bem apertado em todos os seus amigos hoje).

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Empate, mas para quem??



Hoje quero falar sobre Futebol, lógico que não vou arriscar nenhum palpite, crítica, estratégia de jogo, etc etc, quero somente dividir com vocês a minha experiência de ontem no Estádio do Pacaembu, assistindo Corinthians e Sport.
Bom Primeiro que eu não sou nenhuma fanática em Futebol, mas ultimamente tenho começado a gostar de ir ao Estádio, e nem me perguntem qual era o Campeonato de ontem porque com certeza eu não sei responder srrs.
Acho que o Futebol exerce uma mágica nas pessoas, ainda não entendi esse fascínio, fanatismo que acontecem com alguns torcedores, mas vamos lá.
Primeiro que falam que quem é Corinthiano já é sofredor por Natureza, powww, super preconceito isso rsrs, eu particularmente decidi (se é que eu posso dizer decidir, já que quem é Corinthiano já nasce assim) torcer pelo Corinthians simplesmente para infernizar o meu pai e irmão, Palmeirenses Roxos, apesar de que eu acho que nenhum Palmeirense é um simples torcedor, todos são assim, digamos, super intensos rsrs.
E com o passar do tempo eu realmente percebi que já era Corinthiana.
Então vamos ao Jogo.
Fui eu e um pessoal da Empresa, chegamos lá as 19 h, encontramos a Andrea, comemos um Dog e resolvemos entrar, faltava ainda um pessoal para chegar, inclusive o Mauricio, um amigo que eu ADORO, e um Corinthiano Roxo, sabe daqueles que até o toque do celular é o hino do Corinthians.
Ficamos na Arquibancada Verde, ainda estava vazio, mas com o tempo, o lugar foi enchendo e nada do Mauricio chegar, fui ficando preocupada, mas me divertindo ao mesmo tempo, vendo aquele mar de gente, todos movidos pela mesma paixão, isso que é o bacana de ser torcedor, é vibrar, sofrer, comemorar cada lance, etc etc.
No estádio existe cada figura que só quem já foi sabe, têm as pessoas que vão vestidas com o Uniforme dos pés a cabeça, tem aqueles que inventam o Uniforme, tem aqueles que nem sabem o que vestir, ah e tem aquelas como eu, que vão de cachecol Rosa rsrs.
Bem, sei que todo mundo já estava lá e nada do Mauricio, resolvi ir para a catraca esperar por ele, Meu Deus, àquela hora me deu medo, era um mar de gente vindo em minha direção, mas fiquei atenta em busca do Mauricio, que devia estar com a camiseta do Corinthians, pois é o difícil foi encontrá-lo no meio de tanta gente com a mesma camiseta rsrs, mas aí ele chegou e fomos assistir ao jogo enfim.
A hora que o time entrou no campo, foi sensacional, a galera vibrando, o samba (lógico que em todo jogo tem a bateria certo!), Então é a partir daí que a festa começa, a galera vibra, canta, bate palma, xinga, ahhhhhhhhhhhhh, e como xinga, alias acho que para entrar no campo, a pessoa precisa de um vocabulário extenso de palavrões, já vou adotar as idas ao jogos como um tipo de terapia de alivio.
Acho que é no Estádio que os pais liberam os filhos para falarem palavrão e afins, nossa e não é que os danadinhos são afiados, eu sentei do lado de um moleque que deveria ter uns 10 anos, e percebi ali naquele lugar que realmente eu estou ficando velha rsrsr, alias pude perceber isso no exato momento que eu perguntei a ele quem era o cara de amarelo no meio do campo, e vi no seu olhar que ele realmente falava serio quando xingava rsrs.
Ahh , o que eu mais gosto do estádio é de cantar as musicas e da Ginástica que fazemos quando acontece um lance que achamos que sairá um gol, é um tal de senta e levanta, de UHHHHHH, e mais UHHHHH, de rimas cantadas que eu nem vou comentar, mas a hora mas emocionante é quando você vê ali diante dos seus olhos milhares de pessoas cantando: Aqui tem um Bando de Louco, louco por ti Corinthinas.....depois do Gol.
É nessa hora que posso ver o quanto aquele momento é importante para muitos e como as pessoas sofrem quando o time perde, o que não foi o nosso caso ontem.
Ahh me esqueci de dizer do vocabulário dos vendedores ambulantes, um passou por mim dizendo....amendoooti, e eu O q??? AMENDOWHAT??? Bom gente, ele quis dizer AMENDOIN DOCE ...KKKKKKKKKKp/ vc ver.
Adorei, com certeza irei mais vezes, confesso que preciso pelo menos aprender o nome dos jogadores, só sei do Felipe e OBEVEEEEOOOO Ronaldo, que eu nem achei tão gordo como falam.
Beijos a todos

Postado por Juliana

quinta-feira, 16 de julho de 2009

As quatro estações do casamento; Outono


Hoje não teria um tema melhor para falar e continuar da semana passada. Principalmente que hoje estou fazendo quatro anos de casamento.
Durante estes quatro anos, tive momentos felizes, tristes, de brigas, romance, companheirismo, que na verdade fazendo a balança, não me arrependo. Faria tudo de novo,exatamente igual.

O outono é tempo do amarelar das árvores, indicando a passagem de um clima quente para outro mais ameno. A temperatura cai bastante, as chuvas de março vêm para fechar o verão e o outono toma seu lugar.

Neste período começará os ventos derribando flores e frutos, o tempo ficará mais frio e de certa forma menos belo. As folhas vão caindo pelo ar, flutuam, passeiam pelo vento e depois caem em locais onde serão pisadas e irão retornar ao pó da terra.
Suas brisas matinais nos chamam á um dia com suas alegrias e tristezas assim como é o casamento. Quem olha de longe pode até desejar estar ali, mas o casal sabe que não é um período fácil, é o momento de mudanças, adequações. Há horas de solidão, frio e as folhas se foram deixando a árvore descoberta, seus galhos secos. Assim como o vento é desorientado o casamento está em desorientação temporária.

Com o cair das folhas e o retorno delas ao solo elas se tornam adubo, ou seja, volta a alimentar o solo. Assim acontece no casamento, perdemos folhas lindas e elas retornam como adubo para um recomeço. Um novo alimento que faz bem ao casal e a família. Outras folhas virão, lindas, coloridas e nos cobrirão deste tempo de seca. Outras histórias surgirão em nossas vidas, deixaremos à vergonha da nudez temporária para trás e viveremos nosso amor novo e forte. É o período do recomeço. É o tempo da RENOVAÇÃO do casamento.

É aqui que deixamos nossas emoções de fora, já que as folhas caíram. Surge uma consciência silenciosa entre o casal de que as coisas não estão bem, incomodam-se com a situação, porém é um tempo que tem que passar, será amenizado com tempo e o amor que os envolve em momentos difíceis.
Pode haver incertezas quanto a que rumo tomar nesta fase, não queremos passar por ela, mas é necessário para crescermos e encontrarmos novos rumos e caminhos mais agradáveis.

O que não podemos é negligenciar a fase, deixar de lutar e passar logo para o INVERNO. O tempo de distanciamento precisa passar por isso novos brotos vem, onde há cores, cheiros, os dois se reencontraram.

Observe bem a vida a dois nesta fase, é onde precisamos mudar, onde é preciso ajuste, já que ficamos expostos ao tempo e sem folhagem cobrindo erros e dores emocionais. É hora de rever conceitos, atitudes e enxergar uma luz mesmo com ventos frios e desorientadores. O inverno vai chegar novos dias vão nascer cheios de esperanças de um futuro melhor.

Assim caminha o casamento, de fases, esperanças e muitas alegrias, dificuldades e sempre Deus nos abençoando e nos dando novas forças.

Até a próxima,com a estação Inverno....
(Autor Desconhecido)

Postado por Gabriela

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Como diz o ditado...


… cada louco com sua mania. E é verdade. Todos nós somos cheios de manias. Às vezes, estamos tão habituados a algumas ações que nem percebemos que são manias e não ações comuns a todos. Eu comecei a pensar nisso e fazer, mentalmente, uma lista de coisas que eu sei que faço sempre e cheguei a conclusão de que eu sou uma pessoa interessante, psicologicamente falando. Misturado às minhas manias “normais” - como por exemplo, abrir a geladeira sem motivo (todo mundo faz isso e é até uma das maiores comunidades do Orkut), eu percebi que tenho manias curiosas. E resolvi compartilhar com vocês. São elas:


- Não importa se está frio ou calor, eu não vou conseguir dormir se não estiver usando meias;
- Quando vou tomar banho, eu sempre coloco primeiro a perna direita para ir testando a água, depois o braço direito e vou entrando aos poucos. Quando todo o corpo está molhado é que eu molho a cabeça;
- A última coisa que eu faço antes de dormir é tomar banho. Não importa que hora seja, eu não sei deitar no lençol sem estar cheirando sabonete;
- Depois que eu escovo os dentes eu bebo um enorme copo de água gelada. Uma delícia!
- Eu só atendo o telefone se eu conhecer o número de quem está me ligando;
- Quando estou nervosa, fico rodando a aliança no dedo;
- Por mais que eu goste do filme/seriado que esteja passando, eu durmo no meio se for dublado;
- Eu só durmo de lado. Mas não suporto sentir minhas pernas se encostando. Então, no calor ou no frio, sempre tem uma colcha no meio das minhas pernas;
- Eu não sei usar sapatos quando estou em casa. Entro e já fico descalça;
- O Mc Donalds pode lançar todos os lanches do mundo, mas eu sempre vou comer Big Mac ou Cheddar McMelt;
- Eu entro no orkut umas 10 vezes por dia, mesmo que não tenha novidades;
- Eu adoro misturar batata frita com sundae de chocolate;
- Se aparecer o envelopinho na minha tela, indicando novo e-mail, eu não consigo terminar o que estou fazendo antes de abrir e ver o que é;
- Sozinha no carro, eu só consigo dirigir com música alta;
- Eu não consigo dormir com os pés virados para a porta do quarto;
- Meu prato tem que ser montado na seguinte ordem: primeiro o arroz, com o feijão por cima. A carne tem que vir do lado e não pode misturar com o arroz, senão me dá nojo;
- Eu monto meus sanduíches. Porque só eu sei a posição exata que o presunto e o queijo têm que ficar dentro do pão.

Estas são algumas das manias que consegui listar, pensando no quanto eu sou estranha. Mas, como dizem, de médico e louco, todo mundo tem um pouco. E você, quais são suas manias? Ta ai mais uma coisa que eu adoro: compartilhar manias! Comente aqui as suas.


Postado por Denise (que não pode ter um papel e uma caneta na mão para sair rabiscando seu nome, não importa onde seja).

terça-feira, 14 de julho de 2009

Um Novo Começo



Ultimamente venho me deparando com alguns casos de fim de relacionamento de amigas e conhecidas minhas.
Como é triste o término de qualquer tipo de relacionamento, namoro, casamento.
Geralmente e acredito que em 99% dos casos, uma das partes sai muito mais magoada que a outra, ou por um rompimento brusco, ou por traição, ou por puro egoísmo.
Sempre quando estamos dentro de um relacionamento, fazemos milhares de planos e colocamos expectativas, acreditando que a pessoa que está ali ao seu lado é o homem de sua vida, acreditando que está sim, vivendo seu conto de fadas e que a outra parte sente o mesmo que você.

De repente você se depara com brigas, discussões, desilusões e um balde de água gelada é literalmente jogado em cima de você.

Dificilmente um relacionamento termina numa boa. Já ouvi alguns poucos casos que isso é possível sim, mas quando ambas as partes sabem bem que já é hora de botar um fim, mas na maioria dos casos isso é algo bem remoto de acontecer.

Me lembro muito bem como foi comigo, no meu relacionamento anterior. Namorei quase 4 anos e para mim tudo andava bem, eu o amava, me sentia feliz ao seu lado, estávamos pensando em casar, procurando apartamento. Sonhei, ah ! como sonhei em entrar vestida de branco na igreja, de viver uma vida plena e feliz ao lado dele, porem tudo foi por água abaixo num piscar de olhos.
De repente uma briga “forjada” para ter a desculpa de pedir o famoso tempo, e que posso dizer que é o fim do relacionamento, porque TEMPO NÃO EXISTE.

Quanto sofrimento, quantas lágrimas rolando em seu rosto, durante as primeiras semanas, meses, até anos, você se entrega a tristeza, deixa a saudade tomar conta de você, se sente culpada e vive se perguntando “Onde foi que EU errei”, mas quem disse que você errou ? Porem o mundo inteiro pode te dizer que você fez tudo pelo relacionamento, mas infelizmente você acha que nunca fez o suficiente. A dor é imensa, é como se tivéssemos perdido uma parte de nós, ou perdido um ente querido. Sem falar em sua auto estima que vai parar a 10 palmos abaixo da terra de tão baixa. E os domingos ? Longos, intermináveis, porque era o dia em que vocês iam ao cinema, que você ia almoçar na casa dele ou ele na sua. O primeiro dia dos namorados então, nossa ! esse é melhor nem comentar rsrs.

Mas, depois de um tempo, você cai na real, percebe que a vida continua e que o que realmente fica é a saudade de um tempo que passou e não volta mais , percebe que ninguém merece tantas lágrimas suas e que o importante nisso tudo é exclusivamente VOCÊ !

Saia, se divirta, evite ficar em casa, principalmente nos finais de semana, vá no salão de beleza, faça pé, mão, arrume seu cabelo, mude seu visual, anime-se, mesmo que as vezes isso seja um pouco difícil, mas ao menos se esforce.
Saia com seus amigos, fale muita besteira, dê muitas risadas, eles nesses casos são uma terapia e tanto.
Se desvincule de tudo aquilo que te faz lembrar do ex, vá em lugares diferentes dos que você ia com ele.
Lembre-se, a única que poderá sair desse buraco e tirar o pé da lama é você mesma. Ocupar o corpo e a mente é uma das melhores soluções para conseguir sair dessa depressão pós término de relacionamento.


“Seja qual for o relacionamento que você atraiu para dentro de sua vida, numa determinada época, ele foi aquilo de que você precisava naquele momento” (Deepak Chopra)



Postado por Diana

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Dar ou Não Dar. Eis a questão!




É incrível como certos textos, que rodam via email por aí e, de tempos em tempos caem em nossas mãos, são certas bofetadas. Daí que semana passada, a Juliana mandou esse aí, que fala sobre Dar ou Não Dar. Eis a questão, não é?

Pois acontece que olhei o texto com olhos de quem está há tempos num relacionamento, e que há meses vem enfrentando algumas crises (das bravas).

O fato é que eu ainda amo o cidadão em questão, por isso, e depois de uma discussão daquelas, resolvi testar o instinto mais primitivo dos homens com ele. E qual não foi a minha surpresa ao ver que o nosso (ou seria o dele? rs...) termômetro ainda indica que temos muita coisa em comum.

Porque o sexo é um bom indicador de como vão as coisas. E quando um casal tem uma vida, digamos assim, mais agitada, e se por ventura o relacionamento vai ficando esquisito, dar pode ser uma boa resposta.

É batata: se a boca diz uma coisa e os olhos outra, basta um beijo e pronto! Se acender, BINGO! Ele até te chama de lagartixa, te faz subir pelas paredes e a relação ainda pode ser salva. Caso contrário, procure fazer a fila andar o mais rápido possível porque além de não ter quem te ame, você não terá pra quem dar também.

Enfim...

Dizem que o texto abaixo é do Luis Fernando Veríssimo. Eu não sei.

Mas que que é verdadeiro, ah, isso é!



DAR NÃO É FAZER AMOR...
Luis Fernando Veríssimo


Dar não é fazer amor. Dar é dar.
Fazer amor é lindo, é sublime, é encantador, é esplêndido.
Mas dar é bom pra cacete.
Dar é aquela coisa que alguém te puxa os cabelos da nuca...
Te chama de nomes que eu não escreveria...
Não te vira com delicadeza...
Não sente vergonha de ritmos animais.
Dar é bom.
Melhor do que dar, só dar por dar.
Dar sem querer casar..
Sem querer apresentar pra mãe...
Sem querer dar o primeiro abraço no Ano Novo.
Dar porque o cara te esquenta a coluna vertebral...
Te amolece o gingado...
Te molha o instinto.
Dar porque a vida é estressante e dar relaxa.
Dar porque se você não der para ele hoje, vai dar amanhã, ou depois de amanhã.
Tem pessoas que você vai acabar dando, não tem jeito.
Dar sem esperar ouvir promessas, sem esperar ouvir carinhos, sem esperar ouvir futuro.
Dar é bom, na hora.
Durante um mês.
Para os mais desavisados, talvez anos.
Mas dar é dar demais e ficar vazio.
Dar é não ganhar.
É não ganhar um eu te amo baixinho perdido no meio do escuro.
É não ganhar uma mão no ombro quando o caos da cidade parece querer te abduzir.
É não ter alguém pra querer casar, para apresentar pra mãe, pra dar o primeiro abraço de Ano Novo e pra falar: 'Que que cê acha amor?'.
É não ter companhia garantida para viajar.
É não ter para quem ligar quando recebe uma boa notícia.
Dar é não querer dormir encaixadinho...
É não ter alguém para ouvir seus dengos...
Mas dar é inevitável, dê mesmo, dê sempre, dê muito.
Mas dê mais ainda, muito mais do que qualquer coisa, uma chance ao amor.
Esse sim é o maior tesão.
Esse sim relaxa, cura o mau humor, ameniza todas as crises e faz você flutuar.




Postado por Andréa (que acredita que mais do que dar, é preciso mesmo amar)

sábado, 11 de julho de 2009

Então me Beija.



Quem não se lembra do Primeiro beijo???
Da ansiedade, do nervosismo, das mãos tremulas, dos segundos que antecediam um dos momentos que marcariam para sempre a nossa vida?Quem não se lembra também das técnicas ensinadas para treinar o beijo, nossa quanta bobagem srsrrs, beijar travesseiro, copo com gelo ou Uva rsrs, nada disso adianta porque quando a hora do primeiro beijo chega, é loteria na certa.
E aposto que para a maioria de nós, com certeza o primeiro beijo não foi como esperávamos, o meu apesar de ter sido com um amigo muito querido da praia não passou nem perto do que eu havia imaginado o que não significa que não tenha tido importância na minha vida.
Vocês já tentaram contar quantas vezes já beijaram na vida? Impossível saber, ainda mais para os beijoqueiros de plantão, beijar é muito bom, é sinal de afeto, carinho, paixão, tesão, beijo no rosto, no queixo, na testa, na bochecha, na mão, no pé, e aonde mais puder beijar, existem técnicas e truques para o beijo, existem varias formas de beijar.
O Beijo é muito particular, tem beijo que simplesmente não encaixa, não adianta nem tentar, que dali não vai sair nada rsrsr, mas em contrapartida tem beijo que Pelo Amor de Deus, não dá vontade mais de parar, dá um frio na espinha, borboletas na Barriga, sabe aquela sensação de brisa, como se não existisse mais nada alem desse beijo.
Sentir o cheiro, a pele, o corpo da pessoa beijada são sensações indescritíveis.
E quem na vida simplesmente beijou por beijar rsrsr, Ahhh Santa Micaretas rsrs.
Beijar é bom, mas Beijar com vontade é muuuuuuuuuuuuuuuuuuito melhor.
O melhor beijo é o que se improvisa quando duas bocas param entreabertas a milímetros de distância. Beijo respirado. Línguas, lábios e dentes… não. Dos pés aos cabelos, nós beijamos mesmo é com o corpo todo.

Segue abaixo um texto que eu li na Internet.
O beijo por si só é uma arte e o Kama sutra reconhece seu poder
Quem disse que “um beijo é só um beijo” certamente não foi beijado com um daqueles de tirar o fôlego. Um beijo pode ser sexy, doce, lento, rápido, suave, simples, quente. O vocabulário é pouco para dizer tudo o que os lábios podem transmitir.
O beijo por si só é uma arte e o Kama Sutra reconhece seu poder para expressar sentimentos, emoções e paixões. Por isso, no livro há descrição com detalhes dos beijos e ocasiões em que cada um dos tipos de beijo devem ser usados.
O ato de beijar combina três sentidos: o paladar, o tato e o olfato. Se cada sentido, separadamente, é capaz de produzir uma forte reação emocional, os três juntos podem transportar a pessoa para o “sétimo céu”.
Os beijos podem ir desde um contato fugaz, como um atrito inesperado, até uma fusão de dois corpos por meio dos lábios. Nos dois extremos, existem numerosas variações, ainda que muitas pessoas descuidem desta habilidade que, como todas, está sujeita às leis de aprendizagem: constância, criatividade e paciência.
Segundo o Kama Sutra, os 30 tipos de beijos são:
1. Beijo de lado
Quando as cabeças das duas pessoas se inclinam em direções opostas e o beijo é produzido nessa postura.
Essa é uma das formas mais comuns de se beijar e a preferida dos filmes. As cabeças inclinadas permitem um melhor contato dos lábios e uma penetração profunda da língua. É um modo excelente de começar um encontro amoroso apaixonado e também um modo de estimular a paixão entre o casal.
2. Beijo inclinado
Quando um dos dois coloca a cabeça para trás e a outra pessoa, que a segura pelo queixo, a beija. A doçura e o afeto são as emoções principais que são transmitidas com esse beijo. Um beijo desse tipo é apropriado para as preliminares, quando se prefere fazer sexo com lentidão e de frente.
3. Beijo direto
Quando os lábios dos dois se unem diretamente e se chupam como se fossem uma fruta madura. É um tipo de beijo em que o importante é que além de serem chupados, os lábios sejam mordiscados e levemente acariciados com a língua. É um beijo tranqüilo e demorado, que pode expressar uma forte paixão e que excita muitas pessoas mais do que o beijo de língua.
4. Beijo pressão
Os lábios se pressionam fortemente com a boca fechada. É um beijo para iniciar a relação ou para terminá-la, não convém mantê-lo por muito tempo. Os dentes se cravam na parte interior dos lábios e pode sair sangue.
5. Beijo superior
Quando um dos dois pega o lábio superior com seus dentes e o outro devolve o “carinho” beijando-lhe o lábio inferior. Na descrição deste beijo fala-se que uma pessoa do casal deve tomar a iniciativa e o outro se limita a correspondê-la. Uma possível razão para isso é que o Kama Sutra foi escrito para homens ativos e mulheres passivas. Mas, nos casais atuais, cada um deve ser o mais criativo possível e deixar que a imaginação se expresse como ela é, e não se limite a responder a iniciativa do outro.
6. Beijo broche
Quando um dos dois se prende aos lábios de seu amante, isso é chamado de beijo broche. E se o que realiza o beijo toca seus dentes, a gengiva ou o céu da boca com a língua, esse beijo chama-se “luta de língua”.
7. Beijo palpitante
Quando um dos dois deposita sobre os lábios milhares de beijos bem pequenos percorrendo toda a boca e as comissuras (junção dos lábios).
8. Beijo contato
Quando se toca ligeiramente com a língua a boca do outro e faz apenas contato com os lábios.
9. Beijo para acender a chama
É o beijo na comissura (junção) dos lábios que costuma ser dado no meio da noite para incendiar a paixão.
10. Beijo para distrair
O beijo ideal para quando vocês estiverem assistindo a algo na televisão e a pessoa quer chamar a atenção do parceiro com seus beijos. Para começar, lembre-se de que nem todos os beijos precisam ser na boca. Segundo o Kama Sutra, outros lugares recomendados para iniciar a “batalha” são: a testa, os olhos, as bochechas, o peito, os seios, a zona abaixo da boca, a cabeça, a nuca e o pescoço junto com a clavícula.
11. Beijo nominal
Quando um dos dois se limita a tocar a boca do outro, depois de beijá-la, com os dedos.
12. Beijo com os cílios
Quando se percorre os lábios ou o rosto do outro e se acariciam os cílios com beijos.
13. Beijo com um dedo
Quando o amante percorre a boca da amada por dentro e por fora com um dedo.
14. Beijo com dois dedos
Quando o amante fecha dois dedos, molha-os ligeiramente nos lábios da amada e faz uma pressão sobre sua boca.
15. Beijo que desperta
O beijo que se dá nas têmporas, próximo da raiz do cabelo, quando o outro está dormindo, para despertá-lo com suavidade.
16. Beijo que demonstra
Costumam ser dados à noite e em lugares públicos. Um dos dois se aproxima do outro e o beija suavemente na mão ou no pescoço.
17. Beijo da lembrança
É dado quando os amantes estão descansando após a satisfação sexual e um dos dois coloca a cabeça sobre a coxa do outro e deixa-a cair, como se estivesse com sono, beijando-lhe na coxa ou nos dedos do pé.
18. Beijo transferido
Esse beijo ocorre quando o amante, na presença da amada, beija alguém que esteja próximo dele no rosto, ou mesmo alguma foto ou qualquer outra coisa, olhando para ela como se o beijo fosse para a parceira.
19. Beijo choroso
É produzido quando um dos dois sente tanta falta do outro, que na ausência do outro beija seu retrato.
20. Beijo viajante
Ainda que pareça que os beijos sempre costumam se centralizar na boca, colocar os lábios em outras partes do corpo é uma forma de excitação garantida.
21. Beijo no peito
Os beijos mais efetivos nos seios são os que se aplicam primeiro com os lábios, suavemente e com um pouco de saliva. Depois, intensifica-se a pressão e, se a parceira o deseja e gosta desse tipo de beijo, pode-se pegar os seios com os dentes e pressionar ligeiramente. Algumas pessoas preferem sentir um pouco de dor nos seios quando estão prestes a ter um orgasmo.
22. Beijo sem pressa
A chave é prestar total atenção no corpo do outro. Quanto mais controle você tiver e mais se concentrar em acariciar e beijar cada canto do corpo, mais intensa será a sensação de prazer para ambos.
Onde há amor, há dor
Segundo a tradição erótica da Índia, a mordida é um elemento muito importante e o Kama Sutra dá uma boa lista de mordidas com toda riqueza de detalhes.
As mordidas costumam ser dadas em quase todas as partes do corpo e vão desde a mordida brincalhona, mais provocadora que erótica, até o forte apertão com os dentes que costuma ser dado no calor da paixão e faz com que os orgasmos sejam mais duradouros. No entanto, muitos costumam evitar este último tipo de mordida, porque é difícil de controlar e costuma deixar marcas muito evidentes. Também porque durante o orgasmo as mandíbulas podem sofrer um espasmo e fechar com força, o que pode ocasionar feridas.
As mordidas recomendadas pelo Kama Sutra são:
23. Mordida de Javali
O rastro que deixa na pele são como filas indianas, muito próximas umas das outras e com intervalos vermelhos como as pegadas que costumam ser deixadas pelos javalis no barro. É uma mordida que costuma ser feita no ombro.
24. A nuvem quebrada
Consiste em levantamentos desiguais da pele em círculo, produzidos pelos espaços que há entre os dentes. O Kama Sutra especifica que este tipo de mordida deve ser feita no peito.
25. Mordida escondida
É a mordida que só deixa uma intensa marca vermelha e que deve ser dada no lábio inferior.
26. Mordida clássica
Quando se pega com os dentes uma grande quantidade de pele.
27. O ponto
Quando se pega com os dentes uma pequena quantidade de pele de tal maneira que só fique uma marca como um ponto vermelho.
28. A linha dos pontos
Quando essa pequena porção de pele é mordida com todos os dentes e todos eles deixam sua marca. Deve ser dada na testa ou na coxa.
29. O coral e a jóia
É a mordida que resulta da junção dos dentes e dos lábios. Os lábios são o coral e os dentes são a jóia.
30. A linha de jóias
Quando se dá uma mordida com todos os dentes.

Motivos e maneiras de beijar não faltam, e você já beijou hoje?



Postado por Juliana

quinta-feira, 9 de julho de 2009

AS QUATRO ESTAÇÕES DO CASAMENTO: VERÃO



O verão inicia-se no dia 21 de Dezembro, é neste período em que tiramos férias, enchemos o litoral, hotéis e fazendas. Os dias são quentes, brilhantes e cheios de cores. Para amenizar um pouco o calor do verão também é um tempo chuvoso, mas nada que atrapalhe as férias nem a delicia do tempo quente.

Para a meninada é o período sem aulas, onde as casas das vovós ficam cheias de alegria e vida, muita comida gostosa, milho verde, em alguns lugares jabuticabas e outras delicias brasileiras.

Dentro do casamento o verão quando chega trás também sua alegria. Com a chegada do Natal e o Ano novo, então tem festas em família, presentes, em várias casas é o período em que se podem adquirir bens por dos extras. Como em alguns estados tem o "horário de verão" onde o relógio é adiantado uma hora, podemos ter uma noite clara por maior tempo. Então é um período em que os casais podem aproveitar para sair, curtir um ao outro. Curtir o que foi conquistado durante todo ano que se passou.

O casamento quando está no verão ele é marcado por emoções alegres, realizações, conquistas a dois. É a sintonia perfeita entre o casal.

Para muitos casais o inicio do ano não é fácil, o dinheiro que não deu gastos um pouco maiores que em tempos normais. Mas quando a tribulação passa vem o verão, trazendo sol sobre os problemas, a vista se abre, conseguimos enxergar a solução com mais clareza, o diálogo dura mais tempo, pois o sol demora a se por. Para se ter um verão descansado é preciso que durante todo ano anterior haja planejamento e plantio, afinal não há colheita de senão houver sementes plantadas.

Ignorar falhas. Essa é uma frase chave para manter um casamento duradouro e feliz em pleno verão. Não adianta ficarmos fitando nossos olhos e emoções em defeitos, precisamos ignorá-los muitas vezes e partir para a vida com tudo. Sermos felizes aproveitando o sol e quando a chuva chegar lavar a alma e deixar ir com a enxurrada as mazelas e dores dos dias anteriores. Deixar o sol entrar em nossas lembranças acabando com o mofo, cheiro ruim, trazendo nova vida e esperança. Um por do sol lindo entrar pela fresta de nossas mentes.

Deixar passar as falhas é como contemplar uma roseira de verão. Elas estão lindas, cheirosas, você deseja colher umas e coloca-las em um jarro para enfeitar sua casa, porém você terá que enfrentar os espinhos. Se você fixar seu olhar nos espinhos não dará conta de colhê-las, mas se fixar os olhos no desejo das flores os espinhos não serão sua barreira. Veja o melhor do outro e deixe o pior de lado, aprenda a viver com os defeitos e qualidades, são partes totais de um ser humano. Fácil? Nunca será, mas possível sim. Depende do nosso desejo de vencer cada barreira. Nosso desejo de estarmos juntos mesmo passando por períodos nublados e sem sol.

O verão tem sua parte negativa também. Como o sol é muito quente se não tomarmos cuidado seremos queimados e perderemos por dias a praia ou o dia alegre. Ficaremos por conta de pomadas e remédios para dor. Assim também é o casamento no verão. Se não estivermos atentos falaremos o que não precisa acabaremos com a festa e os dias se tornarão nublado ao invés de curtir o calor. Então antes que chegue o verão precisamos pedir que Deus em Cristo Jesus que vá nos moldando e nos mostrando o que precisa ser restaurado e mudado, para que quando o verão chegar possamos nos alegrar e dizer: chegou o nosso dia de alegria vamos celebrar.

Eclesiastes tem um tema muito interessante que encaixa bem no casamento e diz: "Tudo tem a seu tempo próprio, e há tempo para todo propósito debaixo do céu. Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou[...] tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz. tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar; [...]" (Eclesiastes 3: 1-8)

No próximo texto veremos O OUTONO.... Até lá.

Autor desconhecido

Postado por Gabriela

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Falsa Liberdade


Nos meus sonhos mais longínquos eu seria uma mulher independente, que não tinha horários a cumprir em um trabalho enfadonho. Trabalharia sim, mas por prazer e não por necessidade. Passaria divertidas e extensas horas brincando com meu filho, viajando com meu marido e conhecendo a Disneylândia (meu desejo de infância). Eu teria tempo para estudar as coisas que eu gosto, aprender novos idiomas e claro, cobrir cheques ou pagar a fatura do cartão de crédito não seriam problemas. Eu seria uma pessoa livre. Livre da pressão de entregar relatórios, livre de eventos chatos, de jornalistas malas, de cumprir horário, de ver o preço das coisas antes de comprar. Livre para ser feliz realizando os meus desejos e de minha família.
Esta seria a vida ideal e aposto que todo mundo que leu este primeiro parágrafo pensou: “até eu que sou mais boba”. Acontece que há um tempo minha vida deu uma bela guinada. Eu comentei aqui que precisei dar vários passos para trás para poder seguir em frente e, com isso, tive que abrir mão de algumas coisas para ganhar outras. Isso significa que pelo menos um décimo do meu sonho longínquo foi realizado. Eu não sou mais assessora de imprensa, logo, me excluí de todas as chatices que isso envolvia. Tenho tempo para ficar com meu filho e no mês que vem volto a estudar algumas das minhas paixões: língua portuguesa, inglês e latim.
Mas, enquanto as aulas não começam e minha nova vida não dá aquele start tão esperado eu me pergunto: o que eu to fazendo neste mundo? Que liberdade é esta que te prende a uma rotina tão avassaladora? Como eu posso ser realmente livre se não sei usar o tempo que tenho extra com meu filho? Eu brinco um pouco com ele, mas ele logo pergunta da escola, dos amigos e não entende que o mês de julho é de férias. Uma semana em casa e ele já está entediado de ficar o tempo todo com a mãe. O que eu faço com a liberdade de não ter hora para dormir e acordar? Passo as noites em claro vendo reprises de seriados? E o que eu faço com o dia, sem ter o que fazer? Vou arrumar a casa e as roupas? E a preocupação com as contas, que não param de chegar? Dá até medo de entrar no extrato da conta. Que liberdade é esta que me prende aos meus piores pesadelos de solidão?
Eu sei que é uma fase, vai passar e logo minha rotina será outra, assim como o meu trabalho. Mas esta falsa sensação de liberdade tem me deixado angustiada por sair de casa, ver gente, olhar as notícias, saber o que tá acontecendo do lado de fora do meu condomínio. Fui criada em uma família em que as mulheres trabalham desde os 12 anos. Aliás, beirando os 70, a minha avó trabalha até hoje, porque diz que se ficar em casa o dia todo, morre de tédio. Antes, quando ela dizia isso, eu pensava: que absurdo! Hoje, eu a entendo. Fazer algo útil não é bom só para os outros, mas para você também, porque restaura a mente, atrai pensamentos bons, renova o espírito. Ficar sozinha com suas reflexões pode ser bom por um período, mas, viver assim, deve ser como aprisionar um passarinho. Eu preciso voar. Eu quero enxergar o mundo lá de cima novamente.
Esta tem sido mais uma experiência que eu tive que passar para entender que a vida não é feita só de alegrias e que, nem os meus sonhos, são tão perfeitos. Porque até nos nossos sonhos existem bloqueios, coisas mal planejadas e caminhos que não prevíamos. Este é um momento novo para mim, uma importante fase de transição na minha vida. A cada dia eu sinto que estou amadurecendo um pouco mais, aprendendo com meus erros e também com meus acertos. Estou aprendendo a pensar sobre minhas decisões, deixar o impulso um pouco de lado e ser mais responsável comigo e com as pessoas que me rodeiam.
Sonhar não custa nada, já dizia a música. E é verdade. Sonhar é uma delícia e viver os seus sonhos também. Mas, às vezes, nada como colocar os pés no chão novamente para se sentir parte deste universo, para ver que a sua presença faz toda a diferença na vida das pessoas que te rodeiam. E que sem estas pessoas à sua volta, de nada adiantam seus desejos.
Acabo de descobrir que liberdade é uma coisa muito relativa. Pois é, vivendo e aprendendo.


Postado por Denise

terça-feira, 7 de julho de 2009

Profissão Errada, Tortura Certa !


Como a tempos ouço queixas de diversas pessoas que assim como eu não gostam de suas profissões, deixo aqui esse texto de Emerson Alecrim, que é a maior das verdades.



Eu fico impressionado com a quantidade de pessoas que conheço que não gostam da sua profissão. Isso deve acontecer em todas as áreas, mas tenho a impressão de que é mais comum na computação. Na universidade em que trabalho, por exemplo, sei de umas 5 ou 6 pessoas que se encontram nessa situação. E a pergunta natural é: então, por que você escolheu esta área?

As respostas são variadas, mas a maioria responde que as expectativas de boa remuneração e rápida colocação no mercado de trabalho foram as principais influências. Mas, as coisas não são tão simples assim. Boa remuneração se acha e rápida inserção no mercado de trabalho também, mas para quem realmente tem preparo e especialização. Isso significa que a pessoa precisa estudar e trabalhar muito para conseguir o conhecimento necessário, mas ninguém consegue se dedicar tanto a um assunto que lhe causa desinteresse e, não raramente, chateação.

Somente gostando do que faz é que você conseguirá êxito. Quando você gosta, as tarefas deixam de ser um peso e tornam atividades até prazerosas. Por isso, quem fez a escolha errada tem apenas duas opções: aprenda a gostar do que faz ou pula fora o quanto antes! A primeira opção, naturalmente, é muito mais difícil, mas pode ser a saída para quem não quer perder mais tempo.

O que eu percebo nas pessoas que não gostam do seu trabalho é comum em todas elas: no início, até pela alegria de ter conseguido um emprego, há toda uma empolgação. Depois de algum tempo, o desânimo vem e ganha forças com o simples passar dos dias. No auge do desânimo, a pessoa não evolui, executa suas tarefas apenas para se livrar delas, se cansa e se estressa muito facilmente.


Esse desânimo ganha proporções ainda maiores quando a pessoa, além de trabalhar, faz algum curso superior na área. A conseqüente falta de interesse faz com que as aulas se tornem uma tortura. Sinto arrepios só de me imaginar sendo obrigado a estudar Direito, por exemplo, já que essa é uma área que não me atrai nem um pouco. Imagine, então, alguém começando a ter sintomas de rejeição no meio do curso?

Mas é mesmo no ambiente profissional que essa situação pode virar um verdadeiro desastre, pois no trabalho a pressão é real e maior. Para o funcionário é ruim, porque ele se sente forçado a fazer algo que não gosta. Para a empresa, idem, pois ela contratou uma pessoa cujo desempenho está cada vez mais comprometido.

É um erro grosseiro considerar apenas salário e colocação rápida no mercado de trabalho na hora de escolher uma profissão. Essa é uma decisão séria, que precisa ser feita com cuidado e paciência. Eu não sou nenhum especialista no assunto, portanto, posso estar completamente equivocado, mas a minha experiência diz que pessoas bem informadas, que gostam de ler quase tudo o que aparece na sua frente, que gastam algum tempo lendo livros por puro prazer, que visitam lugares variados, que olham mais ao seu redor do que para o próprio umbigo, têm grandes chances de um dia parar, abrir aquele sorriso no rosto e dizer “é isso que eu vou fazer”.


“Arrume um trabalho que lhe dê prazer, e você nunca terá que trabalhar na vida”. (Confúcio)




Postado por Diana

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Fácil e Difícil


Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que se expresse sua opinião...

Difícil é expressar por gestos e atitudes, o que realmente queremos dizer.


Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias...

Difícil é encontrar e refletir sobre os seus próprios erros.


Fácil é fazer companhia a alguém, dizer o que ela deseja ouvir...

Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer a verdade quando for preciso.


Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre a mesma...

Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer.


Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado...

Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece.


Fácil é viver sem ter que se preocupar com o amanhã...

Difícil é questionar e tentar melhorar suas atitudes impulsivas e as vezes impetuosas, a cada dia que passa.


Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar...

Difícil é mentir para o nosso coração.


Fácil é ver o que queremos enxergar...

Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto.


Fácil é ditar regras e,Difícil é segui-las...


Texto de Carlos Drummond de Andrade


Postado por Andréa

sábado, 4 de julho de 2009

Tolerância Zero



Nunca pensei que, exatamente na metade dos meus 30 anos, eu fosse estar tão intolerante e, sinceramente, sinto que cheguei ao auge da minha impaciência.
Tô, como nunca estive antes, cansada, enojada, desgastada, irritada, impaciente etc etc.
Sei que quem me conhece vai estranhar esta minha realidade, já que sempre fui muito alegre e extrovertida, mas é exatamente assim que eu estou me sentindo nos últimos dias. Isso não significa que eu tenha mudado minha forma de agir na empresa ou com amigos. Continuo me divertindo, saindo, levando minha vida normalmente, mas existem momentos e situações que eu tenho vontade de gritar, berrar, quebrar tudo, literalmente.
Vou citar alguns exemplos que estão me enojando e desgastando:
- Dizer ainda para algum(a) FDP que quando estiver escovando os dentes, faça a gentileza de fechar a torneira! Será que o(a) imbecil não percebe que é para economizar água? E quantas pessoas eu ainda vejo "varrendo" a calçada com a mangueira!!! GENTEEEEEEEEEEE, por favor, vamos pensar no coletivo!
- Jogar Papel no chão: simplesmente INACEITÁVEL! Esse não quero nem comentar, tenho vontade de fazer a criatura engolir a merda do papel e virar uma lata de lixo dentro do carro do FDP que faz isso;
- A disputa desleal pelo poder, PQPPPPPPPP, me fala, é realmente necessária? Será que as pessoas não poderiam simplesmente vencer por suas habilidades e qualidades??
- Ligar para o cartão de crédito, ou algum serviço de telefonia: alguém avisa para o debilóide do outro lado da linha que ele é pago para prestar um bom serviço e que nas horas vagas, ele também é um consumidor! Me poupem, please! Já desligaram até o telefone na minha cara... humpf;
- A corrupção no Brasil, esse país tá parecendo um circo;
- A impunidade, a violência gratuita;
- A falta de educação das pessoas: desde quando ser mal educado esta em alta? Falar um bom dia, boa tarde e por favor não vai deixar ninguém sem língua;
- A falta de comprometimento das pessoas com as suas obrigações;
- O pouco caso com a fome alheia;
- A não evolução do espírito;
- Gente chata e gente bêbada chata me irritam, por isso que tôquerendo parar de beber... rsrs;
- Briga entre torcidas;
- Fila no banco;
- As cobranças dos outros;
- Fila p/ estacionar o carro na balada, fila p/ entrar, p/ pegar uma bebida, p/ ir ao banheiro, p/ pegar a bolsa na chapelaria, p/ pagar a comanda, p/ pegar o carro, etc etc ;
- Pessoas que com um mínimo de poder, já mostram que não deveriam ter poder algum;
- As guerras;
- O trânsito em São Paulo, bom people, esse é o que mais tem me tirado do sério. Já perceberam como as pessoas se transformam no trânsito? Realmente é uma selva, um salve-se quem puder, tem gente que não dá seta antes de entrar na pista, vai cair o dedo do FDPPPPPPPP se ele fizer? Eu deveria ter uma bola de cristal para adivinhar as atitudes alheias??? Bom, eu no meu caso, até tento me distrair, ligo o rádio na Transamérica e vou escutando o Primeiro Programa que eu adoro. Se bem que agora mudou o horário, é só das 6 as 7 da manhã... quero saber quem foi o ESPERTO que fez isso.
Aí, vou sentido Av.do Estado, ahhhh genteeeeeeeeeeeee.....parece que tem pessoas que estão andando de ré, porra, engata a primeira, se mexe, o ser humano na frente não deve estar respirando, só pode....pois é chego ali na Senador Queiroz....ahhhhh, ali é o inferno, um vucu vucu de carros, um samba do crioulo doido, é carrinho de mexerica, de banana, abacaxi que você tem que desviar, é ônibus que vem de todos os lados....motoboys, mais carrinhos de frutas, putz...chega na empresa sugada já. E quando o trânsito não esta fluindo, e o INDIVÍDUO atrás de vc ou da farol ou buzina....ahh genteeeeeeee...me poupe, não esta fácil viu.
Bom se eu fosse citar tudo o que está me irritando, ficaria dias aqui.
Por isso que estou querendo sair de cena por uns dias, quero ficar no Silêncio Sozinha, se bem que nem comigo eu me aguento às vezes (rsrsrs), achei até um retiro que pratica o silêncio. Acho que só assim vou me equilibrar de novo para poder enfrentar tudo novamente.

Já peço desculpas a todos pelos palavrões e desabafos acima, mas xingar tem sido a única coisa que me desestressa ultimamente, e para falar a verdade, nem o texto de hoje eu tava no clima de escrever... rsrs

Postado pela impaciente da Juliana

quinta-feira, 2 de julho de 2009

A VIDA COMEÇA COM MUITAS CORES....



Quando nascemos temos à frente uma vida cheia de cores. Tudo é curiosidade, é descobrir. As coisas têm um sentido diferente, enquanto somos crianças o mundo tem um colorido especial. Enquanto não entendemos as diversidades e mazelas que nos esperam , o colorido permanece. Os anos vão passando e o que tinha brilho, vai aos poucos desbotando, tornado-se opaco.

Não é uma condição permanente, porque depende de cada um dar cor a sua própria vida. No entanto às vezes isso vai se tornando cada vez mais difícil porque passamos a não acreditar mais nas pessoas, no sistema que nos cerca, perdemos a curiosidade, a determinação e o amor. Desacreditar faz com que percamos os tons pastéis, as púrpuras, rosáceas, magentas, violetas, ocres e todas as matizes que nos são concedidas. Tudo nos é dado. Basta prestar atenção nos sinais , que são as oportunidades de resgatarmos o melhor de nós mesmos.

Temos que direcionar nossos caminhos para que o brilho permaneça e quem sabe surpreendentemente acrescentarmos novas tonalidades, exclusivas, só nossas, criadas com nossos sentimentos e nossas ações. Triste é quando nos sentimos incapazes de realizar algo tão sublime, porque deixamos que acontecimentos passados nos tornassem verdadeiros pichadores de nossa própria vida.

E quem deixar perder esse colorido é diretamente responsável por um mundo mais infeliz, mais triste e sem esperança. Vamos tomar às mãos os pincéis e cores que nos surgem e tratar de fazer o que se deve: “Vamos colorir nossas vidas”, antes que seja tarde e só nos reste um borrão cinza sem luz e brilho.
Meninas desculpem pela cor mas este texto não teria graça todo preto.
(Autor Desconhecido)
Postado por Gabriela

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Socorro: Família à Vista!



Tem um tempo que eu venho querendo falar sobre isso, mas nunca encontro um tom adequado, por ser um assunto tão sensível: família.
Não é engraçado como é só falar em família e as pessoas logo fazem mil caras e e bocas? Todos têm histórias legais para contar e todos, sem exceção, têm aquela história de raiva e, porque não dizer, de terror. Porque família é isso: é uma mistura difícil de decifrar. Você ama e odeia as mesmas pessoas em questão de dias. Basta pequenos acontecimentos e tudo muda.
Para mim, existe uma grande diferença entre família e parente. Os parentes são aquelas pessoas que têm o mesmo sobrenome que você, mas que não necessariamente, representam algo em sua vida, estão presentes no seu dia a dia. Como aquele tio querido, que é o mais especial de todos e só de vê-lo você sente saudade da infância ao seu lado, tem aquela tia que gosta de falar da vida de todo mundo, tem aquele outro mais distante, que só aparece em casamento e velório, tem aquele que vai todo domingo na casa da sua avó para “filar uma bóia” e tem aquela prima conhecida por dar problemas e também tem aqueles primos que só aparecem para contar vantagem. Os parentes são aquelas pessoas que a gente vai colocando na lista de convidados para uma festa de casamento porque sua mãe ou seu pai dizem: “você não pode esquecer da tia Ermenengarda”, mesmo que você nem saiba quem é esta pessoa.
Agora família não. Família é diferente. Família é aquela com quem você se reúne para almoçar aos finais de semana. Aqueles com quem você precisa planejar o Natal. São aqueles também que estão sempre por perto, mesmo que por telefone, para saber como estão as coisas, e, por que não dizer, para fuxicar um pouco também. É uma relação permanente de amor e ódio. Têm dias em que eu fico tão carente de família que eu simplesmente preciso ir para a casa da minha mãe, minha sogra, minha cunhada e ficar ali, conversando com eles, senti-los, estar junto. Têm dias em que eu não quero nem que eles saibam que eu estou em casa, quero paz, silêncio e falar o menos possível sobre mim, minha vida e minha rotina. Pior ainda é que família, pela proximidade e pseudo-intimidade, se vê no direito de, muitas vezes, dar conselhos e opiniões, mesmo quando você não pede. E, quando você pede e precisa, eles também estão ali, mesmo que o façam de contragosto. Família tem mil e uma facetas e é desnecessário dizer que todas elas têm problemas. Alguns maiores, outros mais complicados, outros fúteis aos olhos alheios, mas os problemas sempre existem. E, invariavelmente, a estrutura familiar é sempre a primeira a ser checada quando você está com algum problema. Provavelmente, por conta das teorias freudianas. É aquela coisa: mãe fuma crack, pai preso então eu também serei trombadinha. Culpa de quem? Da família. E como explicar o playboy que sempre teve tudo fácil, estudou nos melhores colégios, se formou, conheceu o mundo e acabou ateando fogo em índio e mendigo? Não sei dizer e acredito nem mesmo quem estude comportamento humano tenha respostas enfáticas sobre estas indagações. Mas que a família é sempre o epicentro da situação, com certeza.
Outra coisa que eu nunca vou entender é porque família se vê no direito de te visitar sem avisar que está indo à sua casa! Não importa se você tem planos para sair, se você vai viajar, se você quer passar o dia de pijama em frente à TV ou se você simplesmente não quer sair, falar, nada, só ficar em casa. Eles aparecem para lhe fazer uma visita – mesmo sem serem convidados ou dar um simples telefonema para dizer: estou indo. Porque eles acham que podem fazer isso? Família significa estar eternamente à disposição? Às vezes, me parece que sim. Ouvi uma vez uma pessoa dizer: família boa é aquela que mora nem tão perto que possa te visitar de chinelos e nem tão longe que precise vir de malas. Maldade? Talvez um pouco. Mas que tem um quezinho de verdade, tem sim...rs
Pare e pense em coisas que você faz hoje por “responsabilidade” da sua família. Pense também naquelas que você não fez por influência deles. É impossível não ter um caso sequer. Uma mágoa de alguém que você ama muito, ainda assim. Uma saudade enorme de alguém que quando está perto, as vezes, até te irrita. Uma vontade de absurda de passar um Natal comendo e rindo ao lado destas pessoas que você vive esta relação tão frágil desde que nasceu.
Eu sou teimosa, tenho personalidade difícil e muitas alterações de humor. Mas eu admito que mesmo com tudo o que minha família representa nestas constantes instabilidades, é só ao lado deles em que eu me sinto completa. É como se cada um de nós tivesse algo que completasse o outro e que, quando estão em sintonia, soam perfeitamente. E, como ninguém é perfeito, basta uma nota fora de tom para a música sair do ritmo.
Mas família é isso mesmo. No amor e na dor estamos sempre em volta deles, sempre em prol deles. Casamos e temos nossos filhos para dar continuidade, para construirmos a nossa família e então, recomeçar o ciclo. O porquê de tudo isso? Seria prepotência demais minha querer explicar. Somos assim e pronto. O ser humano é complicado por natureza. Graças a Deus! Que graça teria se tudo fosse simples demais, não é?
Como dizem os Titãs: "Família! Família!Vovô, vovó, sobrinha. Família! Família! Janta junto todo dia. Nunca perde essa mania"...

Postado por Denise